Brasília, sexta-feira, 21 de agosto de 2026
MP impugna candidatura de Gustavo Rocha como vice de Celina Leão ao governo do DF

MP impugna candidatura de Gustavo Rocha como vice de Celina Leão ao governo do DF

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Redação Voz de Brasília
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21 de agosto de 2026
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Celina Leão (PP) e Gustavo Rocha (Republicanos). Agência Brasília O Ministério Público Eleitoral apresentou, nesta sexta-feira (21), uma impugnação ao registro de candidatura de Gustavo do Vale Rocha (Republicanos) ao cargo de vice-governador do Distrito Federal nas eleições de 2026. O caso será analisado pelo Tribunal Regional Eleitoral do DF. 🔎 Impugnar é o ato de apresentar oposição ou contestar algo. Ou seja, a impugnação de registro de candidatura é a forma de tentar que determinada pessoa não possa ser candidato ou candidata por não cumprir as condições exigidas. Gustavo Rocha foi secretário da Casa Civil do DF ao longo do governo Ibaneis Rocha (MDB). Em 2 de abril, ele deixou o cargo para se candidatar a vice de Celina Leão (PP), atual governadora e candidata à reeleição. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 no WhatsApp. Celina Leão lança oficialmente pré-candidatura ao GDF O MP Eleitoral, no entanto, afirma que Gustavo Rocha seguiu exercendo a função de secretário-chefe da Casa Civil após o prazo limite. Uma das atividades citadas pelo Ministério Público é a presença de Rocha como representante do governo do DF em uma audiência de conciliação no Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o empréstimo bilionário para salvar o Banco de Brasília (BRB). LEIA TAMBÉM: MP impugna candidatura de Arruda ao governo do DF; Justiça Eleitoral vai analisar Gustavo Rocha (Republicanos), em imagem de arquivo. Arquivo Pessoal 'Advogado pessoal' de Celina A reunião em questão aconteceu em 26 de maio, após a exoneração. Ou seja, para os procuradores, o então pré-candidato continuou exercendo atribuições próprias da Casa Civil, mesmo após o desligamento formal do cargo. Procurado pelo g1, Gustavo Rocha afirmou que houve um "erro" na ata da audiência do STF – que cita o ex-secretário como "representante do governo" – que pediu a correção do documento. Uma foto feita pelo próprio STF, no entanto, mostra Gustavo Rocha na reunião citada. Ele aparece em um sofá mais afastado da mesa de negociação, ao fundo. Veja abaixo: Imagem mostra Gustavo Rocha em reunião audiência de conciliação no Supremo Tribunal Federal (STF), que tratou de negociações envolvendo a União, o Banco Central e o Banco de Brasília (BRB). Reprodução/STF Questionado sobre a imagem, Gustavo Rocha disse que participou da audiência como "advogado pessoal" da governadora Celina Leão. Nenhum outro advogado pessoal aparece nas imagens feitas pelo STF. Na mesa de negociação, há pelo menos três representantes do governo do DF: a governadora Celina Leão; o secretário de Economia, Valdivino de Oliveira; e a procuradora-geral do DF, Diana de Almeida Ramos. O que acontece agora? Na ação, o Ministério Público pede que o TRE-DF indefira o registro da candidatura de Gustavo Rocha. Caso ele venha a ser eleito antes de uma decisão definitiva sobre o processo, o órgão também pede que ele seja impedido de assumir o cargo. Leia mais notícias sobre a região no g1 DF.

Celina Leão (PP) e Gustavo Rocha (Republicanos). — Foto: Agência Brasília

O Ministério Público Eleitoral apresentou, nesta sexta-feira (21), uma impugnação ao registro de candidatura de Gustavo do Vale Rocha (Republicanos) ao cargo de vice-governador do Distrito Federal nas eleições de 2026.

O caso será analisado pelo Tribunal Regional Eleitoral do DF.

🔎 Impugnar é o ato de apresentar oposição ou contestar algo. Ou seja, a impugnação de registro de candidatura é a forma de tentar que determinada pessoa não possa ser candidato ou candidata por não cumprir as condições exigidas.

Gustavo Rocha foi secretário da Casa Civil do DF ao longo do governo Ibaneis Rocha (MDB). Em 2 de abril, ele deixou o cargo para se candidatar a vice de Celina Leão (PP), atual governadora e candidata à reeleição.

O MP Eleitoral, no entanto, afirma que Gustavo Rocha seguiu exercendo a função de secretário-chefe da Casa Civil após o prazo limite.

Uma das atividades citadas pelo Ministério Público é a presença de Rocha como representante do governo do DF em uma audiência de conciliação no Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o empréstimo bilionário para salvar o Banco de Brasília (BRB).

MP impugna candidatura de Arruda ao governo do DF; Justiça Eleitoral vai analisar

Gustavo Rocha (Republicanos), em imagem de arquivo. — Foto: Arquivo Pessoal

A reunião em questão aconteceu em 26 de maio, após a exoneração. Ou seja, para os procuradores, o então pré-candidato continuou exercendo atribuições próprias da Casa Civil, mesmo após o desligamento formal do cargo.

Procurado pelo g1, Gustavo Rocha afirmou que houve um "erro" na ata da audiência do STF – que cita o ex-secretário como "representante do governo" – que pediu a correção do documento.

Uma foto feita pelo próprio STF, no entanto, mostra Gustavo Rocha na reunião citada. Ele aparece em um sofá mais afastado da mesa de negociação, ao fundo. Veja abaixo:

Reunião de conciliação sobre o empréstimo ao BRB no Supremo Tribunal Federal, em maio — Foto: Luiz Silveira/STF

Questionado sobre a imagem, Gustavo Rocha disse que participou da audiência como "advogado pessoal" da governadora Celina Leão.

Nenhum outro advogado pessoal aparece nas imagens feitas pelo STF naquele encontro.

Na mesa de negociação, há pelo menos três representantes do governo do DF: a governadora Celina Leão; o secretário de Economia, Valdivino de Oliveira; a procuradora-geral do DF, Diana de Almeida Ramos, e o procurador do DF Eduardo Muniz.

Com a impugnação (contestação) pelo Ministério Público Eleitoral, a chapa de Celina e Gustavo Rocha terá prazo para apresentar defesa. Depois, o tema será julgado pelo Tribunal Regional Eleitoral do DF.Qualquer que seja a decisão, pode haver recurso para o Tribunal Superior Eleitoral (TSE).Caso a chapa seja eleita e o julgamento não tenha sido concluído em definitivo, o MP Eleitoral pede que Gustavo Rocha seja impedido de tomar posse. Essa demanda também será

Na ação, o Ministério Público pede que o TRE-DF indefira o registro da candidatura de Gustavo Rocha. Caso ele venha a ser eleito antes de uma decisão definitiva sobre o processo, o órgão também pede que ele seja impedido de assumir o cargo.

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