O mecânico Eduardo Jesus Rodrigues, de 24 anos, preso após matar brutalmente o empresário Flávio Cruz Barbosa dentro de uma oficina no Setor de Oficinas Norte, afirmou em depoimento à polícia que é “do bem” e não se considera perigoso.
Segundo informações da Metrópoles, Eduardo confessou o crime e relatou detalhes da execução, que chocou moradores do Distrito Federal.
Crime brutal dentro da oficina
De acordo com a investigação da Polícia Civil do Distrito Federal, o suspeito trabalhava havia apenas um dia na oficina de restauração de carros antigos pertencente à vítima.
Imagens de câmeras de segurança mostram o momento em que Eduardo chega ao local e agride Flávio Cruz Barbosa com um chute no rosto enquanto ele estava sentado. Em seguida, o criminoso desfere diversas facadas contra o empresário.
Após derrubar a vítima, o autor utilizou uma roda de ferro para esmagar repetidamente a cabeça do patrão já desacordado. Depois, arrastou o corpo pelo chão da oficina, deixando um rastro de sangue.
“Queria decapitar”
Em depoimento, Eduardo afirmou que pretendia decapitar a vítima, mas desistiu ao perceber que o empresário já estava morto.
Ainda segundo a polícia, ele declarou que vinha sofrendo ameaças e zombarias do patrão e alegou que a vítima teria ligação com um estupro coletivo sofrido por ele há cerca de quatro anos.
O suspeito também disse ser usuário de drogas, embora tenha afirmado estar sem consumir entorpecentes desde o início deste ano.
Histórico criminal e transtornos mentais
A Polícia Militar do Distrito Federal informou que Eduardo possui antecedentes por porte de arma branca e tráfico de drogas.
Segundo a PCDF, o homem apresenta transtornos mentais. Ele é natural de Luziânia e morava em Taguatinga.
Quem era a vítima
Flávio Cruz Barbosa, de 49 anos, era conhecido em Brasília pelo trabalho com restauração de veículos antigos e pela atuação no mercado de cervejas artesanais.
O empresário havia acabado de retornar de uma viagem de trabalho a Alexânia ao lado do irmão, Leonardo Cruz. Poucos minutos antes do crime, Leonardo deixou a oficina.
“Meu irmão era muito amado pelos familiares e amigos”, lamentou o irmão da vítima.







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