Massa polar atinge para as Regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste e sul da Região Norte do Brasil. Pedestres se protegem do frio na região da Avenida Paulista, em São Paulo. Dario Oliveira/Estadão Conteúdo A última semana do mês de julho será marcada pela onda de frio mais intensa e duradoura do inverno. A massa de ar frio polar que chegará ao país a partir desta quarta (28) irá baixar as temperaturas no Sul, Sudeste, Centro-Oeste e até mesmo na região Norte do país. Na serra gaúcha, a sensação térmica poderá chegar a -25°C. Segundo o Instituto Nacional de Metereologia (Inmet), a previsão de frio irá se prolongar entre os dias 28 de julho e 1° de agosto, provocando declínios de temperaturas entre 6ºC e 4ºC, especialmente nas áreas de maior altitude. Leia também: Frente fria derruba temperatura no Sul e Sudeste nesta semana; veja previsão para as capitais Frente fria histórica pode trazer novos recordes de temperatura à cidade de SP nesta semana Segundo a Climatempo, o risco de geada no final da semana é alto no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, e em áreas de São Paulo, Mato Grosso do Sul, sul de Minas e extremo sul do Rio de Janeiro. Um novo recorde de frio poderá ser registrado na serra catarinense. Segundo a Climatempo, a temperatura na região será de -8°C e -10°C. Devido a ação dos ventos, a sensação térmica será de muito mais frio. Em áreas altas de serra, especialmente entre os estado do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, a sensação de frio pode chegar a -25ºC. No Sudeste, as menores temperaturas estão previstas para quinta (29) e sexta-feira (30). Na serra da Mantiqueira, divisa entre São Paulo e Minas Gerais, as temperaturas mínimas devem ficar entre -2°C e -5°C e a máxima abaixo dos 15°C. Na quinta (29), segundo o Inmet, há previsão de geada em quase toda a Região Sul, sul do Mato Grosso do Sul e sudeste de São Paulo (com intensidade variando de moderada a forte). Na sexta (300, também poderá ocorrer geada no sul de Goiás. Veja mais vídeos sobre a previsão do tempo: Previsão de mais uma onda de frio
Frio intenso chega ao Brasil na quarta; sensação térmica pode chegar a -25°C na Serra Gaúcha
Tóquio se prepara para a passagem do tufão Nepartak; Olimpíadas mudam horários de competições
Finais do surfe foram adiantadas por conta da mudança no tempo. A organização dos jogos decidiu adiar as provas de remo e tiro com arco por conta da tempestade que poderá trazer ventos de até 100km/h. Equipe de remo dos EUA treina no mar de Tóquio em 18 de julho de 2021 Jae C. Hong/AP/Arquivo A capital do Japão se prepara, nesta segunda-feira (26), para a passagem do tufão Nepartak, previsto para tocar o país na próxima terça (27), segundo o serviço meteorológico japonês. A organização das Olimpíadas de Tóquio já anunciou uma série de mudanças nos horários das competições por conta da tempestade que poderá trazer ventos de até 100km/h. As finais do surfe foram adiantadas para evitar a mudança no tempo. Já as provas do remo e tiro com arco precisaram ser adiadas para depois da passagem do tufão. VEJA TAMBÉM: De ‘fadinha’ às Olimpíadas: A trajetória de Rayssa Leal, a sensação brasileira no skate Atleta do esgrima é pedida em casamento ao vivo na TV; veja vídeo Acompanhe a cobertura do ge em Tóquio Veja as últimas notícias sobre as Olimpíadas Rota do tufão Nepartak, no Japão Arte/G1 A trajetória prevista para o Nepartak parece evitar a cidade de Tóquio, sede da maior parte dos jogos. No entanto, alterações nas ondas e marés poderia afetar a realização de alguns esportes. Fortes rajadas de vento são esperadas na terça, portanto as condições podem ser impraticáveis para o remo, por exemplo, disse a organização olímpica. Toda a região da capital está sob alerta amarelo para tempestades, o mais baixo na escala japonesa. A temporada de tufões no Japão geralmente começa em maio e termina em outubro. VÍDEOS: Furacões, tufões e tempestades
