O programa vai ao Paraná mostrar o biodigestor construído por produtores para gerar a própria energia elétrica e até mesmo comercializar o serviço. Veja os destaques do Globo Rural deste domingo (20/06/2021) O Globo Rural deste domingo (20) mostra como produtores rurais do oeste do Paraná estão gerando a sua própria energia elétrica a partir de dejetos de animais. Assista a todos os vídeos do Globo Rural Tem ainda a falta de mão de obra para colher café conilon no Espírito Santo, as consequências da seca no plantio do Mato Grosso e no Centro-Sul e a maior área plantada de trigo dos últimos 7 anos no Rio Grande do Sul. Não perca, o Globo Rural começa a partir das 8h30. Veja os vídeos mais assistidos do Globo Rural
Veja os destaques do Globo Rural deste domingo (20/06/2021)
Conta de luz: entenda a cobrança e para onde vai o seu dinheiro
Conta cobre os custos de distribuição, transmissão e geração de energia elétrica. Também tem a incidência de tributos federais e estaduais, além da bandeira tarifária em vigor. A conta de luz tem pesado no bolso do brasileiro e essa realidade não deve mudar tão cedo. Em maio, a alta foi de 5,37%. Ao pagar a conta de luz, o dinheiro do consumidor vai para a distribuidora, que funciona como uma grande arrecadadora. Ela é responsável por repassar parte do valor para toda as empresas da cadeia do setor elétrico e enviar a fatia dos tributos e taxas para União, governos estaduais e prefeituras. Conta de luz: entenda por que ela está mais cara, e por que deve continuar a subir Em maio, energia elétrica saltou 5,37% e puxou o IPCA. O valor da conta de energia elétrica incorpora os seguintes custos e tributos: Custos de distribuição, transmissão e geração de energia elétrica; Tributos: PIS e Cofins (federais) e ICMS (estadual e que varia entre os estados); Encargos setoriais: utilizados para cobrir os custos do setor elétrico, como subsídio para clientes de baixa renda; Pode ter uma taxa para as prefeituras para a manutenção do sistema de iluminação pública; Bandeira tarifária. Atualmente, está em vigor o patamar 2 da bandeira vermelha, que adiciona R$ 6,243 na conta para cada 100 kWh. “A distribuidora tem dois trabalhos. O primeiro é distribuir energia, e o segundo é que ela funciona como uma grande arrecadadora”, afirma Iuri de Oliveira Barouche, responsável pela regulação da Enel em São Paulo. “Ela arrecada o dinheiro e repassa os recursos para (as empresas de) geração e transmissão.” Nem todo o valor pago na conta vai de energia para a distribuidora. Em São Paulo, por exemplo, de cada R$ 100 pagos pelo consumidor, R$ 17 ficam com a Enel. Veja como é distribuição: Custo da energia (33,8%); Tributos (25,3%, sendo 20,8% de ICMS e 4,5% de PIS/Cofins); Custo de distribuição (17,4%); Encargos setoriais (13,4%); Custo de transmissão (10,1%). Veja abaixo mais detalhes da conta de energia: Entenda a conta de energia elétrica G1 Vídeos: Últimas notícias de economia
Curso de desenvolvimento web oferece 10 vagas gratuitas para pessoas trans e travestis
Programa de ensino da Oracle em parceria com empresa de consultoria Transcendemos terá aulas on-line de CSS, HTML, Javascript e empreendedorismo. Oracle e Transcendemos oferece curso para pessoas trans e travestis Alfred Muller/Pixabay A empresa de tecnologia Oracle e a consultoria de diversidade Transcendemos oferecem 10 bolsas integrais para um curso on-line de programação voltado para pessoas que se autodeclaram trans ou travestis. As inscrições vão até a próxima segunda-feira (21). Os currículo começa com uma introdução à lógica de programação e possui aulas de linguagens voltadas para o desenvolvimento web, como CSS, HTML e Javascript. Há ainda um módulo de empreendedorismo, que aborda temas como relacionamento interpessoal, organização pessoal e montagem de planos de negócios. As pessoas interessadas que devem responder um questionário no site da iniciativa. As selecionadas serão avisadas por e-mail até o dia 30 de junho. O curso pode ser finalizado em até 6 meses, com horários flexíveis e exercícios práticos. LEIA MAIS: ‘Pessoas trans têm muito a agregar nos espaços corporativos’, diz empresária que luta por inclusão e diversidade nas empresas Mulheres empreendedoras que inspiram: Gabriela Augusto
