Professores e orientadores educacionais da rede pública do Distrito Federal realizaram, nesta quarta-feira (18), uma assembleia geral com paralisação total das atividades. O encontro ocorreu no estacionamento da Funarte, em Brasília, e marca o início de um novo ciclo de mobilizações da categoria em 2026.
A principal pauta da mobilização envolve a reestruturação da carreira do magistério, com foco no cumprimento da Meta 17 do Plano Distrital de Educação. A medida prevê a equiparação salarial dos professores com outras carreiras de nível superior, uma demanda histórica da categoria.
Entre as reivindicações, também está o combate ao achatamento salarial, com proposta de redução dos padrões da tabela de progressão, o que permitiria avanço mais rápido na carreira e impacto positivo nas aposentadorias dos profissionais.
Outro ponto destacado pelos educadores é a necessidade de valorização por meio de gratificações e da nomeação de aprovados em concurso. Segundo o sindicato, ainda há um déficit significativo de profissionais, o que reforça a urgência da convocação de candidatos e o fortalecimento da educação pública no DF.
A mobilização também inclui posicionamento contra projetos como a militarização das escolas e cobra maior transparência nos processos previdenciários. A categoria defende melhorias estruturais e políticas públicas que garantam qualidade de ensino, valorização profissional e melhores condições para o funcionamento da rede pública de educação.




