Pela primeira vez, o Dia da Consciência Negra, realizado em 20 de novembro, é feriado nacional. A data homenageia Zumbi, líder do Quilombo dos Palmares, e traz uma extensa programação cultural em Brasília para valorizar a cultura afro-brasileira. Programação na Torre de TV Por três dias, de 18 a 20 de novembro, a Torre de TV será palco de diversas manifestações culturais, como música, dança, artesanato e palestras. Entre os destaques musicais estão: Seu Jorge Tribo da Periferia Raça Negra Vanessa da Mata Além disso, o evento contará com oficinas de dança, feiras e encontros de B boys. 🗓️ Quando: 18 a 20 de novembro ⏰ Horário: A partir das 9h 📍 Local: Torre de TV 🎫 Ingressos: Gratuitos, com retirada pelo site FYAH Cultura Black A 6ª edição do FYAH Cultura Black reforça a importância da cultura negra com atrações nacionais e internacionais. Nomes como Câmbio Negro , o icônico DJ Ocimar, de Ceilândia, e a banda inglesa Steel Pulse integram a programação. Mostra Léa Garcia 90 anos Em homenagem à atriz Léa Garcia, uma retrospectiva celebra seu pioneirismo como protagonista negra no cinema brasileiro. Filmes como O Pai da Rita , As Filhas do Vento e Compasso de Espera serão exibidos. 🗓️ Quando: Até 24 de novembro ⏰Horário: Sessões às 17h e 19h 📍 Local: CCBB Brasília 🎫 Ingressos: Gratuitos, mediante retirada pelo site Programação especial no Cine Brasília O Cine Brasília promove exibições e debates sobre a cultura negra: Rio Negro! Poder Negro! , do cineasta Emílio Domingos, será exibido na terça-feira (19), seguido do debate. Na quarta-feira (20), Domingos ministra uma masterclass gratuita. Antes das sessões, um Baile de Passinho acontece na Varanda Sul, às 17h de terça. 🗓️ Quando: 19 e 20 de novembro ⏰Horário: A partir das 10h 📍 Local: Cine Brasília, 106/107 Sul 🎫 Ingressos: A partir de R$ 5, disponíveis no site Projeto Memória Lélia Gonzalez O legado de Lélia Gonzalez, escritora e ativista considerada referência mundial no feminismo negro, é realizado com palestras, seminários, documentários e uma mostra educativa. 🗓️ Quando: Até 24 de novembro ⏰ Horário: Das 9h às 21h 📍 Local: CCBB Brasília 🎫 Ingressos: Gratuitos, mediante retirada pelo site Celebre a riqueza da cultura afro-brasileira e o legado de grandes personalidades no Dia da Consciência Negra! Fonte/Foto:G1 – Globo
Dia da Consciência Negra: Celebrações culturais marcam feriado nacional com grandes atrações no DF.
G20 no Rio: Foto de líderes mundiais é refeita com Biden, Trudeau e Meloni.
Nesta terça-feira (19), líderes globais refizeram a tradicional “foto de família” da Cúpula do G20 no Rio de Janeiro. A nova imagem conta com a presença do presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, do primeiro-ministro do Canadá, Justin Trudeau, e da primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni, que não participaram do registro inicial feito na segunda-feira (18). ). Os três líderes posicionaram-se na primeira fileira ao lado de outros chefes de Estado, como o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, e o presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa. Lula, convidado da cúpula, esteve ao centro da composição, destacando o Brasil como país-sede do evento. Ausências notáveis Apesar das presenças importantes na nova foto, o presidente da Argentina, Javier Milei, e o primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, não participaram do registro desta terça. Segundo a imprensa argentina, Milei esteve em uma reunião bilateral no momento da foto, enquanto a ausência de Starmer não teve justificativa oficial. Cenários distintos Diferente da foto de segunda-feira, que teve o Pão de Açúcar como pano de fundo, o registro desta terça foi realizado em um ambiente interno, com um painel exibindo uma imagem aérea do Rio de Janeiro e os dizeres “Cúpula do G20 Rio” em inglês. Fontes afirma que a mudança para um cenário interno parece ser de maior praticidade, já que muitos líderes deixaram o Brasil ainda hoje. Contexto da primeira foto Na foto oficial tirada na segunda, Biden, Trudeau e Meloni não participaram devido a atrasos e reuniões bilaterais. Autoridades da Casa Branca atribuíram a ausência de Biden Registro simbólico O governo brasileiro celebrou a realização da foto oficial, destacando sua importância como um marco diplomático, já que o registro não foi feito nos últimos dois anos, durante as presidências da Índia e da Indonésia no G20. Além disso, a frase no palanque, “Aliança Global Contra a Fome e a Pobreza”, reflete uma iniciativa lançada durante o evento com 148 membros fundadores, incluindo países, a União Europeia, a União Africana e organizações internacionais. O G20 no Rio marcou um momento de reafirmação Fonte:CNN Brasil Foto:G1 – Globo
Flávio Bolsonaro minimiza plano de assassinatos e crítica operação da PF.