PF vai à casa de Carlos Wizard para cumprir condução coercitiva, mas não encontra empresário
CPI da Covid: saiba quem é Carlos Wizard e por que foi convocado Equipes da Polícia Federal compareceram ao endereço de Carlos Wizard em Campinas (SP), nesta quinta-feira (18), para cumprir a condução coercitiva e levar o empresário para depor na CPI da Covid. Segundo relatório da PF obtido pelo blog, no entanto, Wizard não foi encontrado. “Foi diligenciado ao endereço de CARLOS, sendo que ninguém atendeu ao interfone, mesmo após insistentes tentativas. Porém, quando a equipe estava deixando o local, um indivíduo saiu do imóvel de nº 340 da mesma rua, dirigindo o veículo (…) registrado em nome de PRISCILA ROBERTA MARTINS BERTANI, filha de Carlos Roberto Martins), informando se chamar “JOÃO” e ser funcionário do imóvel em questão (340)”, descrevem os policiais. “Ao ser questionado, [João] informou que não vê CARLOS há bastante tempo, mas não prestou maiores informações.” A Polícia Federal informa no documento que em seguida foi a um endereço comercial, onde ouviu de uma funcionária das filhas de Carlos Wizard que o empresário estava fora do Brasil. Em consulta no sistema de migrações, a PF diz ter confirmado a informação de que Wizard saiu do país em 30 de março. “Foi verificado no sistema migratório que CARLOS teve como última movimentação migratória a saída do Brasil no dia 30/03/2021, às 08h33min, pelo Aeroporto Internacional de Guarulhos/SP, em voo com destino à Cidade do México, no México, não constando movimento migratório de retorno, motivo pelo qual as informações obtidas nos locais objeto de diligência são verossímeis”, diz o relatório. Ana Flor: CPI protocolou pedido de condução coercitiva de Carlos Wizard Além da condução coercitiva, a CPI da Covid também pediu à Justiça que o passaporte de Carlos Wizard seja apreendido tão logo o empresário retorne ao Brasil. Até as 15h30 desta sexta, no entanto, ainda não havia decisão judicial a esse respeito. Wizard foi convocado a depor à CPI como testemunha, e é apontado como um dos supostos integrantes do “gabinete paralelo” que aconselhava Jair Bolsonaro a defender medidas ineficazes no combate à pandemia. O empresário chegou a pedir para ser ouvido de forma remota, mas a CPI rejeitou essa possibilidade. Nesta sexta, o relator da comissão, senador Renan Calheiros (MDB-AL), transformou em investigados Wizard e outras 13 pessoas. Intimação recusada Os documentos obtidos pelo blog incluem ainda informações sobre outro problema citado pelo presidente da CPI, senador Omar Aziz (PSD-AM): o fato de a intimação a Carlos Wizard constar no sistema dos Correios como entregue e, em seguida, recusada. Segundo relatório da assessoria parlamentar dos Correios destinado à CPI, houve essa confusão nos registros porque, junto à intimação, o carteiro entregou outro objeto na casa de Carlos Wizard. O recebedor das encomendas, identificado pelos Correios como Marcelo Roque, aceitou o outro objeto, mas se recusou a pegar a intimação da CPI – o que fez o carteiro envolvido no caso atualizar o registro. “Diante da analise ora apresentada, não identificamos nenhuma conduta considera irregular”, diz o relatório. O registro do sistema de rastreamento dos Correios (veja foto abaixo) também mostra as duas situações – há a informação de entrega às 13:32 do dia 11 de junho e, um minuto depois, a informação de que o “cliente recusou-se a receber o objeto”. Registro dos Correios indica que entrega foi recebida e, em seguida, que foi recusada Reprodução
Governo da BA é indenizado em R$ 2,15 bilhões pela Ford por causa do fechamento de planta industrial no estado
