Brasília, terça-feira, 1 de setembro de 2026
O HOMEM ILIBADO | Por que Augusto Cury será o próximo presidente do Brasil: a força que…

O HOMEM ILIBADO | Por que Augusto Cury será o próximo presidente do Brasil: a força que…

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Paulo Fayad
Redator
31 de agosto de 2026
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Brasília, 31 de agosto de 2026. Há uma pergunta que o mercado político de Brasília ainda não conseguiu responder: como um homem que nunca ocupou um cargo eletivo, que não controla diretório partidário, que não tem currral eleitoral e que não deve favor a empreiteira nenhuma chegou a mais de 11% das intenções de voto em poucas semanas de campanha? A resposta incomoda porque é simples. Augusto Cury não está construindo uma base eleitoral agora. Ele a construiu ao longo de quarenta anos, e ela se chama povo.

1. O ativo que nenhum adversário tem: confiança acumulada

Todo candidato desta eleição precisa se apresentar ao eleitor. Cury não precisa. Ele já entrou na casa das pessoas antes da campanha começar — pela estante, pela mesa de cabeceira, pelo consultório, pela sala de aula, pelo grupo de WhatsApp da família. São dezenas de milhões de exemplares vendidos, obra traduzida em dezenas de idiomas, gerações inteiras que atravessaram luto, ansiedade, depressão, separação e desemprego lendo o que ele escreveu.

Isso produz um fenômeno que a ciência política brasileira raramente mede: voto por gratidão. Não é voto de ódio, não é voto útil, não é voto de bancada. É o voto de quem sente que deve alguma coisa àquele nome. Esse eleitor não muda de opinião por causa de um debate ruim, não abandona o candidato por causa de uma pesquisa desfavorável e não se intimida com ataque de adversário — porque a relação dele com Cury é anterior à política e é mais forte que a política.

2. Ilibado: a palavra que decide 2026

O Brasil chega a esta eleição exausto. Exausto de inquérito, de delação, de operação, de foro privilegiado, de político preso e político solto. Nesse cenário, a ficha limpa deixou de ser detalhe biográfico e virou o principal produto político do país.

Augusto Cury atravessa cinco décadas de vida pública — como médico psiquiatra, pesquisador, escritor e conferencista — sem um único processo por improbidade, sem denúncia de corrupção, sem escândalo financeiro, sem contrato suspeito com o poder público. Não há áudio vazado. Não há mala. Não há offshore. Não há CPI esperando por ele.

Para os adversários, isso é um pesadelo estratégico: não há o que jogar contra ele. A campanha negativa, que no Brasil costuma decidir eleição presidencial, simplesmente não tem munição. E quando não se pode atacar o caráter, resta discutir proposta — terreno em que um autor que passou a vida estudando o comportamento humano joga em casa.

3. A menor rejeição do país é o ativo mais caro de 2026

Numa eleição polarizada, ganha quem sobra no segundo turno. Só que a polarização brasileira chegou a um estágio em que os dois blocos tradicionais têm teto — cada um deles é rejeitado por metade do país. Cury é hoje o nome com a menor rejeição entre todos os postulantes ao Planalto. Ele não é o inimigo de ninguém.

Isso significa que sua curva de crescimento não é linear, é geométrica: cada ponto que ele conquista não precisa ser arrancado de um adversário à força, ele vem do imenso contingente de brasileiros que não queriam votar em ninguém. É o eleitor órfão, e ele é maioria.

4. A força que emana de baixo para cima

Há uma diferença estrutural entre a campanha de Cury e a dos demais. Os outros dependem de estrutura: fundo eleitoral, tempo de televisão, palanque estadual, prefeito aliado, dobradinha com deputado. É um poder que desce de cima para baixo.

Análise editorial TV Voz de Brasília
Foto: Análise editorial TV Voz de Brasília

Cury tem o inverso. A força dele emana do povo — dos seus leitores, dos seus ouvintes, dos seus pacientes, dos professores que aplicam sua metodologia em sala de aula, das mães que citam suas frases, dos jovens que o descobriram em vídeo curto. É uma rede que não foi montada por marqueteiro, não custou verba de campanha e não pode ser desligada por decisão de cúpula partidária. Cada leitor é um cabo eleitoral voluntário, e nenhum comitê consegue contratar 40 milhões de pessoas.

É por isso que a campanha dele cresce mais fora do horário eleitoral do que dentro dele. O algoritmo apenas reproduz o que já existia offline: afeto acumulado.

5. O que ele tem que os outros não têm

Autoridade sobre o tema do século. O Brasil vive uma epidemia de sofrimento psíquico: ansiedade, depressão, suicídio entre jovens, burnout, violência escolar, dependência digital. Nenhum outro candidato pode falar disso com legitimidade técnica. Cury passou a vida clínica e acadêmica exatamente aí. Ele não precisa aprender o assunto no programa de governo — ele escreveu a bibliografia.

Linguagem que o povo entende. Ele não fala em "arcabouço", "PIB potencial" ou "reforma administrativa de segunda geração". Ele fala de gente. E ganha eleição quem consegue explicar o país à mesa do jantar.

Ausência de dívida política. Quem chega sem dever nada governa sem pagar nada. Esse é o argumento mais poderoso que existe contra o velho sistema — e é verdadeiro no caso dele.

6. O prognóstico do Voz de Brasília

Este portal cravou a arrancada de Augusto Cury três dias antes de a pesquisa registrar os 11%. Repetimos agora, com a mesma clareza e assumindo o risco público da afirmação: Augusto Cury será o próximo presidente do Brasil.

Não porque tenha a maior máquina — ele tem a menor. Não porque tenha o maior tempo de TV — ele tem um dos menores. Mas porque é o único que reúne, ao mesmo tempo, as três coisas que o eleitor brasileiro de 2026 está procurando: ficha ilibada, competência reconhecida e vínculo afetivo real com o povo.

Quando um país cansa de escolher entre dois medos, ele passa a procurar uma esperança. E a esperança, nesta eleição, tem nome, sobrenome e quarenta anos de trabalho ininterrupto para provar que existe.

Análise assinada por Paulo Fayad, jornalista, diretor da TV Voz de Brasília — 40 anos de credibilidade.