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Morcegos praticam distanciamento social quando estão doentes, aponta estudo

Meio Ambiente

Pesquisadores americanos descobriram que morcegos que estão se sentindo mal passam menos tempo perto de outros, um fenômeno que eles chamam de ‘distanciamento social passivo’. Morcegos-vampiros são animais sociais que gostam de cuidar uns dos outros e compartilhar comida Getty Images via BBC Uma nova pesquisa aponta que morcegos se distanciam socialmente quando estão doentes, passando menos tempo perto de outros e interagindo menos companheiros de grupo. O comportamento já havia sido observado em laboratório, mas pesquisadores da Universidade Estadual de Ohio, nos Estados Unidos, agora verificaram o mesmo com morcegos-vampiros selvagens em Belize, na América Central. O estudo foi publicado na revista Behavioral Ecology. Os cientistas monitoraram um grupo de morcegos que vivia dentro de uma árvore oca, equipando-os com minúsculos sensores de proximidade para descobrir como eles interagiam socialmente. Os pesquisadores ainda injetaram em 16 morcegos uma substância chamada lipopolissacarídeo, que fez seus sistemas imunológicos reagissem temporariamente como se estivessem doentes, para ver se seu comportamento mudaria. No total, havia 31 morcegos na árvore. Os 15 animais restantes receberam injeções de solução salina que não interferiram com seu sistema imunológico. Os pesquisadores dizem que nenhum dos morcegos foi ferido durante o experimento. 75% das doenças infecciosas emergentes que afetam o homem vieram de animais, diz brasileira que estuda relação entre epidemias e desmatamento das florestas Casal cria 1º roteiro de observação de morcegos do Brasil: ‘Acabar com o preconceito’ Menos interação social Foi observado que os morcegos “doentes” interagiram com cerca de quatro morcegos a menos do que os animais saudáveis. Eles não queriam participar dos rituais e cuidados recíprocos, moviam-se menos e agiam de forma mais sonolenta do que os outros. Essa diferença comportamental diminuiu seis horas após a injeção e quando os morcegos dormiam ou saíam em busca de comida. Após 48 horas, os efeitos da injeção desapareceram completamente, e os morcegos voltaram a ser tão sociais quanto antes. Ao se sentir mal, os morcegos reduziria a probabilidade de espalhar um vírus ao passar menos tempo com morcegos saudáveis, afirmam os pesquisadores. O principal autor do estudo, Simon Ripperger, chama isso de “distanciamento social passivo” e acredita que esse comportamento pode ser mais comum no reino animal do que sabemos. “Os sensores nos deram uma janela nova e surpreendente para como o comportamento social desses morcegos mudava de hora em hora e mesmo de minuto a minuto durante o dia e a noite, mesmo enquanto eles estavam escondidos na escuridão de uma árvore oca,” disse Ripperger. O distanciamento social passivo é comparado ao que humanos fazem ao ficar de cama quando se sentem mal, em vez de estar perto de outras pessoas. O comportamento é útil para a saúde geral de um grupo de animai,s porque torna menos provável que uma doença se espalhe. VÍDEOS: Mais vistos do G1 nos últimos 7 dias

28 de outubro de 2020 / 0 Comentários
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Zeta é rebaixado a tempestade tropical após tocar terra no Caribe mexicano

