Categoria: Israel

  • Trump pede fim imediato dos ataques entre Irã e Israel

    Trump pede fim imediato dos ataques entre Irã e Israel

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pediu nesta segunda-feira (8) o fim imediato dos ataques entre Israel e Irã, após uma nova escalada militar no Oriente Médio.

    Em publicação na rede Truth Social, Trump afirmou que os dois países devem interromper imediatamente os disparos e declarou que negociações para um cessar-fogo estão em andamento.

    Segundo o presidente norte-americano, um acordo de paz estaria próximo, mas poderia ser prejudicado por decisões impulsivas dos dois lados.

    A crise aumentou após Israel realizar ataques contra alvos militares iranianos, com explosões registradas em cidades como Teerã, Tabriz e Isfahan.

    Em resposta, o Irã lançou mísseis contra Israel e afirmou que bases militares dos EUA no Oriente Médio voltaram a ser consideradas “alvos legítimos”.

    O governo iraniano também acusou Washington de ter responsabilidade direta pela deterioração do cessar-fogo e pelo agravamento das tensões na região.

    Trump revelou ainda ter conversado com o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu para evitar uma nova escalada militar.

    A situação elevou o alerta internacional e aumentou preocupações sobre impactos na segurança global e no mercado mundial de petróleo.

  • Brasiliense denuncia brutalidade após prisão em Israel

    Brasiliense denuncia brutalidade após prisão em Israel

    O ativista brasiliense Thiago Ávila denunciou ter sofrido “extrema brutalidade” após ser detido por forças de Israel durante a interceptação de uma flotilha com destino à Faixa de Gaza.

    Segundo relato apresentado à defesa, Ávila afirmou que foi arrastado, espancado e chegou a desmaiar durante a abordagem. Ele compareceu a um tribunal na cidade de Ashkelon, neste domingo (3), onde foi interrogado pelas autoridades israelenses.

    A denúncia foi divulgada por representantes da organização de direitos humanos Adalah, que acompanha o caso. De acordo com a entidade, o brasileiro também teria sido mantido em isolamento e com os olhos vendados desde sua detenção.

    Outro ativista, o espanhol Saif Abu Keshek, também foi preso e relatou ter sido mantido imobilizado e deitado no chão durante o período sob custódia.

    A flotilha, composta por mais de 50 embarcações, partiu de países europeus com o objetivo de levar ajuda humanitária à Faixa de Gaza e romper o bloqueio imposto por Israel. A interceptação ocorreu em águas internacionais, segundo os organizadores.

    Autoridades israelenses afirmaram que 175 ativistas foram detidos na operação e alegaram que alguns dos envolvidos teriam ligação com organizações classificadas como ilegais.

    O caso gerou repercussão internacional e aumentou a tensão diplomática, com questionamentos sobre o uso de força na abordagem e as condições de detenção dos ativistas.

  • Tiroteio perto do consulado de Israel em Istambul deixa morto e eleva tensão internacional

    Tiroteio perto do consulado de Israel em Istambul deixa morto e eleva tensão internacional

    Tiroteio perto do consulado de Israel em Istambul deixa morto e eleva tensão internacional

    Um intenso tiroteio nas proximidades do consulado de Israel em Istambul deixou um morto e ao menos quatro feridos na manhã desta terça-feira, aumentando o clima de tensão em meio à crise no Oriente Médio.

    De acordo com o governo turco, houve troca de tiros entre suspeitos armados e forças de segurança que faziam a proteção da área diplomática. Um dos suspeitos morreu no confronto, enquanto outros dois ficaram gravemente feridos e foram presos.

    Entre os feridos estão dois policiais, que sofreram lesões leves e foram encaminhados ao hospital sem risco de morte, segundo autoridades locais.

    Testemunhas relataram que o confronto durou entre 15 e 20 minutos, mobilizando tropas especiais com escudos balísticos, armamento pesado e bloqueio imediato das ruas ao redor do consulado.

    O governador de Istambul, Davut Gul, informou que os homens estavam armados com fuzis e pistolas, o que levou a uma resposta rápida das forças antiterrorismo.

    As autoridades abriram investigação para identificar a motivação do ataque. Até o momento, não há confirmação de ligação direta com a guerra entre Irã, Estados Unidos e Israel, embora o contexto regional aumente a preocupação.

    Fontes ouvidas pela Reuters afirmam que não há diplomatas israelenses lotados na Turquia há mais de dois anos, tanto em Istambul quanto em Ancara, o que pode indicar que o alvo era simbólico.

    O episódio reforça o alerta de segurança em representações diplomáticas no exterior e amplia a tensão geopolítica em um momento já extremamente sensível.

  • Irã ataca Israel com míssil e amplia tensão no Oriente Médio

    Irã ataca Israel com míssil e amplia tensão no Oriente Médio

    Um ataque com míssil lançado pelo Irã atingiu Tel Aviv, em Israel, deixando feridos e causando destruição em áreas residenciais, em meio à escalada do conflito no Oriente Médio.