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) reagiu nesta terça-feira (19/11) à operação da Polícia Federal (PF) que desarticulou uma organização criminosa formada por militares e um policial, acusada de planejada o assassinato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) e do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Nas redes sociais, o parlamentar questionou a gravidade da operação e afirmou: “Por mais que seja repugnante pensar em matar alguém, isso não é crime. E para haver uma tentativa é preciso que sua execução seja interrompida por alguma situação alheia à vontade dos agentes. Críticas à operação e contexto do plano Flávio também ironizou o suposto plano, alegando que era sugerido que um grupo de cinco pessoas pudesse tomar o controle do país após os assassinatos: “Quer dizer que, segundo a imprensa, um grupo de cinco pessoas tinha um plano para matar autoridades e, na sequência, eles criaram um ‘gabinete de crise’ integrado por eles mesmos para dar ordens ao Brasil e todos cumpririam.” Entre os presos pela PF estão o general da reserva Mário Fernandes , ex-assessor da Presidência de Jair Bolsonaro e membro dos chamados “crianças pretos” , unidade das Forças Especiais (FE) do Exército. Fernandes ocupou cargos no governo até março de 2024, incluindo um posto especial no gabinete do deputado Eduardo Pazuello, ex-ministro da Saúde. O grupo planejava, segundo a PF, o uso de veneno e artefatos explosivos nos assassinatos, que estava previsto para dezembro de 2022, três dias após a diplomação do chapa Lula-Alckmin. Flávio critica decisões judiciais Em sua publicação, Flávio também atacou as bases legais da operação, classificando as decisões judiciais como “repugnantes e antidemocráticas”. A fala reforça a postura crítica do senador em relação às investigações conduzidas pelos órgãos federais e ao sistema judiciário. Repercussão As declarações do senador geraram polêmicas, principalmente diante da gravidade das acusações contra o grupo investigado. As prisões fazem parte da Operação Contragolpe , deflagradas após a recuperação de mensagens e arquivos que detalhavam os planos da organização para um golpe de Estado. A fala de Flávio Bolsonaro reflete a tensão crescente entre aliados do ex-presidente Jair Bolson Fonte:CNN Brasil Foto:O TEMPO
PF: Grupo que planejava matar Lula buscava incitar golpe com fake news e atos radicais.
A Polícia Federal (PF) revelou nesta terça-feira (19/11) que a organização criminosa responsável por planejou os assassinatos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) , do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) e do ministro do STF Alexandre de Moraes pretendia incitar a população de direita a criar um ambiente propício a um golpe de Estado. O relatório, que teve o sigilo quebrado, detalha como o grupo — formado majoritariamente por militares das Forças Especiais (FE) e um policial federal — utilizou estratégias de desinformação para fomentar a insatisfação popular. Estratégia: fake news e ataques coordenados O grupo divulgou fake news sobre fraudes nas eleições de 2022 e promoveu ataques sistemáticos contra ministros do STF e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Essas ações, segundo a PF, visavam mobilizar apoiadores do então presidente Jair Bolsonaro (PL) para protestar em frente aos quartéis militares, criando o clima de instabilidade necessário para a concretização de um golpe. Trecho do relatório destaca: “A organização criminosa investigada tinha o objetivo de incitar parcela da população ligada à direita do espectro político a resistir à frente das instalações militares, criando o ambiente propício ao golpe de Estado.” Radicalismo e atos violentos A PF acordou que o ambiente fomentou essas ações que culminaram em dois episódios marcantes: 8 de janeiro de 2023 : invasão e depredação dos prédios dos Três Poderes, em Brasília. 13 de novembro de 2024 : atentado a bomba nas proximidades do mesmo local. Esses atos de violência foram consequências do radicalismo incentivado pela desinformação e pela narrativa golpista, segundo o relatório. Organização e plano golpista O grupo, identificado como “crianças pretas” devido à formação militar de elite, tinha como objetivo inicial impedir a posse do governo eleito em 2022. Entre as táticas levaram o assassinato de figuras-chave do Executivo e do Judiciário, além de ações clandestinas de sabotagem e insurgência popular. A operação deflagrada hoje pela PF prendeu cinco membros do grupo e foi revista em diversas medidas cautelares, incluindo a suspensão de contato entre os investigados e a suspensão de funções públicas. Repercussão e investigação em andamento As revelações do golpe reforçam o nível de sofisticação do plano e o papel das lideranças militares e digitais na propagação da propagação. A investigação segue em curso, aprofundando o mapeamento de conexões políticas e institucionais do grupo. Essas descobertas acenderam um alerta para o impacto das campanhas de desinformação em crises democráticas e a necessidade de fortalecimento do combate ao radicalismo e às notícias falsas. Fonte:CNN Brasil Foto:Folha – UOL
Jeca e Joca: Codinomes de Lula e Alckmin revelam tática golpista.
