Brasília, domingo, 20 de setembro de 2026
Flávia Saraiva é ouro nas assimétricas da Copa do Mundo de ginástica

Flávia Saraiva é ouro nas assimétricas da Copa do Mundo de ginástica

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Paulo Fayad
Redator
19 de setembro de 2026
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A ginasta Flávia Saraiva foi campeã das disputas das barras assimétricas na etapa da Hungria da Copa do Mundo. A brasileira alcançou, na manhã deste sábado (19), a somatória de 13,366. Em quarto lugar, Lorrane Oliveira ficou a apenas 00,067 pontos do pódio.

A norte-americana Tatum Drusch foi a segunda colocada e a eslovaca Barbora Kundraft fechou o pódio.

Notícias relacionadas:Brasil faz história e leva dois ouros no Mundial de ginástica rítmica.Integrando a série challenge e também o circuito mundial da modalidade, o evento é a penúltima competição do tipo na temporada.

Na próxima semana, a etapa de Paris (França) fecha a temporada. Depois, acontecerá o Mundial de Ginástica Artística 2026 em Roterdã (Holanda), entre 17 e 25 de outubro.

Flávia Saraiva brilha na Hungria e conquista ouro nas barras assimétricas da Copa do Mundo de Ginástica

A ginasta brasileira Flávia Saraiva elevou o nome do Brasil ao lugar mais alto do pódio na manhã deste sábado (19), ao conquistar a medalha de ouro nas disputas das barras assimétricas durante a etapa da Hungria da Copa do Mundo de Ginástica. Com uma performance que impressionou os jurados e o público, a atleta alcançou uma expressiva somatória de 13,366 pontos, consolidando sua posição como uma das grandes referências da ginástica artística mundial. O feito de Saraiva marca mais um capítulo de sucesso para o esporte brasileiro em competições internacionais.

A competição, que integra a prestigiosa série challenge e também faz parte do circuito mundial da modalidade, viu a brasileira se destacar entre um seleto grupo de talentos. A vitória de Flávia Saraiva não apenas ressalta sua técnica apurada e dedicação, mas também reforça a presença forte do Brasil no cenário da ginástica artística. Sua pontuação superior garantiu que a bandeira brasileira fosse erguida, ecoando o espírito de superação e excelência que o país tem demonstrado na arena esportiva global.

Agência Brasil
Foto: Agência Brasil

O pódio das barras assimétricas foi completado pela norte-americana Tatum Drusch, que garantiu a segunda colocação com uma exibição de alto nível, mostrando a competitividade acirrada da modalidade. A eslovaca Barbora Kundraft também se destacou, fechando o pódio na terceira posição, demonstrando a diversidade de talentos e a abrangência geográfica da ginástica artística de elite. A presença de atletas de diferentes nacionalidades no pódio sublinha o caráter global e o alto padrão técnico exigido nas competições da Copa do Mundo.

Além do brilho de Flávia Saraiva, a delegação brasileira teve outro desempenho notável com a ginasta Lorrane Oliveira. Embora não tenha alcançado o pódio, Lorrane demonstrou grande potencial ao finalizar sua participação na quarta colocação. A proximidade da ginasta com a zona de medalhas foi mínima, ficando a apenas 0,067 pontos de conquistar um lugar entre as três primeiras. Este resultado, embora não tenha sido uma medalha, é um indicativo promissor do talento e da profundidade do elenco brasileiro na ginástica.

O evento na Hungria representa a penúltima competição do tipo na temporada, inserindo-se em um calendário robusto que prepara os atletas para os desafios futuros. A Copa do Mundo é uma série de torneios que permitem aos ginastas aprimorar suas rotinas, testar novas estratégias e acumular experiência valiosa em um ambiente competitivo de alto nível. Para Flávia Saraiva e Lorrane Oliveira, a participação nesta etapa é crucial para a manutenção do ritmo e o desenvolvimento contínuo de suas habilidades.

Este desempenho em destaque na Copa do Mundo de Ginástica surge em um momento de grande euforia para o esporte brasileiro. Notícias relacionadas indicam que o Brasil fez história recentemente ao conquistar dois ouros no Mundial de Ginástica Rítmica. Esses resultados demonstram um período fértil para a ginástica brasileira como um todo, com atletas de diferentes modalidades trazendo reconhecimento e vitórias para o país. Tal cenário positivo incentiva a base do esporte e inspira futuras gerações de ginastas.

Com o encerramento da etapa húngara, o foco da temporada se volta para a próxima e última competição do circuito mundial de 2024. A etapa de Paris, na França, será o palco final que fechará a temporada da Copa do Mundo, prometendo mais disputas intensas e a consagração dos ginastas mais consistentes. Após a conclusão da série de Copas do Mundo, a atenção se voltará para o evento máximo da modalidade no calendário seguinte.

Olhando para o futuro próximo, a comunidade da ginástica artística já tem seus olhos postos no Mundial de Ginástica Artística de 2026. Este campeonato de suma importância ocorrerá em Roterdã, na Holanda, com as competições programadas para o período entre 17 e 25 de outubro. O Mundial é o ponto culminante da ginástica artística, onde os melhores do mundo se encontrarão para disputar os títulos mais prestigiados, e a vitória de Flávia Saraiva na Hungria serve como um forte indicativo de seu potencial para brilhar também neste cenário grandioso.

A conquista de Flávia Saraiva nas barras assimétricas da Copa do Mundo na Hungria é, portanto, mais do que uma simples medalha; é um testemunho do contínuo progresso da ginástica brasileira, a afirmação de talento individual e um vislumbre promissor do que está por vir. Com o circuito mundial se encaminhando para seu final e a expectativa já se voltando para o Mundial de 2026, a ginasta brasileira demonstra estar em plena forma e pronta para os desafios que se apresentam, inspirando fãs e novos atletas em todo o Brasil.

Fonte: Agência Brasil Editoria: Esportes