Ir para o conteúdo

Voz de Brasília

  • Home
  • Sobre nós
    • Serviços
  • Publicações
  • Entrevistas
  • Turismo
  • Galerias
    • Galeria de Fotos
    • Galeria de Vídeos
  • Contato
  • Lula
  • PLANTÃO IA

Governo e entidades defendem isenção de taxas até 2045 para quem produz a própria energia

Economia

Vice-presidente da Câmara quer votar o projeto que cria marco para a geração distribuída na semana que vem. Texto está em discussão na Câmara desde 2019. Governo e entidades do setor elétrico chegaram a um consenso sobre o texto do projeto de lei que cria novas regras para consumidores que produzem a própria energia, a chamada geração distribuída (GD) — a maioria usa painéis fotovoltaicos. O vice-presidente da Câmara, deputado Marcelo Ramos (PL-AM), quer levar o projeto para votação na semana que vem, na forma apresentada pelo governo e pelas entidades. A pauta de votação da próxima semana ainda não foi divulgada. O relator é o deputado Lafayette de Andrada (Republicanos-MG), que já apresentou cinco versões do parecer, mas nenhuma teve consenso para ir à votação. Indústria, consumidores, distribuidores e governo divergiam sobre a proposta, em discussão na Câmara desde 2019. A geração distribuída não tem um marco legal. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) regula as atividades por meio de resoluções, o que gera insegurança jurídica. Por isso, Congresso e governo discutem uma regulamentação para o setor. Consumidores do sistema de geração distribuída — ou seja, que produzem a própria energia — não pagam pelo uso da rede elétrica nem por encargos cobrados de todos os consumidores do mercado regulado (quem consome luz de distribuidoras de energia, caso da maioria dos consumidores). Eles também não são afetados pelas bandeiras tarifárias, a cobrança adicional nas contas de luz quando há aumento do custo de produção da energia. Pela proposta do governo e das entidades do setor, consumidores que já possuem sistema de geração distribuída até a publicação da lei permanecerão isentos de cobranças até 31 de dezembro de 2045. Quem solicitar a entrada no sistema de geração distribuída até doze meses após a publicação da nova legislação também ficará isento até 2045. Para os novos consumidores, haverá uma regra de transição de seis anos. A proposta é que eles comecem a pagar por 15% dos custos associados à energia elétrica em 2023 — o percentual vai subindo gradativamente e a cobrança integral acontecerá somente em 2029. O Conselho Nacional da Politica Energética (CNPE) terá seis meses, a partir da publicação da lei, para definir as diretrizes dos custos a serem cobrados da geração distribuída. Os valores exatos serão calculados pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) em até 18 meses. As taxas a serem cobradas da geração distribuída devem abater “todos os benefícios ao sistema elétrico propiciados pela centrais de micro e minigeração” de energia. São considerados consumidores de geração distribuída os que têm capacidade instalada de até 3 megawatt. A maioria desses consumidores, entre pessoas físicas e empresas, usa painéis solares. Possível mudança na legislação provoca correria na instalação de painéis solares Conta Segundo a proposta do governo e das entidades, até que os custos da geração distribuída sejam pagos pelos próprios clientes, os consumidores do mercado regulado, ou seja, os atendidos pelas distribuidoras continuarão pagando a conta. O mecanismo, contudo, mudará. Será criado um encargo à Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), fundo usado para bancar subsídios à conta de luz para diversos segmentos da economia e da população. Atualmente, os custos da geração distribuídas são cobrados de todos os consumidores através das revisões tarifárias anuais das distribuidoras de energia. Críticas ao projeto O projeto que estabelece um marco da geração distribuída não é unanimidade. Especialistas criticam o fato de o texto manter subsídios aos consumidores que geram energia para o próprio uso, em detrimentos dos consumidores do mercado regulado. O argumento é que, no passado, fazia sentido subsidiar a geração distribuída para incentivar pessoas e empresas a instalarem painéis solares em suas casas/negócios. Porém, não faria mais sentido manter esse benefício por anos, transferindo o custo a consumidores que não têm condições de instalar sistemas próprios de geração de energia, na visão de parte dos especialistas. Já os consumidores da geração distribuída alegam que demoraram anos para ter retorno da instalação do sistema e que mudanças abruptas nas regras gerariam insegurança jurídica para o setor. Além do Ministério de Minas e Energia e da Aneel, apoiam a proposta a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), Associação Brasileira de Geração Distribuídas (ABGD), Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee) e Instituto Nacional de Energia Limpa e Sustentável (Inel).