Documento é um termo aditivo a contrato firmado entre as partes em 2014, no qual a empresa se comprometeu a realizar investimentos no Complexo Industrial em contrapartida a ações de fomento e financiamento de capital de giro criadas pelo estado. Ford paga indenização de R$ 2,15 bilhões ao estado após saída da montadora na BA O governo da Bahia foi indenizado em R$ 2,15 bilhões pela Ford por causa do fechamento, em janeiro deste ano, da planta industrial em Camaçari, na região metropolitana de Salvador. A indenização foi resultado de um acordo entre as partes. Eu Te Explico #10: Saída da Ford e situação da indústria baiana em meio à pandemia A Ford informou que não vai se posicionar sobre o assunto. Conforme apurado pelo G1 com fontes do governo baiano nesta sexta-feira (18), o documento é um termo aditivo ao contrato firmado entre as partes em 2014, quando a empresa se comprometeu a realizar investimentos no Complexo Industrial Ford, em Camaçari, em contrapartida às ações de fomento e financiamento de capital de giro criadas pelo estado. Governo da Bahia foi indenizado em R$ 2,15 bilhões pela Ford por causa do fechamento de planta industrial no estado Divulgação Com a decisão da Ford por fechar o complexo em definitivo, os benefícios foram o parâmetro das negociações para chegar ao valor da indenização devida pela empresa, acrescido de correção monetária. No acordo, conforme as fontes do estado, a Ford afirmou que vem trabalhado em estreita colaboração com todos os parceiros de negócio no desenvolvimento de um plano para minimizar os impactos do encerramento da produção, incluindo sindicatos, fornecedores e distribuidores. A empresa reiterou a permanência na Bahia do Centro de Desenvolvimento de Produto, que passará a prestar serviços de pesquisa, desenvolvimento e engenharia automotiva predominantemente ao exterior, preservando não só mão de obra na região como também uma sólida parceria com universidades e centros de pesquisa regionais. Fechamento da Ford no Brasil Trabalhadores da Ford em protesto contra fechamento de fábrica em Camaçari, na Bahia Reprodução/TV Bahia A montadora anunciou no dia 11 de janeiro o encerramento das suas atividades no Brasil após um século. Na Bahia, a Ford estava sediada em Camaçari, na região metropolitana de Salvador. A empresa, que fechou 2020 como a quinta que mais vendeu carros no país, com 7,14% do mercado, continuará comercializando produtos no Brasil. Em comunicado divulgado à época do anúncio, a fabricante disse que a decisão foi tomada “à medida em que a pandemia de Covid-19 amplia a persistente capacidade ociosa da indústria e a redução das vendas, resultando em anos de perdas significativas”. A montadora citou também a recente desvalorização das moedas na região, que “aumentou os custos industriais além de níveis recuperáveis”, e mencionou a pandemia e a ociosidade nas linhas de produção, “com redução nas vendas de veículos na América do Sul, especialmente no Brasil”. Desde então, acordos com várias categorias e empresas terceirizadas têm sido formalizados. No entanto, protestos foram realizados, com profissionais discordando das posições das empresas e da própria montadora após o desligamento e encerramento do serviço na companhia. Negociações na Bahia Fábrica da Ford em Camaçari, na Bahia Divulgação No dia 5 de fevereiro, a Justiça do Trabalho concedeu uma liminar que suspendia a demissão coletiva de funcionários da fábrica de Camaçari. A decisão proibia demissões até que o acordo entre a empresa e os funcionários fosse encerrado. No dia 23 de fevereiro, cerca de 700 funcionários da Ford retornaram aos postos de trabalho, em Camaçari. A retomada foi, inicialmente, por 90 dias e aconteceu depois de negociações entre o sindicato da categoria e a empresa. Na época, ficou decidido também que outros 327 trabalhadores retornariam em março, 189 em abril e 31 funcionários seriam convocados em maio. Em março, outra decisão judicial suspendeu o desligamento de empregados da Ford que atuam em funções de liderança e supervisão, na fábrica de Camaçari. A informação foi divulgada pelo Ministério Público do Trabalho (MTB-BA), no dia 29, data em que as demissões iriam ser realizadas. A decisão também afetava as empresas que forneciam insumos para a montadora e estão instaladas no complexo industrial no município baiano. Economia A cidade que abriga o maior Polo Industrial da Bahia, Camaçari pode ter perda