Brasília, quinta-feira, 25 de junho de 2026
Três novos suspeitos são presos por morte de jovem em salto de rope jumping

Três novos suspeitos são presos por morte de jovem em salto de rope jumping

V
Voz de Brasília
Redator
21 de junho de 2026
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Após uma semana da morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, durante um salto de rope jumping na Ponte do Esqueleto, no interior de São Paulo, a Polícia Civil prendeu mais três suspeitos ligados ao caso. As novas prisões envolvem pessoas do Rio de Janeiro, que se somam aos três instrutores já detidos desde o dia do acidente.

Prisão e investigação

O delegado Antônio Luís Tuckmantel informou que todos responderão por homicídio com dolo eventual. Luis Felipe Feliciano Egoroff, Maicon Fernandes Cintra e Vitor de Freitas Gonçalves já tiveram prisão em flagrante convertida em preventiva. O grupo oferecia saltos de 40 metros por até R$ 180, sem possuir empresa formalizada para a atividade.

No dia do acidente, seis pessoas foram levadas à delegacia, mas apenas três permaneceram presas no Centro de Detenção Provisória II de Guarulhos. A Justiça de São Paulo negou o pedido de habeas corpus para dois desses instrutores. Imagens do acidente mostram a jovem sendo conduzida à plataforma e arremessada sem a devida conexão de segurança.

Falha na segurança

As investigações apontam que a checagem dos equipamentos foi ignorada antes do salto fatal. Testemunhas confirmaram que a conferência de segurança não foi realizada, e os envolvidos não souberam explicar quem deveria conectar a corda nem por que o procedimento não foi feito.

Repercussão

Após o acidente, os perfis nas redes sociais ligados ao grupo organizador foram excluídos. A Polícia Civil reforçou que os organizadores não tinham qualificação adequada nem empresa constituída para promover os saltos. Maria Eduarda caiu de cerca de 40 metros porque a corda de segurança não foi presa, permanecendo enrolada na estrutura de onde ela saltou.