12 de agosto de 2021 / 0 Comentários
leia mais

BRF tem prejuízo líquido no 2º trimestre em meio a maiores despesas financeiras

Economia

Companhia informou também que prejuízo líquido no trimestre atingiu R$ 240 milhões. Fachada da BRF REUTERS/Rodolfo Buhrer A companhia de alimentos BRF registrou prejuízo líquido de R$ 199 milhões no segundo trimestre de 2021, revertendo lucro de R$ 307 milhões visto no mesmo período do ano passado, conforme balanço divulgado nesta quinta-feira (12). Segundo a BRF, o prejuízo decorre de maiores despesas financeiras, cujos principais impactos foram a atualização do valor justo da opção de venda relacionada à combinação de negócios da Banvit e os juros associados ao endividamento, contingências, arrendamentos e passivos atuariais da empresa. A companhia também informou que, considerando o total societário, o prejuízo líquido no trimestre atingiu R$ 240 milhões. Já o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) ajustado da BRF somou R$ 1,271 bilhão no período, avanço de 23,2% na comparação anual.

12 de agosto de 2021 / 0 Comentários
leia mais

Reino Unido pode forçar Facebook a vender serviço de GIFs após investigação sobre concorrência

Economia

Autoridade britânica de concorrência afirma que a venda do Giphy para a rede social de Mark Zuckerberg pode prejudicar o mercado de publicidade gráfica. Acordo foi avaliado em US$ 400 milhões. Facebook Dado Ruvic/Reuters O Facebook poderá ser obrigado a vender a sua plataforma de GIFs depois de uma investigação no Reino Unido. A autoridade de concorrência do país afirmou nesta quinta-feira (12) que o acordo entre as empresas pode prejudicar o mercado de publicidade gráfica. O Giphy, site que permite criar e compartilhar GIFs, foi comprado em maio de 2020 pelo Facebook, que pretendia integrá-lo com o Instagram. O negócio foi avaliado em US$ 400 milhões pelo site “Axios”. Em janeiro de 2021, a Autoridade de Concorrência e Mercados do Reino Unido (CMA, na sigla em inglês) abriu uma investigação sobre o acordo. Em abril, o órgão determinou que a transação passasse por uma investigação aprofundada. “A aquisição do Giphy pode fazer com que o Facebook retire GIFs de plataformas concorrentes ou exija mais dados do usuário para acessá-los. Isso também remove um potencial desafiador para o Facebook”, afirmou o presidente da investigação independente para o CMA, Stuart McIntosh. Órgão de concorrência dos EUA diz que alegações do Facebook para encerrar contas de acadêmicos são ‘imprecisas’ Na investigação, o órgão britânico para concorrência descobriu que, antes da aquisição pelo Facebook, a Giphy planejava ampliar seus serviços de publicidade paga nos Estados Unidos para outros países, como o Reino Unido. Depois do acordo com a empresa de Mark Zuckerberg, o Giphy encerrou as parcerias de publicidade, de acordo com o CMA. “Discordamos das conclusões preliminares da CMA, que não acreditamos serem apoiadas por evidências”, disse um porta-voz do Facebook. “Como demonstramos, esta fusão é do melhor interesse das pessoas e empresas no Reino Unido – e em todo o mundo”. O porta-voz acrescentou que o Facebook continuará trabalhando com o CMA. O Giphy não comentou a decisão.

12 de agosto de 2021 / 0 Comentários
leia mais

BNDES tem lucro de R$ 5,3 bilhões no 2º trimestre

Economia

Vendas de ações de Vale e Klabin, contribuíram com um lucro líquido de R$ 7 bilhôes. Letreiro do BNDES no Rio de Janeiro Nacho Doce/Reuters O BNDES apresentou lucro liquido no segundo trimestre de R$ 5,3 bilhões, informou o banco de fomento nesta quinta-feira (12). As vendas de ações de Vale e Klabin, contribuíram com um lucro líquido de R$ 7 bilhôes e o desempenho no semestre ainda foi impulsionado pelo resultado positivo de R$ 1,4 bilhão com equivalência patrimonial de JBS. “Essas operações de desinvestimento seguem a estratégia de diminuir o risco da exposição da carteira de participações acionárias do banco”, informou o BNDES, em comunicado. Já o resultado da intermediação financeira atingiu R$ 6,6 bilhões, aumento de 50% em comparação ao primeiro trimestre deste ano, impactado pelo resultado bruto na venda de debêntures da Vale em abril. A carteira de participações societárias fechou o segundo trimestre em R$ 69,3 bilhões, um acréscimo de 12,7%, em função da valorização da portifólio em cerca de R$ 6,6 bilhões. A inadimplência acima de 90 dias se manteve em patamar baixo, porém passou de 0,01% em 31 de dezembro para 0,19% em 30 de junho, o que segundo o banco é um patamar inferior à média do Sistema Financeiro Nacional (2,30% em 30 de junho). Em julho, o BNDES pagou dívida junto ao Tesouro Nacional no total de R$ 16,5 bilhões e o saldo devedor atual é de, aproximadamente, R$ 99,7 bilhões. Considerando pagamentos antecipados (R$ 54,5 bilhões), ordinários (R$ 8,2 bilhões), dividendos (R$ 4,9 bilhões) e tributos (R$ 8,3 bilhões), o BNDES transferiu ao Tesouro Nacional R$ 75,9 bilhões neste ano, até julho.