de 10% na arrecadação de receitas após o encerramento das atividades da fábrica Ford no Brasil. O Polo Industrial de Camaçari completa neste mês de junho, 43 anos de operação. Um dos maiores complexos industriais integrados do Hemisfério Sul, desempenha papel importante no setor produtivo do estado. Em entrevista ao G1 em janeiro deste ano, o prefeito de Camaçari, Elinaldo Araújo, contou que a cidade, que tem arrecadação anual de cerca de R$ 1,3 bilhão em impostos, perdeu R$ 30 milhões do Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS) e mais R$ 100 milhões do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) da receita líquida com o fechamento da montadora de veículos. Na ocasião, o prefeito Elinaldo informou que estava em busca de levar outra empresa do ramo automobilístico para a cidade. O governador da Bahia, Rui Costa, também afirmou procura pela Embaixada da China para sondar investidores para assumir negócio no estado. No entanto, ainda não nenhuma confirmação ou algo definido sobre o assunto. Além da perda de receita, o município vai registrar mais de 12 mil demissões. O gestor municipal também lembrou das pessoas que não trabalham em empresas relacionadas com a Ford, mas prestam serviços para os funcionários, como escolas, restaurantes e lojas do comércio local. Diante do fechamento da fábrica da Ford em Camaçari, na Bahia, a produção industrial baiana registrou em abril o maior recuo do país em relação ao mesmo mês de 2020, conforme dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Polo Industrial Polo Industrial de Camaçari, na região metropolitana de Salvador Egi Santana/G1 BA O maior Polo Industrial da Bahia foi instalado em Camaçari há 42 anos e aposta em tecnologia de ponta para se destacar no mercado. Segundo o Comitê de Fomento Industrial de
Espécie de peixe que já foi considerada extinta com os dinossauros pode viver por 100 anos e ainda está na Terra
Novo estudo publicado nesta semana na ‘Current Biology’ traz novas descobertas sobre os celacantos: fêmeas carregam seus filhotes por cinco anos e maturidade sexual é atingida perto dos 55 anos de vida. Peixe celacanto no Quênia em foto de 2001 George Mulala/Reuters O celacanto — um peixe que chegou a ser considerado extinto com os dinossauros há 66 milhões de anos — tem uma vida útil cinco vezes maior do que os cientistas pensavam até agora. Existente na Terra nos dias atuais, ele vive por cerca de cem anos, segundo estudo publicado na revista “Current Biology”. Grupo de cientistas decodifica DNA do peixe pré-histórico celacanto Em 1938, um peixe celacanto foi inesperadamente encontrado vivo na costa leste da África do Sul, o que surpreendeu pesquisadores. Agora, essa nova pesquisa mostra que, além de viverem por cerca de um século, as fêmeas carregam seus filhotes por cinco anos, período de gestação mais longo já conhecido de todos os animais. Os cientistas também descobriram que o celacanto se desenvolve e cresce em ritmo mais lento que qualquer outro peixe. Ele não atinge a maturidade sexual até cerca de 55 anos. Para chegar aos resultados, os autores utilizaram os anéis de crescimento anuais presentes nas escamas dos peixes para determinar a idade individual dos celacantos — “assim como é feita a leitura de anéis de árvores”, explicou o biólogo marinho Kélig Mahé, da instituição oceanográfica francesa Ifremer, e principal pesquisador do estudo. Os celacantos apareceram pela primeira vez durante o período Devoniano, há cerca de 400 milhões de anos, 170 milhões de anos antes dos dinossauros. Com base no registro fóssil, acreditava-se que eles tinham desaparecido durante a extinção em massa que exterminou cerca de três quartos das espécies da Terra após a queda de um asteróide no período Cretáceo. Espécie atinge maturidade sexual perto dos 55 anos George Mulala/Reuters Depois de ser encontrado, o celacanto foi apelidado de “fóssil vivo”, descrição rejeitada pelos cientistas: “Por definição, um fóssil está morto e os celacantos evoluíram muito desde o (período) Devoniano”, disse o biólogo e co-autor do estudo Marc Herbin, do Museu Nacional de História Natural de Paris. A espécie de peixes reside no oceano, em profundidades de até 800 metros. Durante o dia, os celacantos ficam em cavernas vulcânicas sozinhos ou em pequenos grupos. As fêmeas são um pouco maiores do que os machos, atingindo cerca de dois metros de comprimento e pesando 110 quilos. Vídeo: Mais assistidos do G1 nos últimos 7 dias
