A rede pública de saúde do Distrito Federal já realizou mais de 15,4 mil coletas do teste do pezinho em 2026. O exame é fundamental para detectar doenças raras e condições graves em recém-nascidos.
Segundo a Secretaria de Saúde do Distrito Federal, cerca de 40 mil procedimentos devem ser feitos ao longo do ano.
Desde 2023, o exame passou a incluir novas doenças no rastreamento, como doenças lisossomais, imunodeficiência combinada grave (SCID) e atrofia muscular espinhal (AME).
Hoje, o teste rastreia 62 condições diferentes por meio de gotas de sangue coletadas no calcanhar do bebê.
O responsável técnico distrital em triagem neonatal da SES-DF, Victor Araújo, destacou que o diagnóstico precoce pode mudar completamente a qualidade de vida da criança.
As coletas são realizadas em hospitais, maternidades, casas de parto e unidades básicas de saúde espalhadas por todo o DF.
Quando há suspeita de alteração, a família é encaminhada ao Hospital de Apoio de Brasília para realização de novos exames e acompanhamento especializado.
A SES-DF também informou que os pais podem acompanhar os resultados do exame em tempo real pela plataforma digital da secretaria.







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