12 de agosto de 2021 / 0 Comentários
leia mais

Auxílio emergencial: Caixa divulga calendário de pagamento das parcelas extras

Economia

Benefício será pago até outubro; depósito das novas parcelas começa no próximo dia 18. Em novembro, governo quer começar a pagar o Auxílio Brasil em substituição ao Bolsa Família. Auxílio emergencial 2021: regras da prorrogação A Caixa Econômica Federal divulgou nesta quinta-feira (12) o calendário da quinta, sexta e sétima rodadas do auxílio emergencial. O pagamento da quarta parcela terminou em 30 de julho. O auxílio acabaria em julho, mas foi prorrogado pelo governo por mais três meses. Com isso, o benefício será depositado até outubro. Auxílio Emergencial 2021: veja perguntas e respostas Veja como saber se você vai receber SAIBA TUDO SOBRE O AUXÍLIO EMERGENCIAL As três parcelas extras custarão mais R$ 20 bilhões aos cofres públicos, segundo o ministro da Cidadania, João Roma. Em novembro, o governo quer começar a pagar o Auxílio Brasil, programa que substituirá o Bolsa Família. O valor, contudo, só deve ser anunciado em setembro. “O programa termina quando começar o Auxílio Brasil, em novembro. E já está acertado com a equipe econômica um aumento de, pelo menos, 50% em relação ao Bolsa Família”, afirmou o presidente Jair Bolsonaro. O benefício médio do Bolsa Família é de cerca de R$ 190. VÍDEO: Veja as diferenças entre o Bolsa Família e o Auxílio Brasil Regras A quinta parcela do auxílio emergencial começa a ser paga no próximo dia 18. Recebem primeiro os beneficiários do Bolsa Família que migraram temporariamente para o auxílio. Depois, o calendário segue com os demais beneficiários. Como nas parcelas anteriores, o pagamento será escalonado de acordo com o mês de nascimento do titular. A Caixa continuará efetuando o pagamento primeiro com crédito em conta e, depois, com a liberação do saque em dinheiro. O banco esclarece que não haverá novo cadastro. Os beneficiários que já receberam as parcelas anteriores e que cumprem os requisitos vão receber as parcelas extras. Os valores das parcelas mensais permanecem os mesmos: beneficiários de famílias com um único integrante — R$ 150; beneficiários de famílias com dois ou mais membros — R$ 250; beneficiários de famílias chefiadas pelas mulheres — R$ 375. O presidente da Caixa, Pedro Guimarães, disse que o calendário divulgado nesta quinta é o final. “Nós não esperamos uma antecipação [dos pagamentos]”, disse em entrevista coletiva. Calendário – beneficiários do Bolsa Família Para quem recebe Bolsa Família, o calendário de pagamento das parcelas extras será pelo número final do cartão do beneficiário: NIS TERMINADO EM 1 5ª parcela – 18/08 6ª parcela – 17/09 7ª parcela – 18/10 NIS TERMINADO EM 2 5ª parcela – 19/08 6ª parcela – 20/09 7ª parcela – 19/10 NIS TERMINADO EM 3 5ª parcela – 20/08 6ª parcela – 21/09 7ª parcela – 20/10 NIS TERMINADO EM 4 5ª parcela – 23/08 6ª parcela – 22/09 7ª parcela – 21/10 NIS TERMINADO EM 5 5ª parcela – 24/08 6ª parcela – 23/09 7ª parcela – 22/10 NIS TERMINADO EM 6 5ª parcela – 25/08 6ª parcela – 24/09 7ª parcela – 25/10 NIS TERMINADO EM 7 5ª parcela – 26/08 6ª parcela – 27/09 7ª parcela – 26/10 NIS TERMINADO EM 8 5ª parcela – 27/08 6ª parcela – 28/09 7ª parcela – 27/10 NIS TERMINADO EM 9 5ª parcela – 30/08 6ª parcela – 29/09 7ª parcela – 28/10 NIS TERMINADO EM 0 5ª parcela – 31/08 6ª parcela – 30/09 7ª parcela – 29/10 Calendário – público geral Para o público-geral, o calendário seguirá o mês de nascimento do beneficiário: Nascidos em janeiro 5ª parcela – 20/08 6ª parcela – 21/09 7ª parcela – 20/10 Nascidos em fevereiro 5ª parcela – 21/08 6ª parcela – 22/09 7ª parcela – 21/10 Nascidos em março 5ª parcela – 21/08 6ª parcela – 23/09 7ª parcela – 22/10 Nascidos em abril 5ª parcela – 22/08 6ª parcela – 24/09 7ª parcela – 23/10 Nascidos em maio 5ª parcela – 24/08 6ª parcela – 25/09 7ª parcela – 23/10 Nascidos em junho 5ª parcela – 25/08 6ª parcela – 26/09 7ª parcela – 26/10 Nascidos em julho 5ª parcela – 26/08 6ª parcela – 28/09 7ª parcela – 27/10 Nascidos em agosto 5ª parcela – 27/08 6ª parcela – 29/09 7ª parcela – 28/10 Nascidos em setembro 5ª parcela – 28/08 6ª parcela – 30/09 7ª parcela – 29/10 Nascidos em outubro 5ª parcela – 28/08 6ª parcela – 01/10 7ª parcela – 30/10 Nascidos em novembro 5ª parcela – 29/08 6ª parcela – 02/10 7ª parcela – 30/10 Nascidos em dezembro 5ª parcela – 31/08 6ª parcela – 03/10 7ª parcela – 31/10