Auxílio Emergencial 2021: Caixa paga 3ª parcela a 2,06 milhões de nascidos em fevereiro
Para os trabalhadores que fazem parte do Bolsa Família, pagamentos começaram na quinta-feira (17). A Caixa Econômica Federal (Caixa) paga neste sábado (19) a terceira parcela do Auxílio Emergencial para 2,06 milhões de trabalhadores nascidos em fevereiro, inscritos no programa por meio do site e do aplicativo, além daqueles que fazem parte do Cadastro Único, mas estão fora do Bolsa Família. Terei direito? Quanto vou receber? Veja perguntas e respostas Veja o calendário completo Veja como saber se você vai receber Saiba como contestar se você teve o beneficio negado Beneficiário precisa estar com o CPF regular; saiba como fazer SAIBA TUDO SOBRE O AUXÍLIO EMERGENCIAL A ajuda paga neste sábado será creditada em conta poupança social digital da Caixa, que poderá ser usada inicialmente para pagamento de contas e compras por meio do cartão virtual. Saques e transferências para quem receber o crédito neste sábado serão liberados no dia 2 de julho. (veja nos calendários mais abaixo). Auxílio emergencial 2021: entenda as regras da nova rodada VEJA QUEM RECEBE NESTE SÁBADO: trabalhadores que não fazem parte do Bolsa Família, nascidos em fevereiro Os trabalhadores podem consultar a situação do benefício pelo aplicativo do auxílio emergencial, pelo site auxilio.caixa.gov.br ou pelo https://consultaauxilio.cidadania.gov.br/ Calendários de pagamento Veja abaixo os calendários de pagamento. BENEFICIÁRIOS DO BOLSA FAMÍLIA Segundo o Ministério da Cidadania, 9,77 milhões de famílias receberão a terceira parcela do Auxílio Emergencial 2021. Auxílio Emergencial 2021 Bolsa Família Economia G1 BENEFICIÁRIOS FORA DO BOLSA FAMÍLIA Auxílio Emergencial calendário completo 15.06.21 Economia G1 VÍDEOS: as últimas notícias sobre o Auxílio Emergencial
Vereador de SP tem celular furtado no trânsito, e bandidos limpam dinheiro de contas bancárias
Em menos de duas horas, criminosos desviaram R$ 67 mil das contas de Marlon Luz, por meio de aplicativos de bancos. Telefone estava desbloqueado; segundo especialista em segurança digital, isso facilita para os bandidos na hora de obter dados e mudar senhas. Vereador Marlon Luz tem celular roubado e ladrões limpam conta bancária O celular do vereador Marlon Luz (Patriotas) foi furtado na noite desta quinta-feira (17) quando o parlamentar saía da Câmara de São Paulo, no Centro de São Paulo. Em menos de duas horas, os criminosos desviaram R$ 67 mil de duas contas bancárias, por meio de aplicativos de bancos instalados no telefone. Ao G1, Luz relatou que o carro estava parado em um congestionamento na Avenida 23 de Maio, com o celular iPhone X com a tela desbloqueada e aberto no aplicativo Waze. Nesse momento, um homem estourou o vidro e pegou o aparelho, que estava no painel. Uma câmera de segurança de dentro do veículo registrou a ação. Poucos minutos depois, os criminosos invadiram duas contas bancárias do vereador no aplicativo do Itaú: uma de pessoa física, do Personnalité; e outra jurídica. Eles, então, transferiram R$ 67 mil para uma terceira conta do próprio vereador, no banco Original, que também foi invadida. Em seguida, os bandidos criaram uma chave PIX no app dessa última instituição e repassaram o dinheiro para cinco contas bancárias. O vereador fez dois boletins de ocorrência: um de furto qualificado e outro de estelionato, na delegacia especializada de crimes cibernéticos. “O delegado me disse que se trata de uma quadrilha, com hackers, que rouba a senha pela forma como você digita os números no teclado. Os bancos me pediram cinco dias para darem uma análise da situação”, disse o vereador. O G1 pediu à Secretaria de Estado de Segurança Pública (SSP) uma entrevista com