A operação Contragolpe , deflagrada pela Polícia Federal (PF) nesta terça-feira (19/11), trouxe à tona detalhes sobre o uso de codinomes por um grupo de criminosos que articulou um golpe de Estado para impedir a posse de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Geraldo Alckmin (PSB) em 2022. No esquema, o presidente eleito era chamado de “Jeca” , enquanto o vice-presidente recebia o codinome “Joca” . Esses apelidos faziam parte de um sistema de comunicação criptografado, usado pelos conspiradores para manter o plano em sigilo. Outros codinomes e mistérios Além de Lula e Alckmin, outros alvos e participantes também tinham codinomes: “Juca” : figura central no plano, descrita como “eminência parda”, mas cuja identidade não foi confirmada pela PF. “Professora” : apelido dado ao ministro do STF, Alexandre de Moraes , que também foi monitorado pelo grupo. Os próprios membros da organização utilizaram apelidos ligados a países, como “Alemanha” , “Japão” e “Argentina” , para ocultar suas identidades. Alguns membros, como o major Rafael Martins de Oliveira, chegaram a usar múltiplos codinomes, como “Diogo Bast” e “Japão” . Plano “Punhal Verde e Amarelo” O esquema foi batizado de “Punhal Verde e Amarelo” . Os dados escolhidos para os ataques — 15 de dezembro de 2022 — coincidem com eventos estratégicos, como a diplomação de Lula no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e ataques anteriores à sede da Polícia Federal, em Brasília. Desdobramentos da operação Na manhã de hoje, a PF cumpriu: 5 mandados de prisão preventiva ; 3 mandatos de busca e apreensão ; 15 medidas cautelares , incluindo suspensão de funções públicas e entrega de passaportes. Entre os detidos estão quatro militares — incluindo um general reformado e ex-assessor de Jair Bolsonaro (PL) — e um policial federal. O cumprimento dos mandados ocorreu no Rio de Janeiro , Goiás , Amazonas e no Distrito Federal , com o acompanhamento do Exército Brasileiro. Relevância do caso A revelação dos códigos e do nível de organização do grupo evidencia o alto grau de sofisticação e planejamento da tentativa golpista. O uso de estratégias militares, aliadas à infiltração em instituições, reflete uma ameaça significativa ao estado democrático de direito no Brasil. Fonte:CNN Brasil Foto:Folha – UOL
PF: Grupo planejou executar Moraes e líderes eleitos em 15 de dezembro de 2022.
