O caso envolvendo a advogada argentina Agostina Páez ganhou novo capítulo e passou a repercutir fortemente na imprensa internacional após o pai dela, o empresário Mariano Páez, ser flagrado reproduzindo gestos racistas semelhantes aos que deram origem ao processo enfrentado pela filha no Rio de Janeiro.
Segundo jornais da Argentina, como La Nación e Clarín, o episódio foi tratado como um “escândalo sem fim”, ampliando a crise que já cercava o retorno de Agostina ao país após mais de dois meses no Brasil.
As imagens mostram Mariano em um bar de Santiago del Estero imitando movimentos de macaco, gesto que gerou forte revolta nas redes e reacendeu o debate sobre racismo, xenofobia e comportamento de turistas estrangeiros.
Agostina havia deixado o Brasil após conseguir habeas corpus mediante pagamento de fiança e retirada da tornozeleira eletrônica, mas segue respondendo ao processo em liberdade.
Diante da nova polêmica, a advogada publicou mensagem nas redes sociais repudiando a atitude do pai e afirmando que não tem qualquer relação com o novo episódio. Segundo ela, a repercussão representa “um pesadelo que não termina”.
A defesa do empresário alega que ele estava alcoolizado e sem lucidez no momento do vídeo, enquanto o próprio Mariano sustenta, sem provas, que as imagens teriam sido manipuladas por inteligência artificial.
O episódio mantém o caso em evidência no Brasil e na Argentina, especialmente em meio às discussões judiciais sobre injúria racial e responsabilização por manifestações discriminatórias.







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