o delegado responsável pelo caso para que ele explique como seria possível que o acesso às senhas fosse feito pelos criminosos por meio da tela do celular. A pasta disse que iria se manifestar apenas por nota e afirmou que um inquérito policial para investigar o caso foi aberto pela Central Especializada de Repressão a Crimes e Ocorrências (Cerco) da 1ª Seccional. “O policiamento ostensivo e preventivo na região será reforçado. Diligências são realizadas para identificar e responsabilizar o autor do crime”, disse a SSP, em comunicado. Segundo o vereador, os criminosos também tentaram invadir as suas contas bancárias do Banco do Brasil e do Santander, mas não conseguiram. “Logo após o furto, eu pedi ajuda a uma viatura da Polícia Militar e tentei bloquear o celular (um Iphone X) pelo site da Apple. Mas o site não localizava o celular. Contudo, o celular continuava funcionando, eu tinha o WhatsApp aberto no computador e continuei recebendo as mensagens normalmente”, disse o Luz. “Eu nunca mais terei aplicativo de banco no celular. Não é seguro. É difícil, mas é a única coisa, não conseguem nos garantir segurança.” Procurado pelo G1, o Itaú afirmou que seu aplicativo “é seguro e toda transação, para ser aprovada, necessita obrigatoriamente de senha da conta corrente” (leia mais ao final deste texto). O Banco Original não retornou o contato até a última atualização desta reportagem. Já a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) afirmou que os aplicativos de bancos têm “elevado grau de segurança desde o seu desenvolvimento até a sua utilização, não existindo qualquer registro de violação dessa segurança”. Como os bandidos conseguem invadir contas? Somente uma investigação poderá esclarecer o caso do vereador. O jornalista Altieres Rohr, que tem um blog sobre segurança digital no G1, explica que, quando um aparelho é pego desbloqueado, é mais fácil para os bandidos obterem dados e mudarem senhas que permitirão acesso a aplicativos como os de bancos. “Mesmo não tendo a senha, você tem tudo na mão pra redefinir a maioria delas”, afirma. Isso porque o aparelho guarda muitas informações que podem facilitar, por exemplo, que uma instituição reenvie uma senha ou redefina esse código por meio de confirmação usando dados como CPF, data de nascimento, nome dos pais etc., que são encontráveis em e-mails e redes sociais, entre outras ferramentas disponíveis no celular. Em seu site, o Itaú informa, por exemplo, que o processo de recuperação da senha eletrônica, usada para acessar seu aplicativo, exige a senha do cartão de débito, além dos números de agência e conta corrente. Em seguida, o banco oferece a validação por SMS ou caixa eletrônico para concluir a mudança da senha do app. O processo de recuperação de senha de acesso à conta do Banco Original consiste em enviar um e-mail para o cliente com um anexo que precisa ser desbloqueado por meio de um código enviado também por SMS. Este arquivo contém uma senha provisória que é usada para acessar a conta e redefinir a senha de acesso. O risco de acesso indevido é ainda maior para quem mantém uma lista de senhas anotadas no próprio aparelho (num e-mail ou bloco de notas etc.). “As pessoas se esquecem que todos os aplicativos de banco, além da autenticação biométrica, sempre vão dar uma forma de autenticação usando a senha numérica. Muitas vezes essa senha numérica está anotada no celular”, afirmou Fabio Assolini, analista sênior de segurança da Kaspersky. Mas Marlon Luz afirmou ao G1 que esse não foi o seu caso. Celulares desbloqueados permitem explorar falhas que podem dar acesso a praticamente tudo no telefone, violando certas medidas de segurança adotadas pelos apps, lembra Altieres Rohr. Ele cita o caso do “checkm8”, que explora uma vulnerabilidade no código de inicialização do chip, que não pode ser modificado após a fabricação. Por essa razão, a falha é considerada incorrigível e pode afetar todos os modelos de iPhone desde o 4S até o X (excluindo, portanto, XR, XS e a linha 11 e 12), além de diversos modelos de iPad e Apple TV. Rohr explica que é mais difícil usar o “checkm8” no iOS 14, a versão mais nova do sistema da Apple, o que também mostra a importância de