Visitantes acompanham acasalamento de tubarões e transformam enseada em ponto turístico em Noronha
Animais da espécie lixa se reproduzem nos meses de julho e agosto. A cada dia, mais pessoas se reúnem em uma área perto do porto para filmar e fotografar o balé dos bichos. Vídeos mostram acasalamento de tubarões em Noronha Uma enseada na área do Porto de Santo Antônio, em Fernando de Noronha, virou ponto turístico. É que quando a maré enche esse local é procurado por tubarões da espécie lixa para o acasalamento. Por isso, os visitantes passaram a acompanhar o balé dos animais, que se reproduzem em julho e agosto (veja vídeo acima). A cada dia, a enseada é mais procurada. As pessoas observam do alto, fotografam e filmam. O condutor de visitantes Fagner Dias passou a incluir a área no roteiro dos turistas. “Tenho trazido os turistas para a enseada com muita frequência. Eu acredito que o número de tubarões cresceu nesta área. Na semana passada, contei 25 animais. Os visitantes apreciam muito”, falou o condutor. Tubarões na enseada em Noronha Ana Clara Marinho/TV Globo Os turistas aprovam o passeio. “Eu fiquei surpreso e contei 15 tubarões. A gente só vê esses animais na televisão. Observar pessoalmente é muito gratificante”, disse o motorista Willian Souza, que é de São Paulo. A professora Adriana Krebes, visitante do Rio Grande do Sul, esteve na enseada por acaso. “Eu vi a movimentação. Não sabia o que era e meu filho chegou a achar que era golfinho. Eu li muito sobre Noronha e não sabia desse local. É uma agradável surpresa”, declarou. Turistas procuram enseada para ver os tubarões do alto Ana Clara Marinho/TV Globo O engenheiro de pesca Léo Veras, pesquisador de tubarões, afirmou que a enseada é um local importante que atrai os animais. “A enseada tem água clara e calma. O local tem uma peculiaridade. É uma cratera vulcânica que foi erodida pelo oceano. Esse ponto tem um magnetismo mais forte e atrai os tubarões, revelou Veras. O estudioso disse que a enseada também conta com características que favorecem o acasalamento. Nessa época do ano, os tubarões da espécie lixa se reúnem no ritual do acasalamento. Os machos cortejam as fêmeas. Os machos dessa espécie só acasalam uma vez por ano e as fêmeas praticam o sexo a cada dois anos e, por isso, é um momento especial”, falou o pesquisador. Segundo Léo Veras, a fêmea se acasala com vários machos. “São vários machos para cada fêmea. Geralmente, o macho morde e imobiliza a fêmea. O tubarão macho tem dois órgãos geniais no ventre “, contou. Léo Veras mostra a arcada do tubarão da espécie lixa Ana Clara Marinho/TV Globo Na enseada, podem ser vistos tubarões com mais de dois metros. A área faz parte do Parque Nacional Marinho e não é permitido o mergulho. Léo Veras informou que a enseada dos tubarões é procurada pelos animais, da espécie limão, para acasalamento no período de janeiro e fevereiro. “O tubarão-limão é mais tímido. Nós não conseguimos ver facilmente durante o dia. Eles preferem acasalar no período da noite. São mais recatados, diferente dos tubarões da espécie lixa, que não estão nem aí “, falou Veras. Vídeos de PE mais vistos nos últimos 7 dias
Frente fria derruba temperatura no Sul e Sudeste nesta semana; veja previsão para as capitais
