O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) rejeitou nesta sexta-feira (12/6) o pedido feito por aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para impedir a exibição do filme Dark Horse durante o período eleitoral. A ação havia sido proposta pelo Grupo Prerrogativas e pelo deputado federal Rogério Correia (PT-MG).
Segundo o ministro Nunes Marques, presidente do TSE, os representantes da ação não têm legitimidade para questionar a exibição, já que não concorrem ao cargo de presidente da República. “Os representantes não disputam eleição na circunscrição nacional… ausente legitimidade ativa na representação por propaganda contra candidatos que concorrerão ao cargo de Presidente da República”, destacou o ministro.
Sobre o filme
Dark Horse é um drama biográfico que retrata a trajetória política do ex-presidente Jair Bolsonaro, desde a carreira militar até a chegada ao Planalto. O longa aborda a campanha presidencial de 2018, o atentado sofrido em Juiz de Fora (MG), a recuperação hospitalar, debates eleitorais e aspectos da vida pessoal, incluindo o casamento com Michelle Bolsonaro.
O filme ganhou atenção após vazamento de áudio em que o senador Flávio Bolsonaro solicita apoio financeiro do banqueiro Daniel Vorcaro para viabilizar a produção. Em resposta, o PT pediu à Polícia Federal e ao STF investigações sobre a obra, incluindo origem, circulação e destinação de recursos.













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