Tiros em jantar com Trump causam pânico e evacuação em evento oficial nos EUA
Momentos de tensão marcaram um jantar oficial com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em Washington, após disparos do lado de fora do evento provocarem correria, evacuação e forte mobilização do Serviço Secreto.
A repórter da TV Globo, Raquel Krähenbühl, que estava no local, relatou ao Fantástico que convidados precisaram se esconder debaixo das mesas enquanto agentes armados invadiam o salão para proteger autoridades e retirar integrantes do governo americano .
O jantar, realizado desde 1921, reúne jornalistas, autoridades e representantes da Casa Branca em uma celebração da liberdade de imprensa. Naquela noite, cerca de 2.500 pessoas estavam no salão quando os tiros interromperam a cerimônia .
Trump estava acompanhado da primeira-dama Melania Trump e sentado ao lado da presidente da Associação dos Correspondentes da Casa Branca, Weijia Jiang. Também participavam do evento o vice-presidente JD Vance, a porta-voz Karoline Leavitt e integrantes do alto escalão do governo.
“De repente começou todo mundo a entrar debaixo da mesa, porque disseram que tinha sido tiros disparados lá fora”, contou Raquel .
Agentes do Serviço Secreto entraram rapidamente no salão e formaram um cerco de proteção ao redor das autoridades. O vice-presidente JD Vance foi o primeiro a ser retirado. Em seguida, Trump foi escoltado para fora do local por agentes fortemente armados.
Segundo testemunhas, o presidente chegou a tropeçar durante a evacuação, mas foi rapidamente reerguido pelos seguranças .
O suspeito foi identificado como Cole Tomas Allen Torrance, de 31 anos. Ele foi preso portando facas, uma espingarda e uma pistola. Segundo as investigações, ele havia enviado um manifesto à família afirmando que integrantes do governo eram seus alvos .
Trump classificou o suspeito como um “lobo solitário”. Este foi o terceiro atentado ou tentativa de assassinato contra o presidente em menos de dois anos.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva manifestou solidariedade a Trump e afirmou que o Brasil repudia veementemente qualquer forma de violência política.
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