Em uma entrevista exclusiva transmitida ao vivo pela TV Voz de Brasília, o experiente deputado federal Paulão do PT conversou com o jornalista Paulo Fayad sobre os principais desafios políticos e sociais que o Brasil enfrenta na atualidade. A conversa, marcada por momentos de análise crítica e propostas construtivas, trouxe à tona temas centrais do cenário nacional, desde a proteção de direitos democráticos até propostas de inclusão e desenvolvimento sustentável. Paulão, deputado federal pelo Partido dos Trabalhadores e figura histórica do movimento sindical brasileiro, compartilhou sua visão sobre a importância da democracia e da participação popular nas decisões políticas. Reforçando seu compromisso com a defesa de direitos humanos e a justiça social, o parlamentar destacou a necessidade de fortalecer instituições e ampliar o diálogo entre governo, sociedade civil e parlamento para enfrentar crises estruturais. Um dos pontos centrais da entrevista foi a discussão sobre políticas públicas que promovam o desenvolvimento econômico e social com foco na redução das desigualdades. Paulão enfatizou a relevância de investimentos em saúde, educação e infraestrutura como pilares para alavancar o crescimento sustentável, além de defender a atuação do Estado como agente indutor da transformação social. No âmbito legislativo, o deputado também abordou a atuação do PT e suas perspectivas para os próximos desafios eleitorais e legislativos no Congresso Nacional. Comentou sobre a necessidade de ampliação de espaços de participação popular e de construção de consensos para aprovar reformas que impactem diretamente a vida dos brasileiros, ressaltando a importância do engajamento político para além das disputas partidárias. Ao final, Fayad e Paulão destacaram a importância de canais de comunicação como a TV Voz de Brasília para aproximar a política da população, promovendo transparência e entendimento das pautas que moldam o futuro do país. A entrevista reafirmou o papel do debate público informado como ferramenta essencial para fortalecer a democracia e mobilizar a sociedade em torno de soluções eficazes para os desafios nacionais.
Paulão do PT na TV Voz de Brasília: Diálogo Direto sobre Democracia, Desenvolvimento e Desafios do Brasil
Cem casais oficializam união em cerimônia comunitária no Museu da República
Projeto, que já beneficiou mais de 2 mil pessoas, oferece cerimônia, preparação e taxas gratuitas aos noivos; emoção e felicidade marcaram o momento do sim neste domingo (7) Fernando Jordão, da Agência Brasília | Edição: Ígor Silveira Foi novamente sob o traço do arquiteto Oscar Niemeyer que 100 casais oficializaram a união neste domingo (7), na quarta edição de 2025 do Casamento Comunitário. Depois de passar pelo Pontão do Lago Sul e pela Concha Acústica, o projeto — que oferece cerimônia, preparação e taxas gratuitas aos noivos — voltou ao lugar de origem, no Museu Nacional da República. “Nós estamos na quarta edição [de 2025] e hoje de uma maneira muito especial, porque o Casamento Comunitário como política pública no Distrito Federal iniciou aqui neste museu, no período de pandemia, com aquele distanciamento social. Então, hoje tem um tom nostálgico”, ressaltou a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani. O programa foi instituído pelo Decreto nº 41.971/2021. Desde então, já beneficiou mais de mil casais com a oficialização gratuita da união. Em 2025, a primeira edição ocorreu em de março. As outras duas cerimônias foram em junho e em agosto. O programa foi instituído pelo Decreto nº 41.971/2021. Desde então, já beneficiou mais de mil casais com a oficialização gratuita da união | Fotos: Matheus H. Souza/Agência Brasília Os participantes recebem diversos apoios para o grande dia: transporte, trajes completos, maquiagem e produção de cabelo para as noivas, além de registro fotográfico profissional, tudo viabilizado por meio de parcerias privadas e voluntárias. “É a formalização de uma situação que eles já viviam há muitos anos. Nós temos casais que já viviam juntos e que não tinham oportunidade, inclusive financeira, de formalizar essa união. Isso é respeito, isso é dignidade e isso é direito. Eu acredito que, muito mais do que proporcionar um dia tão especial para eles, mostra a