
Família de enfermeira que morreu após comer frutos do mar em Portugal ainda aguarda…
Amanda Marinho Nascimento, enfermeira do DF, morre em Portugal Reprodução/Redes sociais A família da enfermeira Amanda Marinho Nascimento, brasileira que morreu após comer frutos do mar durante lua de mel em Portugal, informou nesta sexta-feira (23) que conseguiu arrecadar o valor necessário para trazer o corpo de volta ao Brasil. ➡️O governo brasileiro ajuda nos trâmites, mas só custeia a repatriação do corpo de cidadãos que morrem fora do país em situações excepcionais. O pagamento, no entanto, é apenas uma das etapas. O traslado ainda depende da liberação do corpo pelas autoridades portuguesas e de uma série de etapas ainda em solo europeu. Segundo postagem de um parente de Amanda nas redes sociais, o corpo da brasileira ainda aguarda autópsia no hospital. A família diz ter sido informada de que o procedimento é realizado apenas em dias úteis e, por isso, a expectativa é de que ocorra na segunda-feira (26). ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 no WhatsApp. Uma brasiliense morreu após comer frutos do mar em Portugal. Ainda segundo o relato, após a liberação, a funerária informou à família que precisa de oito dias para a preparação e o embarque do corpo. A família havia mobilizado uma rede de apoio para arrecadar recursos destinados ao traslado. Na nova publicação, um familiar agradeceu as contribuições e informou que o valor necessário foi alcançado. "Gostaria de agradecer toda a nossa rede de apoio, que em nenhum momento nos deixou sozinhos, vocês estão sendo essenciais". Entenda o caso Amanda Marinho Nascimento, moradora do Distrito Federal, morreu após comer frutos do mar em Portugal Redes Sociais/reprodução Amanda Marinho Nascimento era enfermeira e atuava na UTI de um hospital particular em Taguatinga. De acordo com familiares, Amanda Marinho passou mal após comer frutos do mar durante o almoço, em um restaurante em Portugal. Segundo o cunhado de Amanda, ela era alérgica a frutos do mar. Ao perguntar aos funcionários do restaurante sobre os ingredientes do prato, teria entendido que o alimento servido era peixe. A reação alérgica aconteceu duas horas depois da refeição, enquanto Amanda e o marido visitavam pontos turísticos. O Conselho Regional de Enfermagem do DF (Coren-DF) e o hospital Mantevida, onde Amanda trabalhava, publicaram notas de pesar. "Neste momento de tristeza, nos solidarizamos com seus familiares, amigos e colegas de trabalho, desejando força e serenidade para enfrentar a dor da despedida. O Conselho manifesta suas condolências a todos os que foram impactados por sua partida e se solidariza com seus familiares e colegas neste momento de luto", diz o conselho. Enfermeira do DF morre durante lua de mel em Portugal/Coren-DF divulgou nota de pesar Reprodução "Sua presença, seu comprometimento e sua humanidade permanecem na memória de quem conviveu com ela e de quem foi cuidado por ela", escreveu o hospital. O grupo de orações do qual Amanda participava com o marido, Tiago, também publicou mensagens de pesar. Segundo o perfil, a família ainda tenta juntar os recursos financeiros necessários para a repatriação do corpo. Itamaraty acompanha Em nota, o Ministério das Relações Exteriores informou que permanece à disposição para prestar assistência por meio do Consulado-Geral do Brasil no Porto. "O atendimento consular prestado pelo estado brasileiro é feito a partir de contato do cidadão interessado ou, a depender do caso, de sua família. A atuação consular do Brasil pauta-se pela legislação internacional e nacional", diz o ministério. Leia mais notícias sobre a região no g1 DF.
A família da enfermeira Amanda Marinho arrecadou nesta sexta-feira (23) o valor para o traslado do corpo de Portugal. A liberação depende de uma autópsia.
O exame deve ocorrer na segunda-feira (26). Após a liberação, a funerária precisará de 8 dias para preparar e embarcar o corpo.
Amanda tinha alergia a frutos do mar e passou mal após almoçar em Portugal. Ela entendeu que o prato servido continha apenas peixe.
O Ministério das Relações Exteriores informou que permanece à disposição para prestar assistência consular à família por meio do Consulado-Geral no Porto.
Amanda Marinho Nascimento, enfermeira do DF, morre em Portugal — Foto: Reprodução/Redes sociais
A família da enfermeira Amanda Marinho Nascimento, brasileira que morreu após comer frutos do mar durante lua de mel em Portugal, informou nesta sexta-feira (23) que conseguiu arrecadar o valor necessário para trazer o corpo de volta ao Brasil.
➡️O governo brasileiro ajuda nos trâmites, mas só custeia a repatriação do corpo de cidadãos que morrem fora do país em situações excepcionais.
O pagamento, no entanto, é apenas uma das etapas. O traslado ainda depende da liberação do corpo pelas autoridades portuguesas e de uma série de etapas ainda em solo europeu.
Segundo postagem de um parente de Amanda nas redes sociais, o corpo da brasileira ainda aguarda autópsia no hospital.

A família diz ter sido informada de que o procedimento é realizado apenas em dias úteis e, por isso, a expectativa é de que ocorra na segunda-feira (26).
Uma brasiliense morreu após comer frutos do mar em Portugal.
Ainda segundo o relato, após a liberação, a funerária informou à família que precisa de oito dias para a preparação e o embarque do corpo.
A família havia mobilizado uma rede de apoio para arrecadar recursos destinados ao traslado.
Na nova publicação, um familiar agradeceu as contribuições e informou que o valor necessário foi alcançado. "Gostaria de agradecer toda a nossa rede de apoio, que em nenhum momento nos deixou sozinhos, vocês estão sendo essenciais".
Amanda Marinho Nascimento, moradora do Distrito Federal, morreu após comer frutos do mar em Portugal — Foto: Redes Sociais/reprodução
Amanda Marinho Nascimento era enfermeira e atuava na UTI de um hospital particular em Taguatinga.
De acordo com familiares, Amanda Marinho passou mal após comer frutos do mar durante o almoço, em um restaurante em Portugal.
Segundo o cunhado de Amanda, ela era alérgica a frutos do mar. Ao perguntar aos funcionários do restaurante sobre os ingredientes do prato, teria entendido que o alimento servido era peixe.
A reação alérgica aconteceu duas horas depois da refeição, enquanto Amanda e o marido visitavam pontos turísticos.
O Conselho Regional de Enfermagem do DF (Coren-DF) e o hospital Mantevida, onde Amanda trabalhava, publicaram notas de pesar.
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