Meio Ambiente

Esta já é a a 28ª tempestade no Atlântico em 2020. Na quarta, ela deve se aproximar da costa dos EUA. Região de Tulum, em Quintana Roo, já havia sido atingida pelo ciclone Delta no começo do mês. Além do furacão Zeta, na semana passada a costa mexicana já havia enfrentado o furação Delta, que provocou destruição em comércios e residências. Henry Romero/Reuters O Zeta foi rebaixado a tempestade tropical, nesta terça-feira (27), após atingir a costa sudeste do México na noite de segunda-feira (26), quando foi classificado como um furacão de categoria 1. Dias atrás, a mesma região no Caribe mexicano, perto de um resort em Tulum, já havia sido atingida pelo ciclone Delta. A tempestade agora está localizada a 75 km do leste de Puerto Progreso, no estado de Yucatán, com ventos máximos sustentados de 110 km/h, segundo o Centro Nacional de Furacões dos Estados Unidos (NHC). O instituto espera que o Zeta ultrapasse o Golfo do México nesta terça-feira (27) e se aproxime da costa dos Estados Unidos na quarta-feira (28). O governador de Quintana Roo, Carlos Joaquín, disse que a passagem do furacão pelo estado – onde estão os balneários de Cancún, Tulum e Riviera Maia – não deixou vítimas ou danos significativos. “Os relatórios que temos até agora indicam um saldo em branco após a passagem do furacão Zeta por Quintana Roo”, postou Joaquín no Twitter. “Aeroportos em operação, hospitais e centros de saúde sem incidentes e obras sendo feitas para restaurar os serviços públicos que foram perdidos em algumas cidades e bairros”, acrescentou. Recorde de furacões em 2020 Imagem de satélite mostra cinco tempestades tropicais na região do Atlântico Norte nesta segunda-feira (14) NOAA via AP Na madrugada de 7 de outubro, o furacão Delta atingiu a costa perto de Cancún com a categoria 2 (de 5) na escala Saffir-Simpson, não deixando vítimas, apenas danos materiais. A passagem de furacões e tempestades é um novo golpe para esses resorts, que viram a chegada de visitantes cair drasticamente devido à pandemia covid-19. O turismo representa mais de 8% do PIB do México. A temporada de furacões de 2020 no Atlântico está registrando um recorde de atividade. Zeta é a 28ª tempestade. Esgotados os nomes dados a esses fenômenos, os meteorologistas começaram a identificá-los com o alfabeto grego. Vídeos: Os mais assistidos do G1 nos últimos 7 dias

28 de outubro de 2020 / 0 Comentários
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Wuhan: de epicentro da pandemia a um dos principais polos turísticos da China