Essa onda de frio deve ser a mais intensa do inverno, com previsão de geada e neve em todo o Sul. Na quarta-feira (28), alguns estados podem registrar temperaturas negativas. País vai enfrentar a maior onda de frio deste inverno Uma forte frente fria vai avançar sobre o Brasil na última semana de julho, com chuva em vários estados. A temperatura deve começar a cair a partir de amanhã (27) no Sul. Já na quarta-feira (28), alguns estados podem registrar temperaturas negativas. Essa onda de frio deve ser a mais intensa do inverno. Frente fria histórica pode trazer novos recordes de temperatura à cidade de SP nesta semana Segunda tem chuva forte em cidades do RS; restante da semana será de frio intenso Segundo o Climatempo, o risco de geada no final da semana é alto no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, e em áreas de São Paulo, Mato Grosso do Sul, sul de Minas e extremo sul do Rio de Janeiro. Entre os dias 29 de julho e 1º de agosto, o frio predominará sobre o Centro-Sul do país e pode avançar até o sul da Bahia e em parte do interior do Nordeste, provocando declínios de temperaturas entre 6ºC e 4ºC, especialmente nas áreas de maior altitude. Registro de raio em Porto Alegre na madrugada desta segunda-feira (26). Reprodução / RBS TV Veja a previsão do tempo para as capitais para segunda (26) e terça (27): Aracaju Segunda: 28ºC / 22ºC Terça: 27ºC / 21ºC Belém Segunda: 32ºC / 23ºC Terça: 33ºC / 24ºC Belo Horizonte Segunda: 26ºC / 12ºC Terça: 27ºC / 13ºC Boa Vista Segunda: 32ºC / 24ºC Terça: 33ºC / 24ºC Brasília Segunda: 26ºC / 13ºC Terça: 27ºC / 13ºC Campo Grande Segunda: 34ºC / 19ºC Terça: 32ºC / 19ºC Cuiabá Segunda: 37ºC / 17ºC Terça: 38ºC / 18ºC Curitiba Segunda: 27ºC / 13ºC Terça: 25ºC / 14ºC Florianópolis Segunda: 27ºC / 16ºC Terça: 20ºC / 13ºC Fortaleza Segunda: 31ºC / 24ºC Terça: 31ºC / 23ºC Goiânia Segunda: 30ºC / 15ºC Terça: 31ºC / 15ºC João Pessoa Segunda: 28ºC / 22ºC Terça: 27ºC / 23ºC Macapá Segunda: 34ºC / 25ºC Terça: 34ºC / 25ºC Maceió Segunda: 27ºC / 21ºC Terça: 26ºC / 22ºC Manaus Segunda: 32ºC / 25ºC Terça: 31ºC / 25ºC Natal Segunda: 30ºC / 23ºC Terça: 30ºC / 23ºC Palmas Segunda: 35ºC / 19ºC Terça: 35ºC / 19ºC Porto Alegre Segunda: 22ºC / 15ºC Terça: 16ºC / 7ºC Porto Velho Segunda: 35ºC / 19ºC Terça: 35ºC / 20ºC Recife Segunda: 29ºC / 22ºC Terça: 28ºC / 22ºC Rio Branco Segunda: 31ºC / 17ºC Terça: 32ºC / 18ºC Rio de Janeiro Segunda: 31ºC / 13ºC Terça: 32ºC / 15ºC Salvador Segunda: 26ºC / 22ºC Terça: 27ºC / 22ºC São Luís Segunda: 31ºC / 24ºC Terça: 31ºC / 23ºC São Paulo Segunda: 28ºC / 13ºC Terça: 28ºC / 15ºC Teresina Segunda: 35ºC / 19ºC Terça: 35ºC / 22ºC Vitória Segunda: 27ºC / 16ºC Terça: 28ºC / 18ºC VÍDEOS mais vistos do G1 nos últimos dias
Amazônia: Como El Niño ajudou a devastar 2,5 bilhões de árvores e cipós em meio a seca e incêndios
Pesquisadores estudaram área afetada por El Niño em 2015 e 2016, descobrindo que seca e fogos causaram a morte de bilhões de plantas em área que representa apenas 1,2% de toda a Floresta Amazônica brasileira. Queimada de floresta amazônica ao lado da BR 163 no Pará deixou grande número de árvores mortas (na imagem, sem folhas e esbranquiçadas) Queimada de floresta amazônica ao lado da BR 163 no Pará deixou grande número de árvores mortas (na imagem, sem folhas e esbranquiçadas) A intensa seca e os incêndios florestais que atingiram a Amazônia em 2015 e 2016 mataram ao menos 2,5 bilhões de árvores e cipós em apenas uma pequena parte da floresta, descobriram pesquisadores. Amazônia tem 1º semestre de 2021 com maior número de alertas de desmatamento na Amazôniaem 6 anos Cientistas das Universidades