Diesel, etanol e gasolina têm altas discretas nos postos nesta semana, diz ANP
Embora discreta, alta da gasolina ( 0,10%) foi suficiente para levar o combustível à sua décima semana consecutiva de reajuste. Preço do combustível assusta consumidor em Ribeirão Preto, SP Reprodução/EPTV O preço médio do óleo diesel nos postos de combustíveis do Brasil registrou uma leve alta em relação à anterior nesta semana, em movimento acompanhado também pelas cotações de gasolina e etanol, indicou pesquisa da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) nesta sexta-feira (18). Segundo o levantamento da reguladora, o preço médio do diesel nas bombas subiu 0,35% ao longo da última semana, atingindo R$ 4,508 por litro. O combustível mais consumido do Brasil tem se mantido sem alterações bruscas desde meados de maio, após um salto registrado no começo do mês passado, quando terminou o período de dois meses pelo qual vigorou a isenção do PIS/Cofins incidente sobre o produto. Desde a semana encerrada em 22 de maio, o preço médio do diesel acumula ganho de 0,58%, de acordo com a ANP. A gasolina também verificou um leve aumento de 0,10% nesta semana, para valor médio de R$ 5,682 por litro. Embora discreto, o movimento foi suficiente para levar o combustível à sua décima semana consecutiva de altas. Concorrente direto da gasolina nas bombas, o etanol teve variação positiva de 0,3% no período, alcançando preço médio de R$ 4,401 por litro. A Petrobras reduziu o valor da gasolina em suas refinarias em 2% no último sábado, no primeiro reajuste desde o começo do mês passado. A cotação do diesel vendido pela estatal, por sua vez, permanece inalterada desde 1º de maio. Os preços nos postos, no entanto, não acompanham necessariamente e de imediato os valores nas refinarias, e dependem de uma série de fatores, incluindo impostos, mistura de biocombustíveis e margens de distribuição.
Grupo Pardini adquire Laboratório Paulo C. Azevedo por R$ 127 milhões
Líder no mercado de medicina diagnóstica no Pará, laboratório possui 22 unidades em Belém e em mais seis municípios. Fachada de loja do laboratório Hermes Pardini Filipi Abras/Hermes Pardini O Grupo Hermes Pardini fechou no fim da tarde desta sexta-feira (18) um acordo para adquirir 100% do Laboratório Paulo C. Azevedo, pelo valor de R$ 127 milhões. Fundado em 1941, o Laboratório Paulo C. Azevedo é líder no mercado de medicina diagnóstica do Pará. O laboratório possui 22 unidades em Belém e em mais seis municípios e emprega 600 pessoas. O laboratório também atende quatro hospitais no Estado. No ano passado, o Laboratório Paulo C. Azevedo realizou 4,5 milhões de exames e atingiu uma receita bruta de R$ 82 milhões, de acordo com o Grupo Pardini. Essa receita corresponde a cerca de 5% do faturamento do Grupo Pardini em 2020. A aquisição, de acordo com a companhia, faz parte dos esforços de expansão das operações para todas as regiões do país. O Grupo Pardini informou que pretende instalar no curto prazo um novo núcleo técnico avançado para realização, com mais agilidade, de exames vindos de laboratórios parceiros da região Norte. “Estamos certos de que a aquisição no Pará irá gerar valor não só aos pacientes, mas também aos médicos, operadoras de saúde, hospitais e laboratórios. Toda a cadeia de saúde será beneficiada”, afirmou, em comunicado ao mercado, Roberto Santoro, diretor-presidente do Grupo Pardini. A companhia, fundada em 1941, informou que pretende ampliar a oferta de exames de alta complexidade no Pará a partir dessa aquisição. O Grupo Pardini fechou o primeiro trimestre do ano com lucro de R$ 50 milhões, em alta de 217,7% em relação ao mesmo período de 2020. A receita líquida avançou 54,9%, para R$ 477,5 milhões. O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) foi de R$ 106,4 milhões, com alta de 110,6%. Dono de 13 marcas de laboratórios, o Grupo Pardini opera 148 unidades próprias em cinco Estados e emprega 6 mil pessoas. A companhia tem parcerias com 6,4 mil laboratórios e hospitais no país.



