É o primeiro resultado positivo desde 2013. O resultado é fruto de duas estratégias: melhoria do gasto público e do ambiente de negócios no Brasil. Corte de gastos no Poder Executivo Federal (cada poder é independente entre si para ampliar ou reduzir seus gastos), desburocratizações e menos intervenção do estado na economia.
O Brasil deve encerrar o ano com o superávit primário equivalente a 0,4% do Produto Interno Bruto (PIB).




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