Turismo

Wuhan recebeu quase 19 milhões de turistas de 1 a 7 de outubro, mais do que qualquer outra cidade chinesa A Torre do Grou Amarelo é um dos pontos turísticos mais visitados de Wuhan Getty Images Naquela que foi uma das cidades mais afetadas por um vírus sobre o qual — naquela época — pouco se falava e do qual nada se sabia, a vida voltou ao normal. E não só isso. Para a surpresa de muitos, Wuhan — onde o coronavírus Sars-CoV-2 foi detectado pela primeira vez, há quase um ano — agora se tornou um dos principais pontos turísticos da China. Somente durante a Semana Dourada, período festivo do gigante asiático que vai de 1 a 7 de outubro, a Província de Hubei atraiu mais de 52 milhões de turistas que geraram receitas de aproximadamente US$ 5,2 bilhões, o equivalente a R$ 29 bilhões. Turismo mundial sofre queda de 70% em 2020 devido à pandemia de Covid-19 E Wuhan, a capital regional, recebeu quase 19 milhões de visitantes, segundo dados do Departamento de Cultura e Turismo da Província. Ao mesmo tempo, grande parte do mundo é atingido por uma segunda onda de covid-19, que em alguns países até afetou mais pessoas do que a primeira. Na França, o governo impôs toque de recolher em oito cidades, incluindo a capital, Paris. No Reino Unido, há uma situação semelhante: Londres e outras regiões da Inglaterra entraram em uma espécie de retorno ao confinamento, que as impede de encontrar pessoas de outras que moram em outras casas em locais fechados. No continente americano, a situação não é melhor. Pela primeira vez desde o final de julho, os Estados Unidos (que já acumulam pelo menos 225 mil mortes por coronavírus) ultrapassaram 83 mil casos em um único dia na sexta-feira (23/10), enquanto a América Latina e Caribe superaram 10 milhões de casos positivos, com Brasil, Argentina, Colômbia, Peru e México encabeçando a lista por número de casos. No entanto, do outro lado do mundo, “a cidade heróica”, como a apelidou o presidente chinês Xi Jinping, o vírus parece uma lembrança desagradável e especialmente distante, se acreditarmos nos números oficiais. O governo chinês garante que em Wuhan não há um único caso de coronavírus. No entanto, várias organizações e especialistas acreditam que essa afirmação deve ser vista com cautela. O ‘renascimento’ de Wuhan No marco das comemorações do Dia Nacional da República Popular da China, o governo de Xi Jinping organizou um ato em uma estação de trem em Wuhan e, em um vídeo do evento publicado nas redes sociais, milhares de pessoas são vistas reunidas cantando e agitando a bandeira chinesa. “Wuhan renasce depois da covid-19 com mais força e vitalidade”, disse Hua Chunying, diretora adjunta do Departamento de Informação do Ministério das Relações Exteriores, ao postar um vídeo promocional no Twitter. Para Vivian Hu, editora do serviço chinês da BBC, o governo de Xi Jinping, com a ajuda da mídia estatal, está tentando passar a imagem de que está tudo bem em Wuhan, que as pessoas estão se divertindo e que prosperidade, e normalidade estão de volta. “E até certo ponto, é verdade: as pessoas estão viajando por toda a China e principalmente para Wuhan. Sim, a cidade parece ter voltado ao normal, mas para muitas pessoas e muitos empresários as coisas não são como antes e ainda há muita preocupação”, diz a jornalista, em Hong Kong. “Mas a mensagem que recebemos da propaganda chinesa é que o governo conseguiu controlar a pandemia com sucesso”, acrescenta. O governo de Hubei anunciou em agosto que cerca de 400 pontos turísticos da província seriam abertos a visitantes de todo o país gratuitamente, sendo a Torre do Grou Amarelo um deles Getty Images Até 27 de outubro, a China contabilizava 91.185 casos de covid-19 e menos de 5 mil mortes, enquanto os Estados Unidos, com uma população 4 vezes menor, registrou mais de 8,7 milhões de casos e pelo menos 225 mil mortes. “Há novos casos na China, mas aparentemente não em Wuhan. Se há novos casos, o governo deixa claro que está fazendo todo o possível para conter o novo surto de maneira eficiente e rápida”, explica Hu. As políticas que impulsionaram o setor A ressurreição de Wuhan como destino turístico preferido dos chineses não se deve ao acaso. Na verdade, deve-se em parte as políticas do governo. Em agosto, o governo de Hubei anunciou que cerca de 400 pontos turísticos da Província estariam abertos a visitantes de todo o país gratuitamente a partir do dia 8 daquele mês até o final do ano. E embora o número de visitantes a esses lugares estejam limitados a 50% de sua capacidade máxima e os visitantes devam ser submetidos a controles de temperatura, a resposta foi inesperada. Muitos dos turistas que escolheram Wuhan durante a Semana Dourada visitaram a histórica Torre do Grou Amarelo, localizada no centro da cidade. A estrutura atual, construída em 1981, foi um dos locais de entrada gratuita, patrocinados pelo governo chinês. De acordo com a agência de notícias Xinhua, pelo menos mil agências de viagens e mais de 350 hotéis aderiram à campanha do governo, oferecendo descontos aos visitantes. Para alguns analistas, o ressurgimento de Wuhan como destino turístico demonstra a confiança dos chineses no manejo da pandemia pelas autoridades locais e representa uma oportunidade de ouro para impulsionar a degradada indústria. “As pessoas sabem que Wuhan está melhor, ninguém visitaria a cidade se houvesse coronavírus. Os chineses estão dispostos a viajar para Wuhan, que costumava ser o epicentro de Covid-19 e isso, do ponto de vista do governo, é uma vitória.” Enquanto o setor está se recuperando depois de uma paralisação completa no início do surto de Covid-19, a receita do turismo no gigante asiático ainda deve cair 52% em 2020 em comparação com 2019, e o número de viagens diminuirá 43%, segundo a instituição de pesquisa China Tourism Academy (CTA). Para Ni, as coisas estão “gradualmente” voltando ao normal, mas ainda restam dúvidas se a situação vai

28 de outubro de 2020 / 0 Comentários
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Turismo mundial sofre queda de 70% em 2020 devido à pandemia de Covid-19