de Oxford e Lancaster, no Reino Unido, e da Embrapa, ao lado de pesquisadores de outras instituições brasileiras e estrangeiras, examinaram a região que foi epicentro dos efeitos do El Niño na Amazônia: o Baixo Tapajós. Parte 1: Fenômeno El Niño causa impactos negativos na produção de melancia O El Niño é um fenômeno climático que envolve um aquecimento incomum do Oceano Pacífico. Em 2015 e no início de 2016, provocou efeitos devastadores em diferentes regiões do mundo—- na Amazônia, houve redução de chuvas e intensa seca em uma mata que normalmente é úmida, além de favorecer a disseminação de fogos causados por humanos. A área analisada pelos pesquisadores fica na região da cidade de Santarém, no Pará, e tem 6,5 milhões de hectares — maior que os Estados de Alagoas e Sergipe juntos. Essa “pequena” parte onde morreram bilhões de árvores representa apenas 1,2% da Amazônia brasileira. Floresta afetada pela seca e fogos na região de Santarém durante o El Niño em 2015 Erika Berenguer/Divulgação Os pesquisadores também calcularam quanto carbono foi liberado na atmosfera em consequência da morte dessas bilhões de árvores: 495 milhões de toneladas de CO² — valor maior que o liberado pela floresta em um ano inteiro de desmatamento. E descobriram ainda que as árvores continuaram a morrer e a liberar mais carbono na atmosfera por causa da seca provocada pelo El Niño anos depois do fenômeno climático. O estudo “Tracking the impacts of El Niño drought and fire in human-modified Amazonian forests” (monitorando os impactos da seca e incêndios do El Niño em florestas amazônicas com interferência humana) foi publicado nesta segunda (19/7) no periódico científico PNAS (Proceedings of the National Academy of Sciences of the United States of America). Como monitorar tantas árvores? Incêndios florestais na Amazônia são feitos de fogos bem pequenos, com chamas de 30 cm de altura que se movem muito devagar durante dias e dias de queima Erika Berenguer/Divulgação Desde 2010, pesquisadores monitoram 21 parcelas de terra da Floresta Amazônica espalhadas com até 100 km de distância umas das outras na região do Baixo Tapajós. Em 2015, observando a extrema seca causada pelo El Niño, resolveram verificar como o fenômeno impactaria as plantas daquela região. Eles já tinham mapeado 6.117 delas — “como num jogo de batalha naval”, explica a bióloga Erika Berenguer, das universidades de Oxford e Lancaster e autora principal do estudo. Cada árvore era registrada em quadrantes diferentes, com seu “X” e “Y” correspondente para facilitar sua identificação. Ao longo de três anos, entre outubro de 2015 e outubro de 2018, os pesquisadores voltaram trimestralmente para cada uma daquelas 21 parcelas de terra e verificavam árvore por árvore para saber qual havia sido seu destino. As árvores morrem pela seca ou pelo fogo causado por humanos. E esse fogo, por sua vez, pode ter diferentes origens. Uma delas, talvez a mais conhecida, é o desmatamento. Depois de derrubadas as árvores, o fogo é colocado para se livrar da floresta no chão. Outras origem são seu uso para a limpeza de pasto na Amazônia ou para incorporar os nutrientes da vegetação no solo — uma prática antiga que, no entanto, é afetada negativamente pela seca que deixa a paisagem mais inflamável. Esses fogos controlados podem escapar da área designada e entrar dentro de áreas de floresta. Em um período de seca, isso é perigoso. “A Amazônia é muito úmida. Normalmente esse fogo, se escapasse, morreria, igual fogo em um pedaço de pano molhado”, explica Berenguer. Mas como, no período analisado por cientistas, o clima estava