12 de agosto de 2021 / 0 Comentários
leia mais

JBS tem lucro de R$ 4,4 bi no 2º trimestre, melhor trimestre da história da companhia

Economia

Receita líquida teve alta de 26,7%, atingindo R$ 85,6 bilhões. Empresa anunciou antecipação de distribuição de dividendos no valor de R$ 2,5 bilhões. Logo da JBS Paulo Whitaker/Reuters A JBS, segunda maior companhia de alimentos do mundo, reportou lucro líquido recorde de R$ 4,4 bilhões no segundo trimestre, alta de 29,7% no comparativo anual, impulsionada pelo desempenho das operações na América do Norte, conforme balanço divulgado nesta quarta-feira (11). O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado da empresa também atingiu máxima histórica ao fechar o trimestre em R$ 11,7 bilhões, avanço de 10,3% na mesma base de comparação. Na mesma linha, a receita líquida consolidada subiu 26,7%, para R$ 85,6 bilhões. “Esse trimestre que estamos apresentando agora, o segundo, é o melhor de todos os trimestres da história da companhia. É o melhor em faturamento, em lucro líquido e o melhor operacional, em termos de Ebitda”, disse à Reuters o CEO global da JBS, Gilberto Tomazoni. Antecipação de dividendos Com isso, a empresa anunciou que fará a antecipação de distribuição de dividendos intercalares no valor de R$ 2,5 bilhões, o que representa 1 real por ação, a serem pagos em 24 de agosto de 2021. “Estamos conduzindo a JBS com olhos no futuro, mas sem perder o foco no curto prazo”, afirmou o executivo, ressaltando que a empresa tem avaliado oportunidades de crescimento por meio de aquisições e investimentos internos, mas, ao mesmo tempo, gera retorno para o acionista. Ele disse que as condições de mercado na América do Norte foram muito positivas, tanto em relação ao ciclo do gado — que favorece a JBS USA Beef — quanto no desempenho da PPC, que inclui a importante produtora de frangos Pilgrim’s. Soma-se a isso o retorno do consumo local e do food service nos EUA, após etapas mais críticas da pandemia da Covid-19, e demanda aquecida para exportação partindo das operações norte-americanas, que impulsionou o preço da carne. O resultado foi um Ebitda no segundo trimestre de R$ 7,1 bilhões para a JBS USA Beef e de R$ 2,5 bilhões para a PPC, que saltou 125,3% no ano a ano. Somente a JBS USA Pork teve recuo de 19,2%, para R$ 853,9 milhões. Em receita, as três unidades norte-americanas marcaram saldo positivo, com destaque para a alta de 18,8% da JBS USA Beef, a R$ 35,7 bilhões e avanço de 26,6% na PPC, para R$ 19,2 bilhões. Adversidades domésticas Marcadas por gargalos logísticos para a exportação, como falta de contêineres, e altos custos, principalmente com grãos usados na ração, as operações da JBS no Brasil amargaram desempenhos operacionais negativos no segundo trimestre, apesar das receitas terem subido apoiadas a preços melhores. O CEO lembrou também que houve impacto no trimestre de uma suspensão temporária do embarque de aves imposta pela Arábia Saudita sobre unidades da companhia, em maio. “Todos os indicadores de saúde das marcas são muito positivos. O que tivemos foram questões situacionais, dos grãos e Arábia Saudita”, pontuou Tomazoni. Neste contexto, o Ebitda ajustado da Seara atingiu R$ 808,7 milhões, queda de 25,1% no ano a ano. Já a receita subiu 39,8%, para R$ 8,9 bilhões, sendo R$ 4,7 bilhões provenientes do mercado externo. Quanto à despesa com farelo de soja e milho, usados na ração, a Seara vem compensando parcialmente com repasses aos preços, aliados a um melhor mix de mercados e foco em gestão de eficiência operacional –estratégia que inclui a importação do cereal para complementar a oferta local após quebra de safra no Brasil. Conforme antecipado pela Reuters, Tomazoni confirmou que a JBS negociou a compra de 30 navios de milho no mercado externo e disse que ainda não vê melhora significativa no cenário de oferta do país. “Não temos outras negociações além destes 30 navios, mas isso não quer dizer não faremos mais, se necessário for”, admitiu o CEO, sem descartar a hipótese de novas importações até o fim do ano.

