O empresário italiano Paolo Zampolli, atual enviado especial para parcerias globais no governo de Donald Trump, provocou forte repercussão internacional após fazer declarações ofensivas contra mulheres brasileiras durante entrevista à emissora italiana Rai.
Na reportagem exibida no programa “A Guerra de Epstein”, Zampolli afirmou que “mulheres brasileiras são programadas para causar confusão” e, ao comentar sobre sua ex-esposa, a brasileira Amanda Ungaro, utilizou expressões ainda mais graves, chamando brasileiras de “putas” e de “raça maldita”.
Durante a entrevista, o conselheiro ainda declarou que “os brasileiros assistem novelas e são todos um pouco assim”, sugerindo que esse comportamento seria cultural. Ao ser questionado se seria uma questão genética, respondeu que não, mas insistiu que mulheres brasileiras seriam “programadas” para esse tipo de comportamento.
Amanda Ungaro, ex-modelo brasileira de 41 anos, foi deportada dos Estados Unidos em 2025 após viver mais de duas décadas no país. Ela afirma que a expulsão teria sido influenciada politicamente pelo ex-marido. Os dois enfrentam atualmente uma disputa judicial pela guarda do filho de 15 anos.
Zampolli mantém proximidade com Trump desde 2004 e já teve atuação relevante no círculo político do republicano. Ele também é citado em investigações ligadas ao caso Jeffrey Epstein e aparece em registros judiciais relacionados ao financista.
As declarações geraram forte indignação nas redes sociais e ampliaram críticas sobre xenofobia, misoginia e preconceito contra brasileiras no exterior.
Até o momento, não houve manifestação oficial da Casa Branca sobre o episódio.







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