    Segundo o serviço de emergência Magen David Adom, ao menos quatro pessoas ficaram feridas, a maioria com lesões leves. O impacto do míssil abriu uma cratera e danificou prédios e veículos, com imagens mostrando destruição significativa no local.

    Autoridades israelenses informaram que o sistema de defesa aérea interceptou parte dos ataques, mas uma ogiva com cerca de 100 quilos de explosivos conseguiu atingir a região central da cidade. A população foi alertada por sirenes e buscou abrigo, o que ajudou a reduzir o número de vítimas.

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    O ataque ocorre um dia após o ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciar uma possível pausa nas ofensivas contra o Irã. O governo iraniano, no entanto, negou qualquer negociação e classificou as declarações como falsas.

    O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou que as ofensivas continuarão e indicou que novos ataques podem ocorrer. A troca de ameaças entre os países eleva o risco de ampliação do conflito e aumenta a instabilidade na região.

    O cenário segue em rápida evolução, com possibilidade de novos desdobramentos militares e diplomáticos nos próximos dias.

  • Ataque iraniano atinge Tel Aviv e deixa feridos

    Ataque iraniano atinge Tel Aviv e deixa feridos

    Um ataque com mísseis lançado pelo Irã atingiu a cidade de Tel Aviv, em Israel, na manhã desta terça-feira (24), deixando ao menos seis pessoas feridas e provocando danos significativos em áreas urbanas.

    De acordo com o serviço de emergência israelense Magen David Adom, pelo menos quatro pontos da cidade foram atingidos. Equipes de resgate e segurança foram mobilizadas rapidamente e seguem atuando nos locais impactados.

    Imagens divulgadas mostram prédios danificados, veículos em chamas e grande quantidade de fumaça, indicando a força das explosões. Em um dos locais atingidos, a estrutura de um edifício foi parcialmente destruída, com destroços espalhados pelas ruas.

    As Forças de Defesa de Israel confirmaram que houve lançamento de mísseis a partir do Irã e afirmaram estar respondendo aos ataques em diferentes pontos do centro do país. Especialistas em desativação de explosivos também foram acionados para atuar nas áreas atingidas.

    O episódio amplia a tensão no Oriente Médio e reforça o cenário de escalada no conflito envolvendo os dois países, com risco de novos confrontos e impactos internacionais.

     

  • Israel ameaça eliminar sucessor do líder supremo do Irã

    Israel ameaça eliminar sucessor do líder supremo do Irã

    O ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, afirmou nesta quarta-feira (4) que qualquer pessoa escolhida para substituir o líder supremo do Irã, Ali Khamenei, poderá se tornar alvo direto de Israel.

    Em declaração publicada nas redes sociais, Katz afirmou que qualquer novo líder iraniano que continue com planos considerados hostis contra Israel será tratado como alvo militar, independentemente de sua identidade ou local onde esteja.

    A sucessão de Khamenei ainda não foi definida. A escolha do novo líder deverá ser feita pela Assembleia de Peritos, formada por 88 líderes religiosos xiitas, conhecidos como aiatolás.

    Na terça-feira (3), forças israelenses realizaram um ataque na cidade de Qom, onde a Assembleia de Peritos se reúne para discutir a sucessão do líder supremo. Segundo autoridades israelenses, todos os 88 religiosos estariam no local no momento do ataque.

    Por outro lado, a mídia estatal iraniana afirmou que o prédio havia sido evacuado antes da ofensiva, e que não houve mortos ou feridos entre os religiosos.

    Enquanto a escolha do novo líder não é definida, o aiatolá Alireza Arafi foi nomeado para comandar o país interinamente. O governo provisório também conta com a participação do presidente iraniano Masoud Pezeshkian e do chefe do Judiciário Gholamhossein Mohseni-Ejei.

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    A cerimônia de despedida de Ali Khamenei começou nesta quarta-feira em Teerã e deverá durar três dias, antes do sepultamento na cidade sagrada de Mashhad.

    A escalada de tensão entre Israel e Irã aumenta a preocupação internacional com a possibilidade de um conflito mais amplo no Oriente Médio.

     FONTE IMAGEM: METROPOLES

  • Trump diz que Israel está disposto a finalizar termos de cessar-fogo em Gaza

    Trump diz que Israel está disposto a finalizar termos de cessar-fogo em Gaza

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta terça-feira que Israel concordou em finalizar os termos de um cessar-fogo de 60 dias com o Hamas na Faixa de Gaza após uma reunião entre representantes da Casa Branca e autoridades israelenses. “Israel aceitou as condições necessárias para concluir o cessar-fogo de 60 dias”, escreveu o americano em sua plataforma Truth Social.

    O republicano acrescentou que representantes de Catar e Egito, “que trabalharam muito duro para ajudar a trazer a paz, vão entregar essa proposta final” e instou o grupo palestino a aceitar os termos: “Espero, pelo bem do Oriente Médio, que o Hamas aceite esse acordo, porque [caso contrário, a situação] não vai melhorar, apenas piorar.”