Turismo

A queda representa 700 milhões a menos de chegadas de turistas em todo o mundo, segundo agência da ONU para o turismo. Escadaria Selarón, ponto turístico no Rio de Janeiro Reprodução/ TV Globo A Organização Mundial do Turismo (OMT) anunciou nesta terça-feira (27) que, devido à pandemia de Covid-19, as viagens internacionais registraram uma queda de 70% nos oito primeiros meses de 2020 em relação ao mesmo período no ano passado. Os meses do verão no Hemisfério Norte – de junho a setembro – foram os piores para o setor. Segundo dados da OMT, o mês de julho teve -81% de viagens em relação ao ano passado, e agosto -79%. A queda representa 700 milhões a menos de chegadas de turistas em todo o mundo, uma perda de US$ 730 bilhões ao setor. Em comunicado, a OMT, agência da ONU sediada em Madri, afirma que o prejuízo é “oito vezes maior do que o registrado após a crise financeira de 2009”. A região da Ásia/Pacífico, que foi a primeira a ser atingida pela pandemia é também onde o setor do turismo é mais castigado (-79%), seguida pela África e pelo Oriente Médio (-69%), a Europa (-68%) e o continente americano (-65%).  A queda das chegadas de turistas na Europa durante o verão no Hemisfério Norte foi menos forte que em outros continentes (-72% em julho e -69% em agosto). No entanto, segundo a OMT, a recuperação foi curta já que novas restrições de viagens voltaram a ser determinadas segundo à segunda onda da Covid-19 no Velho Continente.  2021 não será melhor A situação não tende a melhorar nos próximos meses. A OMT não prevê uma recuperação do setor antes do fim de 2021. Especialistas ouvidos pela agência acreditam que o turismo mundial não vá se reerguer antes de 2022. A OMT responsabiliza os governos e a lentidão para colocar em prática planos para evitar a propagação da doença. Segundo a agência, houve falta de coordenação entre os países ao adotarem protocolos comuns, bem como a deterioração da situação econômica.  Em 2019, o turismo mundial registrou um crescimento de 4% nas chegadas de turistas. A França ocupava o primeiro lugar entre as destinações preferidas, diante da Espanha e dos Estados Unidos.  (Com informações da AFP) Veja mais vídeos de Turismo

28 de outubro de 2020 / 0 Comentários
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Aéreas precisam reduzir custos em 30% para evitar prejuízo em 2020, diz Iata

Turismo

Receita global das companhias deve cair 51% neste ano. As empresas aéreas precisam reduzir seus custos unitários em cerca de 30% para atingir o ponto de equilíbrio financeiro neste ano, estimou a Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata), que reúne 290 empresas aéreas no mundo. A receita global das empresas aéreas deve cair 51% neste ano em comparação a 2019, por causa dos efeitos da pandemia de covid-19. A receita menor exige das empresas mais esforços para cortar custos. No terceiro trimestre, os custos unitários das empresas aumentaram 40% em comparação com o mesmo intervalo do ano passado. De acordo com a Iata, mesmo reduzindo pela metade os gastos com folha de pagamento isso não seria suficiente para as empresas apresentarem lucro. “Não temos certeza hoje se as empresas vão conseguir fazer esses ajustes”, afirmou Brian Pearce, economista-chefe da Iata, em apresentação a jornalistas. Ano de 2020 será o pior da história das companhias aéreas, diz associação Pearce acrescentou que o cenário de recuperação para o setor aéreo mostra-se mais demorado do que o previsto inicialmente. “O turismo de negócios não deve voltar ao normal pelo menos nos próximos dois anos”, observou o economia. O turismo de negócios é o mais rentável e o principal gerador de receita para o setor aéreo. No Brasil, ele responde por cerca de 60% da receita do setor. Para 2021, o executivo vê um cenário difícil para o setor, com aumento nos gastos com combustível de aviação causado pela alta nos preços futuros do petróleo. Neste ano, o preço do combustível de aviação caiu 42% em relação ao ano passado, mas a tendência futura é de alta, observou Pearce. Assista as últimas notícias de economia

28 de outubro de 2020 / 0 Comentários
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DEPUTADA FEDERAL CELINA LEÃO

Notícias
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