Cidade do Rio vive o setembro mais chuvoso em quase 30 anos
A cidade do Rio de Janeiro vivencia o mês de setembro mais chuvoso em 29 anos. O Centro de Operações e Resiliência da Prefeitura do Rio (COR-Rio) informou que a marca foi atingida nesta quarta-feira (23) ─ sete dias antes do fim do mês.
Com base em dados do Sistema Alerta Rio, serviço de meteorologia da prefeitura, a cidade somou o volume de 171,9 milímetros (mm) de chuva até o início da tarde desta quarta-feira.
Notícias relacionadas:Sudeste pode ter grande volume de chuva nesta quarta-feira.Sob El Niño, primavera deve ter calor, seca e tempestades severas.Fim de tarde e noite serão de céu encoberto e garoa em São Paulo.Para se ter uma ideia do que essa quantidade significa, é preciso comparar que 1 mm de chuva equivale a 1 litro de água para cada metro quadrado de uma localidade.
A prefeitura ressalta ainda que setembro de 2026 registra 19 dias seguidos de chuva. De acordo com o Alerta Rio, a chuva de setembro está relacionada à atuação de frentes frias e ao transporte de umidade do oceano em direção ao continente.
Previsão de mais chuva
O recorde de mês mais chuvoso deve se acentuar. Para os próximos dois dias (24 e 25), a previsão é de céu encoberto a parcialmente nublado, com chuva fraca a moderada isolada ao longo do período.
A marca recorde anterior pertencia a setembro de 2025, com 157,7 mm. Já o período mais seco foi registrado no ano anterior, 2024, com apenas 6,9 mm. A série histórica começa em 1997.

A cidade do Rio de Janeiro vive seu mês de setembro mais chuvoso em quase três décadas, um recorde que se estabeleceu ainda na primeira metade do período e deve se intensificar nos próximos dias. A marca histórica foi atingida nesta quarta-feira (23), sete dias antes do término do mês, conforme informado pelo Centro de Operações e Resiliência da Prefeitura do Rio (COR-Rio). Até o início da tarde desta quarta-feira, a cidade acumulava um volume de 171,9 milímetros (mm) de chuva, dado que supera os registros anteriores e coloca este mês como o mais úmido desde 1997.
Os dados, compilados pelo Sistema Alerta Rio, serviço de meteorologia da prefeitura, revelam uma precipitação notável. Para contextualizar, 1 milímetro de chuva equivale a 1 litro de água distribuído por cada metro quadrado de uma localidade. Assim, os 171,9 milímetros representam uma quantidade significativa de água que caiu sobre a capital fluminense em um curto espaço de tempo, evidenciando a intensidade e persistência do fenômeno.
Este setembro de 2026, em particular, se destaca não apenas pelo volume total de chuva, mas também pela sua continuidade. A prefeitura ressaltou que o mês registra uma sequência incomum de 19 dias consecutivos de precipitação. Essa persistência, de acordo com o Alerta Rio, está diretamente ligada à atuação de frentes frias que têm impactado a região, além do constante transporte de umidade proveniente do oceano em direção ao continente, criando as condições ideais para chuvas prolongadas.
A série histórica de dados meteorológicos para setembro na cidade do Rio de Janeiro, que começou a ser registrada em 1997, serve como um importante referencial para entender a magnitude do evento atual. O recorde anterior de mês de setembro mais chuvoso pertencia a 2025, quando foram contabilizados 157,7 mm de chuva. Em contraste, o período mais seco para o mesmo mês foi registrado no ano anterior, em 2024, com apenas 6,9 mm, uma diferença que sublinha a variabilidade climática observada na região.
As condições meteorológicas indicam que o recorde de mês mais chuvoso deve ser ainda mais acentuado antes do final de setembro. Para os próximos dois dias (24 e 25), a previsão do Alerta Rio é de céu encoberto a parcialmente nublado, com possibilidade de chuva fraca a moderada isolada ao longo do período. Essa previsão aponta para a continuidade das precipitações, que deverão adicionar milímetros ao volume já expressivo e solidificar ainda mais a posição de setembro de 2026 como o mais chuvoso em quase três décadas.
A Editoria de Governo Federal, por meio da Agência Brasil, acompanha de perto os impactos desses eventos climáticos, dada a relevância das condições meteorológicas para a infraestrutura urbana, a gestão de riscos e o bem-estar da população. A continuidade das chuvas no Rio de Janeiro, com o recorde já estabelecido, exige atenção das autoridades e da população, especialmente em áreas de maior vulnerabilidade a alagamentos e deslizamentos.
A situação do Rio de Janeiro se insere em um contexto climático mais amplo, como sugerido por notícias relacionadas que indicam um grande volume de chuva para o Sudeste, um El Niño que pode trazer calor, seca e tempestades severas, e condições de céu encoberto e garoa em São Paulo. Embora as causas específicas para o recorde do Rio estejam nas frentes frias e na umidade oceânica, a atenção para os padrões climáticos regionais e globais se mantém alta diante de tais eventos.
Diante do volume de 171,9 milímetros e dos 19 dias seguidos de chuva, a população carioca deve permanecer atenta aos comunicados das autoridades e às previsões meteorológicas. A marca de quase 30 anos sem um setembro tão chuvoso reforça a importância da preparação e da resiliência urbana frente a fenômenos climáticos extremos, que podem ter impactos significativos na rotina e na segurança dos moradores da cidade. A série histórica iniciada em 1997 continua a ser um termômetro valioso para entender e prever tendências futuras, destacando o ano de 2026 como um marco de precipitação para a capital fluminense.
Últimas Notícias

Corpo Diplomático celebra fortalecimento de parcerias sustentáveis em Brasília
23/09/2026
"Setor Comercial Sul vai voltar a ser o lugar mais nobre do DF", diz Celina
23/09/2026
Brasília registra aumento no fluxo de turistas e aposta em roteiros arquitetônicos
23/09/2026
Em sabatina, Ricardo Cappelli promete exonerar servidores comissionados
23/09/2026
