A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro informou ao STF que a pistola 9mm apreendida em blitz foi deixada inoperante por sua equipe de segurança para evitar riscos, devido às condições de saúde mental do político.
Entrega da arma
Bolsonaro teria pedido a um militar do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) para levar a arma ao conserto. A entrega teve como única finalidade a manutenção do armamento, que foi apreendido na blitz da Polícia Militar em Taguatinga, DF.
Motivo da inoperância
De acordo com os advogados, medicações psiquiátricas ministradas ao ex-presidente afetaram sua cognição. Por isso, sua equipe retirou o percussor da arma sem seu conhecimento, tornando-a inoperante.
Abordagem policial
Durante a blitz, o militar Estácio Leite da Silva Filho transportava o veículo oficial do GSI com duas armas: uma institucional e a pistola de Bolsonaro sem documentação no momento. A Polícia Militar conduziu o militar à 21ª DP, e a arma foi apreendida.
Situação legal de Bolsonaro
Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e 3 meses em prisão domiciliar humanitária desde março de 2026. A decisão judicial permite a posse de armas legalizadas, mas a defesa afirmou que o ex-presidente não deseja reaver a pistola enquanto estiver em prisão domiciliar.
GSI esclarece
O Gabinete de Segurança Institucional informou que não realiza segurança de ex-presidentes e que servidores à disposição destes são de livre indicação e não vinculados operacionalmente ao GSI.













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