A Operação Contragolpe , deflagrada pela Polícia Federal (PF) nesta terça-feira (19/11), revelou planos de uma organização criminosa para executar o ministro do Supremo Tribunal Federal ( STF ) Alexandre de Moraes em 15 de dezembro de 2022 . Um golpe de dados coincidiu com ações previstas para impedir a posse do então presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) , parte de um Estado de Estado articulado para atacar o Poder Judiciário e a democracia brasileira. O plano clandestino De acordo com o inquérito, o grupo realizou monitoramento detalhado de Alexandre de Moraes , considerando a execução do ministro com uso de técnicas militares avançadas. A investigação colaborativa que as ações não se limitaram à espionagem, mas envolveu operações clandestinas típicas das Forças Especiais , culminando na data de 15 de dezembro. Além de Moraes, o grupo planejava o assassinato de Lula e Alckmin, utilizando táticas como envenenamento e explosivos. Prisões e investigações A operação foi cumprida: 5 mandados de prisão ; 3 mandatos de busca e apreensão ; 15 medidas cautelares , incluindo separação de contato entre os investigados, entrega de passaportes e suspensão do exercício de funções públicas. Os mandados foram executados no Rio de Janeiro , Goiás , Amazonas e no Distrito Federal , com acompanhamento do Exército Brasileiro. Quem são os presos Os crimes incluem militares de alta patente e um policial federal, todos envolvidos no esquema: Hélio Ferreira Lima : coronel e ex-comandante da 3ª Companhia de Forças Especiais em Manaus; Mário Fernandes : general reformado, ex-ministro interino da Secretaria-Geral da Presidência e assessor do deputado Eduardo Pazuello; Rafael Martins de Oliveira : major, acusado de negociar recursos para financiar protestos em Brasília; Rodrigo Bezerra de Azevedo : major das Forças Especiais; Wladimir Matos Soares : agente da Polícia Federal. Os “kids pretos” e as Forças Especiais A maioria dos envolvidos faz parte dos chamados “kids pretos” , grupo de elite do Exército Brasileiro treinado para operações especiais, incluindo sabotagem e insurgência popular. Segundo a PF, o grupo utilizou seus conhecimentos técnico-militares para planejar e coordenar ações ilícitas entre novembro e dezembro de 2022. Contexto desdobramentos O plano, denominado “Punhal Verde e Amarelo” , visava desestabilizar a democracia e institucionalizar um golpe. A PF destacou o alto nível de organização e recursos técnicos empregados pelos conspiradores, levantando preocupações sobre a infiltração de ideologias golpistas em setores das A investigação segue para identificar outros possíveis envolvidos e aprofundar o caso, com implicações políticas e jurídicas Fonte:Metrópoles Foto:CNN Brasil
Golpistas planejaram envenenar Lula e assassinar Alckmin e Moraes, revela PF.
A Polícia Federal revelou, nesta terça-feira (19/11), que uma organização criminosa planejava assassinar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o vice-presidente Geraldo Alckmin e o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes como parte de um golpe de Estado. As informações vieram à tona por meio da Operação Contragolpe, que desarticulou o grupo composto por militares da ativa e da reserva, além de um agente da Polícia Federal. Plano detalhado e codinomes Batizado de “Punhal Verde e Amarelo”, o plano previa a execução de Lula por envenenamento ou uso de químicos que causassem colapso orgânico, aproveitando-se de sua suposta vulnerabilidade de saúde e visitas frequentes a hospitais. Nas mensagens dos conspiradores, Lula era identificado como “Juca” e Alckmin como “Joca”. O atentado estava marcado para o dia 15 de dezembro de 2022, três dias após a diplomação da chapa eleita no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e também após os ataques na sede da Polícia Federal em Brasília. Ameaça a Alexandre de Moraes O grupo também monitorava os movimentos do ministro Alexandre de Moraes, com planos de assassiná-lo durante um evento oficial público. Entre as possibilidades analisadas estavam o uso de artefatos explosivos ou envenenamento. Conexão com militares e ex-assessor de Bolsonaro Um dos presos na operação é o general Mário Fernandes, ex-assessor do ex-presidente Jair Bolsonaro e ex-ministro interino da Secretaria-Geral da Presidência. As mensagens recuperadas do celular do tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, e de computadores ligados a Fernandes, foram cruciais para detalhar o esquema. Os materiais digitais recuperados mostram o alto nível de planejamento técnico-militar utilizado na conspiração, envolvendo integrantes das Forças Especiais do Exército e um agente da PF. Diligências e medidas judiciais As ações desta terça-feira incluíram: Prisões realizadas em Brasília, Rio de Janeiro, Amazonas e Goiás; Mandados de busca e apreensão; Expedição de medidas cautelares autorizadas pelo ministro Alexandre de Moraes, relator do caso no STF. A PF destacou que os golpistas possuíam um detalhado planejamento operacional, evidenciando intenção de usar a violência para interferir no processo democrático. Próximos passos As investigações seguem para identificar outros possíveis envolvidos e aprofundar a análise dos materiais apreendidos. O caso reforça o nível de ameaça que as instituições democráticas enfrentaram no período pós-eleitoral de 2022 e deve trazer novos desdobramentos políticos e jurídicos nos próximos dias. Fonte:Correio Braziliense Foto:BBC