muito seco — foram oito meses de seca — “o fogo, quando escapava, entrava na floresta”. “Ela estava como um pano seco parado no sol.” Brasil pode fazer mapa de risco de incêndio para evitar maiores perdas em eventos de seca Erika Berenguer/Divulgação São fogos bem pequenos, com chamas de 30 cm de altura, e que se movem muito devagar durante dias e dias de queima. “É lerdo e de baixa intensidade. Mas quando cobre grandes áreas, fica difícil de apagar”, diz a pesquisadora. Além disso, é difícil de ver, porque as árvores são altas. Sua fumaça, sim, é visível. Então, pesquisadores voltavam para aquelas parcelas de mata para ver se as árvores haviam morrido. É possível descobrir se uma árvore na Amazônia morreu de acordo com diferentes fatores. “Se não tem folha, é um sinal que já está morta, já que a maioria das árvores na Amazônia não perdem folhas em partes do ano”, explica Berenguer. Outra técnica: fazer um corte com um facão. “Você tira um pedaço da casca para ver se ela está seca ou não.” Ela explica que, diferentemente de outros biomas, a Amazônia não evoluiu com o fogo. “As árvores não estão preparadas para lidar com o fogo, elas têm uma casca muito fina, sem o isolamento térmico que árvores do cerrado têm. A casca de árvores da Amazônia são iguais a uma folha de papel. Ela é superfina, sem proteção alguma”, diz. Depois de descobrirem quantas árvores e cipós tinham morrido em excesso, os cientistas extrapolaram esse resultado para a área maior do Baixo Tapajós, de 6,5 milhões de hectares. “A gente sabe o quanto de floresta tem nessa área grande
EUA mantêm restrições a viajantes vindos do Brasil, União Europeia e Reino Unido por conta da variante delta
Mesmo após pedidos de reciprocidade da UE, que autoriza a entrada de americanos vacinados, os EUA continuam a barrar viajantes oriundos do exterior. Fila de acesso à área de segurança do aeroporto internacional de Denver, nos EUA, em 16 de junho de 2021 David Zalubowski/AP/Arquivo Os Estados Unidos irão manter a proibição da entrada de viajantes vindos do Brasil, de países da União Europeia, do Reino Unido e de outros países por conta da variante delta do coronavírus, informou nesta segunda-feira (26) a porta-voz da Casa Branca, Jen Psaki. “Vamos manter as restrições existentes. A variante delta, mais contagiosa, está se espalhando tanto aqui como no exterior”, disse Psaki. O país norte-americano restringiu as viagens da União Europeia, Reino Unido, China e Irã há mais de um ano devido à pandemia de Covid-19 e depois incluíram outros países, como a África do Sul, Índia e o Brasil. Secretária de imprensa da Casa Branca, Jen Psaki, em entrevista coletiva em 7 de abril de 2021 Kevin Lamarque/Reuters A restrição não é aplicada a pessoas que residam nos EUA ou sejam casadas com um cidadão americano ou que tenham residência permanente no país. Filhos ou irmãos de americanos ou residentes permanentes também podem entrar, desde que tenham menos de 21 anos. Membros de tripulações de companhias aéreas ou pessoas que ingressem no país a convite do governo dos EUA também estão isentas da proibição. Europa pede reciprocidade O país norte-americano mantém as restrições apesar dos pedidos de reciprocidade da União Europeia que em junho se abriu para os viajantes do país. Cidadãos dos EUA podem embarcar para os países do grupo, apresentando apenas um certificado de vacinação ou testes negativos do coronavírus. Formado por 27 países da Europa, o bloco aliviou as medidas de fronteira sob a pressão de nações com economias dependentes do turismo como Grécia, Espanha e Itália. VÍDEOS com notícias internacionais