12 de agosto de 2021 / 0 Comentários
leia mais

Eletrobras tem lucro de R$ 2,5 bilhões no 2º trimestre

Economia

Resultado representa uma alta de 439% frente ao mesmo período de 2020. Logo da Eletrobras, em prédio da estatal no Rio de Janeiro Pilar Olivares/Reuters A Eletrobras registrou lucro líquido de R$ 2,53 bilhões no segundo trimestre, alta de 439% frente ao mesmo período de 2020 (R$ 469 milhões), segundo balanço divulgado na noite desta quarta-feira (12). A receita operacional líquida atingiu R$ 7,959 bilhões no 2º trimestre, com crescimento de 49% na comparação anual. O Ebitda (sigla em inglês para lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização), considerado o principal termômetro da capacidade de geração de caixa, alcançou R$ 3,3 bilhões, alta de 64%. Em comunicado, a estatal informou que o resultado trimestral foi impulsionado “pelos resultados em transmissão, em decorrência da revisão tarifária periódica com efeitos a partir de julho de 2020 e pela melhora nos resultados de geração”, com aumento do volume e preços praticados nos contratos bilaterais no mercado livre de eletricidade. Por outro lado, o resultado foi negativamente impactado pelas provisões para contingências de R$ 1,099 bilhão, com destaque para $ 600 milhões de relativos ao empréstimo compulsório. A dívida líquida recorrente caiu para R$ 21 bilhões, contra R$ 16,9 bilhões no 2º trimestre do ano passado. A empresa fechou o trimestre com 12.182 empregados, contra 12.552 no final de junho do ano passado. No mês passado, o presidente Jair Bolsonaro sancionou a medida provisória que viabiliza a privatização da Eletrobras. A previsão é que o cronograma de privatização seja concluído até fevereiro, mas a venda de ações da empresa ao mercado ainda depende da finalização dos estudos sob coordenação do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e da aprovação da modelagem pelo TCU (Tribunal de Contas da União). Privatização da Eletrobras: entenda o projeto e veja os próximos passos

12 de agosto de 2021 / 0 Comentários
leia mais

Emprego: confira 523 vagas ofertadas através da Agência do Trabalho em 21 municípios nesta quinta-feira