    Antes das declarações de Trump, um porta-voz do Hamas, Taher al-Nunu, havia dito à AFP que o grupo estava “disposto a aceitar qualquer proposta que levasse ao fim da guerra”.

    O presidente americano deve receber o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, em Washington na próxima semana. Nesta terça-feira, o ministro israelense de Assuntos Estratégicos, Ron Dermer, esteve na capital americana para se reunir com funcionários da Casa Branca.

    A informação surge apenas alguns dias após o presidente americano afirmar, durante uma cúpula da Otan, a principal aliança militar do Ocidente, na Holanda, que “grandes progressos estão sendo feitos em Gaza”, algo corroborado por fontes do Hamas. Trump disse ter ouvido de seu enviado especial e negociador-chefe, Steve Witkoff, que um acerto estaria “muito perto”.

    A jornalistas, o Trump associou o otimismo em relação a Gaza ao cessar-fogo que interrompeu os 12 dias de confronto entre Israel e Irã, na semana passada. Até agora, as tentativas americanas para uma trégua no enclave fracassaram.

    Segundo o Wall Street Journal, mediadores do Egito e Catar, que lideram as conversas, dizem que Israel e Hamas têm demonstrado maior interesse em avançar em termos aceitáveis para os dois lados, e o próprio Witkoff entrou em contato com os árabes para que intensificassem o diálogo.

    A mais recente proposta não traz grandes mudanças em relação aos planos rejeitados nos últimos meses. O plano prevê um cessar-fogo preliminar de 60 dias, durante os quais serão libertados 10 reféns ainda vivos, assim como os corpos de alguns dos sequestrados que morreram no cativeiro em Gaza. Ao mesmo tempo, um número considerável de palestinos detidos por Israel seriam libertados. Após o período inicial, uma trégua mais ampla, com o retorno de todos os reféns, entraria em vigor.

    Mas há questões sérias em aberto. O Hamas quer garantias de que as forças de Israel deixarão Gaza após a implementação do acordo e o fim do conflito, algo que ainda não está nos planos do premier Benjamin Netanyahu. Os israelenses, por sua vez, exigem o completo desarmamento do grupo, que perdeu a maior parte de suas lideranças políticas e militares, e teve suas capacidades de combate seriamente afetadas pela guerra.

    Enquanto um acordo não sai, moradores de Gaza relatam que tiros e explosões têm sido quase constantes nos últimos dias em todo o território palestino, devastado por quase 21 meses de guerra. Nos últimos dias, Israel estendeu suas operações a novas áreas de Gaza. O Comitê Internacional da Cruz Vermelha disse estar “profundamente alarmado com a intensificação das hostilidades” na região.

    — Tenho a impressão de que o exército intensifica as matanças no terreno sempre que se fala em negociações ou em um possível cessar-fogo — declarou Raafat Halles, um morador de Gaza de 39 anos.

    O Exército israelense anunciou nesta terça-feira ter atacado do ar “mais de 140 alvos terroristas em 24 horas para apoiar as forças terrestres” e anunciou o desmantelamento de aproximadamente 3 quilômetros de túneis no sul de Gaza, que, segundo afirmou, eram usados por combatentes do Hamas.

    A agência de Defesa Civil de Gaza registrou pelo menos 26 mortos nesta terça-feira em tiroteios e ataques do exército israelense, incluindo 16 pessoas que morreram enquanto esperavam receber ajuda humanitária. Quando contatado pela AFP, o exército afirmou ter disparado tiros de advertência para afugentar os suspeitos, alegando não ter conhecimento de feridos como consequência do tiroteio.

    Devido às restrições impostas à mídia na Faixa de Gaza e às dificuldades de acesso ao local, a AFP não pode verificar de forma independente os relatos e as afirmações da Defesa Civil.

    Quase 170 ONGs internacionais pediram o fim do novo sistema de distribuição de ajuda, administrado desde o final de maio pela Fundação Humanitária de Gaza (FGH), uma empresa com financiamento opaco apoiada por Israel e pelos Estados Unidos. As autoridades sanitárias locais também alertam para um aumento dos casos de meningite infantil.

    A guerra foi desencadeada por um ataque sem precedentes do Hamas contra o sul de Israel em 7 de outubro de 2023, no qual morreram 1.219 pessoas, a maioria civis, de acordo com uma contagem da AFP baseada em dados oficiais. Naquele dia, 251 pessoas foram sequestradas, das quais 49 continuam como reféns em Gaza, embora 27 tenham sido declaradas mortas pelo Exército israelense.

    Mais de 56.640 palestinos, em sua maioria civis, morreram na campanha de retaliação israelense contra a Faixa de Gaza, de acordo com dados do Ministério da Saúde do governo do Hamas, considerados confiáveis pela ONU.

    Texto e mídia retirados de: https://oglobo.globo.com/mundo/noticia/2025/07/01/trump-diz-que-israel-esta-disposto-a-finalizar-termos-de-cessar-fogo-em-gaza.ghtml