preocupação do Estado com a família aqui no Distrito Federal”, acrescentou Marcela Passamani. Emoção Ao som da tradicional marcha nupcial — executada ao vivo por um conjunto de músicos —, os casais desceram as escadas do auditório do Museu da República rumo ao sim que mudaria a vida deles para sempre. O noivo, Alexsandro Carvalho, 35, considerou “importante ter a união oficializada”. Esse momento era o sonho de Kátia Kelly Caetano, 38 anos. Tanto que ela revelou ter acordado às 2h neste domingo sem conseguir conter a ansiedade — e foi a primeira noiva a chegar para receber a maquiagem gratuita. “Esperei muito por isso. Tem oito anos que eu estava ‘amigada’. Estava louca para casar de véu e grinalda e consegui realizar o sonho, graças a Deus.” O noivo, Alexsandro Carvalho, 35, considerou “importante ter a união oficializada”. “Levar a sério o casamento é importante para a vida. Fiquei emocionado, sem palavras”, descreveu ele, que ainda celebrou o fato de a cerimônia ocorrer em um cartão-postal da cidade: “Me sinto orgulhoso de casar no Museu da República”. Já Eliete de Oliveira, 39, exaltou a preparação que recebeu antes de dizer sim. “Foi muito lindo, me senti como uma princesa. Todo o cuidado com cabelo, maquiagem, ajuda para vestir a roupa, foi tudo que eu nem esperava, maravilhoso”, contou. Está muito satisfatório, tudo excelente. A equipe toda pronta para atendimento, tudo o que você precisa. Tem pessoas que não sabem dar nó em gravata, e até para isso tem uma pessoa especializada”, emendou o noivo, Irivaldo Pinheiro, 32. Eliete de Oliveira, 39, exaltou a preparação que recebeu antes de dizer sim. “Foi muito lindo, me senti como uma princesa” Eliete também reforçou o peso de ter a união oficializada. “Facilita muita coisa, vai ser só bênçãos. Regularizando o que precisava regularizar, dando um passo à frente para ficar tudo certinho”, pontuou. “É dizer sim e vida que segue. Felizes para sempre”, arrematou Irivaldo. Formalização A oficialização das uniões foi feita por quatro juízas de paz. “Para mim, é sempre uma honra. Isso é renovação, cidadania. É trazer para essas famílias pertencimento. Casamento traz pertencimento. E esse projeto é grandioso. Se for definir em uma palavra é grandiosidade”, apontou Mírtala Delmondez, uma das juízas, sobre o Casamento Comunitário. Secretária de Justiça e Cidadania do DF, Marcela Passamani: “Nós estamos na quarta edição [de 2025] e hoje de uma maneira muito especial, porque o Casamento Comunitário como política pública no Distrito Federal iniciou aqui neste museu” Além da isenção das taxas cartoriais, o programa assegura benefícios legais fundamentais, como segurança jurídica, direitos sucessórios, acesso à pensão, inclusão em programas sociais e proteção ampliada para famílias que já viviam em união estável, mas não tinham condições de arcar com os custos do casamento civil. Para saber mais sobre o programa, consultar o passo a passo para inscrição e a lista de entidades parceiras, acesse este link. Fonte: Agência Brasília
Depoimento revela contato de Bacellar com TH Joias antes de operação da PF
O Fantástico teve acesso ao depoimento do presidente da Assembleia Legislativa do Rio, Rodrigo Bacellar, preso preventivamente por ordem do ministro Alexandre de Moraes. A Polícia Federal apura se ele teria vazado informações sigilosas ao ex-deputado Thiego Raimundo dos Santos Silva, o TH Joias, preso por lavagem de dinheiro, tráfico e ligação com o Comando Vermelho. No depoimento, Bacellar admitiu que conversou com TH um dia antes da operação, mas negou ter repassado qualquer alerta. Mensagens encontradas no celular do ex-parlamentar mostram conversas frequentes e de tom informal, incluindo vídeos enviados na véspera da ação e apelidos como “Predestinado” e “01”. A PF questiona por que Bacellar não comunicou autoridades quando TH perguntou sobre uma possível operação. O presidente da Alerj justificou: “Não tô aqui pra entregar colega”. Durante a prisão, agentes encontraram R$ 90 mil no carro dele — valor cuja origem Bacellar prometeu explicar posteriormente. Agora, a Comissão de Constituição e Justiça da Alerj decidirá se mantém a prisão, etapa que pode definir o futuro político do parlamentar. Bacellar é o quinto presidente da Casa a ser detido na história.
