
Datafolha em MG para o Senado: Marília, 11%; Viana, 8%; Sávio, 6%; Aro, 5%; Ana Luiza…
Candidatos ao Senado por Minas Gerais. Reprodução Pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira (21) mostra como está a corrida pelo Senado em Minas Gerais. Serão duas vagas em disputa nas eleições de outubro. Na pesquisa espontânea — em que os nomes dos candidatos não são mostrados aos eleitores —, 84% estão indecisos. Já na pesquisa estimulada, em que os nomes são mostrados aos entrevistados, Marília Campos (PT) aparece com 11%; Carlos Viana (PSD) tem 8%; Domingos Sávio (PL), 6%; Marcelo Aro (PP), 5%; Ana Luiza do MLB (UP), 4%; e Marco Antônio Superman (Novo), 3%. Pesquisa estimulada - total para as duas vagas Veja os resultados: Marília Campos (PT): 11% Carlos Viana (PSD): 8% Domingos Sávio (PL): 6% Marcelo Aro (PP): 5% Ana Luiza do MLB (UP): 4% Marco Antônio Superman (Novo): 3% Áurea Carolina (PSOL): 2% Manoel Carvalho (MDB): 2% Gustavo Galassi (PSDB): 2% Tião Pessoa (PCO): 2% Marcelo Heringer (PDT): 2% Victória Mello Vic (PSTU): 2% Carlin Moura (Avante): 1% Juiz Ramon Moreira (DC): 1% Arcanjo Pimenta (MDB): 1% Fidélis Alcântara (UP): 1% Jordano Metalúrgico (PSTU): 1% Indecisos: 24% Em branco/ nulo/ nenhum: 21% Agora no g1 O levantamento foi encomendado pela Globo e pelo jornal Folha de S.Paulo. Foram entrevistados 1.204 eleitores de 16 anos ou mais entre os dias 18 e 20 de agosto. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral sob o número MG-00446/2026. Vídeos mais vistos do g1 Minas
**Datafolha para o Senado em Minas Gerais: Marília Campos lidera com 11%; Viana e Sávio vêm na sequência**
Uma pesquisa Datafolha recém-divulgada revela o cenário da corrida pelo Senado Federal em Minas Gerais, com a petista Marília Campos assumindo a dianteira na preferência do eleitorado. Conforme os dados obtidos, Marília Campos, do PT, aparece com 11% das intenções de voto. Em seguida, Carlos Viana (PSD) registra 8%, enquanto Domingos Sávio (PL) alcança 6%. A pesquisa, que entrevistou 1.204 eleitores mineiros, aponta a disputa pelas duas vagas em jogo nas eleições de outubro como acirrada e com grande parte do eleitorado ainda indefinida.
O levantamento, divulgado nesta sexta-feira (21), foi encomendado pela Globo e pelo jornal Folha de S.Paulo, trazendo um panorama importante sobre as inclinações dos votantes no estado. Os dados foram coletados entre os dias 18 e 20 de agosto, abrangendo eleitores com 16 anos ou mais. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%. A pesquisa foi devidamente registrada na Justiça Eleitoral sob o número MG-00446/2026.
Na modalidade espontânea, onde os nomes dos candidatos não são apresentados aos entrevistados, um dado que chama atenção é o alto índice de indecisão, com 84% dos eleitores não mencionando nenhum nome. Essa ampla parcela de eleitores ainda sem uma definição clara sublinha o dinamismo da disputa e a possibilidade de mudanças significativas até o pleito. A falta de familiaridade com os postulantes ou a ausência de um candidato preferencial explicam a maioria esmagadora de indecisos quando não há sugestão de nomes.
Já na pesquisa estimulada, onde os nomes dos candidatos são mostrados aos eleitores, a fotografia da corrida eleitoral em Minas Gerais começa a se delinear com maior clareza. Além dos três primeiros colocados – Marília Campos (PT) com 11%, Carlos Viana (PSD) com 8% e Domingos Sávio (PL) com 6% –, outros candidatos também pontuam. Marcelo Aro (PP) aparece com 5%, seguido por Ana Luiza do MLB (UP) com 4% e Marco Antônio Superman (Novo) com 3%. Esses percentuais iniciais oferecem uma perspectiva sobre a fragmentação das intenções de voto para as duas cadeiras em disputa no Senado.
A lista de candidatos com percentuais menores, mas que compõem o cenário, inclui Áurea Carolina (PSOL), Manoel Carvalho (MDB), Gustavo Galassi (PSDB), Tião Pessoa (PCO) e Marcelo Heringer (PDT), todos com 2% das intenções de voto. Com 1% aparecem Victória Mello Vic (PSTU), Carlin Moura (Avante), Juiz Ramon Moreira (DC), Arcanjo Pimenta (MDB), Fidélis Alcântara (UP) e Jordano Metalúrgico (PSTU). Essa distribuição pulverizada de votos indica que nenhum candidato possui uma vantagem esmagadora e que a campanha será crucial para consolidar apoios e atrair os eleitores ainda não decididos.
Um fator relevante a ser considerado é o grande volume de eleitores que ainda não se posicionaram. A pesquisa Datafolha aponta que 24% dos entrevistados se declararam indecisos na modalidade estimulada. Adicionalmente, 21% afirmaram que votarão em branco, nulo ou nenhum dos candidatos apresentados. Somando os indecisos e aqueles que expressam desinteresse ou insatisfação com as opções disponíveis, chega-se a quase metade do eleitorado mineiro sem uma escolha firme.
Este cenário de alta indecisão e votos brancos/nulos sugere que as próximas semanas de campanha serão decisivas. Os candidatos terão o desafio de converter essa massa de eleitores flutuantes, apresentando propostas consistentes e fortalecendo suas imagens. A presença em debates, a veiculação de propaganda eleitoral e as interações diretas com a população serão elementos cruciais para influenciar os eleitores e tentar preencher as duas vagas em jogo.
A corrida pelas duas cadeiras no Senado por Minas Gerais, portanto, ainda está aberta e promete ser uma das mais disputadas do país. Com a petista Marília Campos na liderança, mas sem uma folga confortável, e um grande percentual de eleitores ainda à espera de uma definição, o resultado final das eleições de outubro dependerá em grande parte da capacidade dos candidatos de mobilizar e convencer os votantes nos próximos meses, em um estado que é historicamente um dos mais importantes celeiros eleitorais do Brasil.
A análise dos números revela que a disputa está longe de ser resolvida. A fragmentação das intenções de voto entre os candidatos e a expressiva parcela de eleitores indecisos ou com intenção de voto nulo indicam que as estratégias de campanha e a capacidade de engajamento dos postulantes serão determinantes. Os resultados finais serão um reflexo da habilidade de cada um em comunicar suas propostas e conquistar a confiança do eleitorado mineiro, que buscará nos candidatos as melhores representações para o Senado Federal.
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