Brasília, quarta-feira, 23 de setembro de 2026
TRE do DF começa a lacrar urnas eletrônicas para as eleições; capital terá mais de 7,5…

TRE do DF começa a lacrar urnas eletrônicas para as eleições; capital terá mais de 7,5…

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Paulo Fayad
Redator
23 de setembro de 2026
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TRE começa a lacrar urnas eletrônicas. TV Globo/Reprodução O Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal iniciou, nesta quarta-feira (23), o processo de carga e lacração das urnas eletrônicas que serão utilizadas no primeiro turno das eleições deste ano. Nessa etapa, as urnas recebem os dados necessários para a votação e são preparadas, conferidas e lacradas, conforme previsto pela Justiça Eleitoral. 💡O TRE também é responsável pelo procedimento em urnas que serão utilizadas no exterior. Nesse caso, a lacração ocorreu nos dias 16 e 17 de setembro. Neste primeiro dia, 1.192 equipamentos passaram pelo processo. Desses, 1.105 são urnas regulares e 87 urnas de contingência — aparelhos que podem ser usados para substituir aqueles que apresentarem problemas durante a votação. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 no WhatsApp. Guia do eleitor: Qual a ordem de votação na urna? Até o dia 30 de setembro, 7.507 urnas eletrônicas serão preparadas, de acordo com a zona eleitoral correspondente. O procedimento é realizado de forma pública no Centro de Operações da Justiça Eleitoral e pode ser acompanhado por entidades fiscalizadoras, como o Ministério Público e a Ordem dos Advogados do Brasil, além dos partidos políticos, federações e coligações. Leia mais notícias sobre a região no g1 DF.

O Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF) deu início, nesta quarta-feira (23), ao processo crucial de carga e lacração das urnas eletrônicas que serão empregadas no primeiro turno das eleições deste ano. A medida marca uma etapa fundamental na preparação do pleito, garantindo que os equipamentos estejam devidamente configurados e seguros para o dia da votação, conforme as determinações da Justiça Eleitoral. A ação sublinha o rigor e a transparência com que as eleições são conduzidas na capital federal e em outras jurisdições sob responsabilidade do órgão.

Nesta fase preparatória, cada urna eletrônica recebe os dados essenciais para o processo eleitoral, sendo posteriormente preparada, conferida minuciosamente e lacrada. Este procedimento assegura a integridade das informações e a inviolabilidade dos equipamentos antes de serem distribuídos aos locais de votação. É um trabalho que exige precisão e atenção aos detalhes, visto que qualquer falha pode comprometer a credibilidade do processo democrático e a confiança dos eleitores no sistema.

A responsabilidade do TRE-DF se estende também aos equipamentos que serão utilizados por eleitores brasileiros residentes no exterior. Para essas urnas específicas, o procedimento de lacração já foi concluído, tendo ocorrido nos dias 16 e 17 de setembro. Essa antecedência na preparação demonstra a complexidade logística e a necessidade de planejamento prévio para atender aos cidadãos fora do território nacional, garantindo-lhes o direito ao voto.

G1 DF
Foto: G1 DF

No primeiro dia do processo, um total de 1.192 equipamentos passaram pela carga e lacração. Desse montante, 1.105 são urnas regulares, destinadas ao uso convencional nas seções eleitorais. Os outros 87 equipamentos são classificados como urnas de contingência, que desempenham um papel vital como substitutas em caso de falha ou problema técnico com as urnas principais durante o período de votação, assegurando a continuidade do processo.

A meta estabelecida pelo Tribunal é ambiciosa: até o dia 30 de setembro, um total de 7.507 urnas eletrônicas serão preparadas. Cada uma será configurada especificamente de acordo com a zona eleitoral correspondente, garantindo que os dados dos candidatos e eleitores estejam corretamente carregados para cada local de votação. A quantidade de equipamentos reflete a dimensão do eleitorado no Distrito Federal e a abrangência da infraestrutura necessária para a realização das eleições.

Um aspecto fundamental deste processo é a sua natureza pública, realizada no Centro de Operações da Justiça Eleitoral. Esta abertura permite que diversas entidades fiscalizadoras acompanhem de perto cada etapa, reforçando a transparência e a legitimidade do pleito. Entre as instituições que têm permissão para monitorar o procedimento estão o Ministério Público e a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), que atuam como guardiões da legalidade e da democracia.

Adicionalmente, partidos políticos, federações e coligações também têm o direito de acompanhar a carga e lacração das urnas. Essa participação ampliada de diferentes atores políticos e sociais serve como um mecanismo de controle e verificação, dissipando dúvidas e fortalecendo a confiança no sistema eleitoral. A visibilidade do processo é um pilar para a aceitação dos resultados e para a percepção de equidade por parte de todos os envolvidos no cenário político do Distrito Federal.