CNU 2: Prova discursiva surpreende e destaca análise crítica
A prova discursiva da segunda edição do Concurso Público Nacional Unificado (CNU 2) foi avaliada de forma amplamente positiva pelos candidatos, que destacaram o foco em argumentação, interpretação e construção analítica de ideias — diferente do modelo tradicional centrado em memória. Participantes dos blocos 5 e 6 elogiaram temas atuais e bem estruturados, embora parte deles tenha considerado o tempo apertado para responder às duas questões exigidas no nível superior. O Distrito Federal registrou o maior número de classificados, com 5.700 candidatos realizando a prova no CEUB. No total, 42.499 concorrentes participaram da etapa, que distribui 3.652 vagas em 32 órgãos federais. As notas preliminares da discursiva serão divulgadas em 23 de janeiro de 2026, com prazo para recursos entre 26 e 27 de janeiro. O resultado final está previsto para 18 de fevereiro.
Brasil monitora reação da Venezuela após ataque dos EUA
O governo brasileiro começou a trabalhar em cenários diplomáticos e estratégicos após um ataque dos Estados Unidos à Venezuela. Segundo fontes do Planalto, a principal preocupação é convencer Nicolás Maduro a calibrar sua resposta para evitar uma escalada militar na região. A diplomacia brasileira avalia que uma reação desproporcional de Caracas a uma ofensiva norte-americana — seja por meio de mísseis, drones ou ataques diretos — poderia desestabilizar toda a América do Sul. O Itamaraty e a Defesa estão atuando de forma integrada para acompanhar os desdobramentos e buscar mediação internacional que reduza o risco de conflito ampliado.
Dino expõe contradição e reforça críticas a Gilmar
Em artigo analisado por Deltan Dallagnol, uma declaração recente do ministro Flávio Dino acabou destacando a contradição por trás do voto de Gilmar Mendes, que restringiu ao procurador-geral da República a legitimidade para solicitar impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal. Dino afirmou que o grande número de pedidos de impeachment — hoje 81 — justificaria a mudança na lei, o que, segundo Dallagnol, confirma justamente o que Gilmar tenta negar: a criação de uma blindagem interna no STF. A fala de Dino, feita publicamente e fora dos autos, também levantou questionamentos sobre possível violação à Lei Orgânica da Magistratura, que impede magistrados de se manifestarem sobre processos pendentes. Segundo a análise, o ministro acabou revelando que a decisão busca reduzir pressões externas e impedir a responsabilização de integrantes da Corte, abrindo espaço para críticas sobre autoproteção institucional. O episódio intensificou o debate sobre limites de atuação do STF e o papel do Congresso no controle democrático.
“Meu preço é Bolsonaro livre”: diz Flávio sobre 2026
O senador Flávio Bolsonaro afirmou que só deixaria de disputar as eleições de 2026 se houvesse garantia de que o ex-presidente Jair Bolsonaro estaria “livre para concorrer”. A declaração reforça a estratégia da família Bolsonaro de manter influência eleitoral, mesmo diante das restrições impostas ao ex-presidente após decisões do TSE e do STF. Flávio condicionou sua possível desistência à devolução dos direitos políticos de Bolsonaro, argumentando que a presença do pai nas urnas seria a “melhor opção” para a direita. O senador também criticou o que chamou de “perseguição judicial”, reforçando o discurso de vitimização adotado pelo grupo político. A fala ocorre em meio às articulações para as eleições de 2026 e ao impacto das investigações que atingem figuras próximas ao ex-presidente. A declaração de Flávio movimenta o cenário eleitoral e ecoa dentro da base bolsonarista, que segue pressionando por possibilidades de retorno eleitoral de Bolsonaro.