Economia

Promotor de vendas, servente de obras e estoquista estão entre os cargos com oportunidades disponíveis. Salários informados chegam a R$ 4 mil. Oportunidade desta quinta-feira (12) foram disponibilizadas em 21 municípios Mauro Pimentel/AFP/Arquivo O sistema público da Secretaria do Trabalho, Emprego e Qualificação de Pernambuco (Seteq) oferece 523 vagas de emprego em 21 municípios do estado, nesta quinta-feira (12). Os interessados devem se candidatar às oportunidades através das Agências do Trabalho. Topógrafo, fiscal de loja, jardineiro, cozinheiro, açougueiro, administrador financeiro, soldador, vendedor pracista, nutricionista, analista de marketing e padeiro estão entre os postos de trabalho ofertados nos municípios (confira lista completa mais abaixo). As vagas foram disponibilizadas no Recife (120) e em Araripina (4), Arcoverde (4), Belo Jardim (2), Bezerros (9), Cabo de Santo Agostinho (106), Caruaru (15), Garanhuns (2), Goiana (23), Ipojuca (108), Nazaré da Mata (4), Palmares (44), Paudalho (4), Paulista (2), Pesqueira (1), Petrolina (5), Salgueiro (9), Santa Cruz do Capibaribe (49), São Lourenço da Mata (7), Serra Talhada (2) e Vitória de Santo Antão (3). Os interessados devem realizar agendamento para as unidades da Agência do Trabalho através do site da Seteq. Vagas de emprego Vagas para pessoas com deficiência Vagas temporárias Carteira digital Atualmente, o trabalhador pode usar a versão digital da carteira de trabalho (veja vídeo abaixo): Veja como ter acesso à carteira de trabalho digital Vídeos de PE mais vistos nos últimos 7 dias

12 de agosto de 2021 / 0 Comentários
leia mais

Cebraspe abre seleção para fiscais de sala em provas de concurso no DF

Economia

Prazo de inscrição vai até 20 de agosto. Aprovados ficam cadastrados para prestar serviço por até dois anos; ‘Remuneração é variável, de acordo com evento e quantidade de turnos trabalhados’, diz Cebraspe. Seleção forma cadastro para colaboradores com validade de até dois anos. Divulgação O Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe), responsável aplicar provas de concurso público, entre outras avaliações, abriu processo seletivo para contratar fiscais de sala no Distrito Federal. As inscrições vão até 20 de agosto, no site da banca, sem limite de vagas. “O valor da remuneração é variável, de acordo com o evento e a quantidade de turnos trabalhados”, diz o Cebraspe. LEIA TAMBÉM: Concursos: Veja certames com inscrições abertas Banco do Brasil: maior concurso da história tem mais de 1,5 milhão de inscritos Os aprovados passam por treinamento prévio e poderão prestar serviços por até dois anos (saiba mais abaixo). “A convocação ocorrerá conforme a demanda de provas aplicadas”, diz o Cebraspe. Para participar é preciso: Ter 18 anos de idade ou mais Ter Ensino Médio completo Não possuir vínculo com cursos preparatórios para concursos, seleções, avaliações e certificações Residir, preferencialmente, no Distrito Federal ou Entorno Função Os selecionados serão responsáveis por fiscalizar os candidato durante as provas, auxiliar na organização da sala e garantir o cumprimento dos protocolos de biossegurança estabelecidos pelo Cebraspe durante os eventos. Para exercer as atividades, os interessados passarão por treinamento e avaliações pela internet, começando até cinco dias após a inscrição no processo. Serão selecionados aqueles que tiverem aproveitamento de, pelo menos, 80%. VÍDEOS: Concursos e Empregos Leia mais notícias sobre a região no G1 DF.

12 de agosto de 2021 / 0 Comentários
leia mais

Veja as vagas de emprego oferecidas em Petrolina, Araripina e Salgueiro nesta quinta-feira (12)

Economia

Os interessados nas oportunidades podem entrar em contato com a Seteq através da internet. As oportunidades são disponibilizadas pela Agência do Trabalho de Pernambuco Divulgação Foram divulgadas as vagas de emprego disponíveis nesta quinta-feira (12) em Petrolina, Araripina e Salgueiro, no Sertão de Pernambuco. As oportunidades são disponibilizadas pela Agência do Trabalho de Pernambuco e atualizadas no G1 Petrolina. Os interessados nas oportunidades podem entrar em contato com a Seteq através da internet. O atendimento na Agência do Trabalho ocorre apenas com agendamento prévio, feito tanto pelo site da secretaria, quanto pelo Portal Cidadão. Petrolina Contato: (87) 3866 – 6540 Vagas disponíveis Salgueiro Contato: (87) 3871-8467 Vagas disponíveis Araripina Contato: (87) 3873 – 8381 Vagas disponíveis Vídeos: mais assistidos do Sertão de PE

12 de agosto de 2021 / 0 Comentários
leia mais

Paginação de posts

1 2 Próximo
Royal Elementor Kit Tema por WP Royal.