O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi convidado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para integrar o Conselho de Paz da Faixa de Gaza, órgão previsto na segunda fase do acordo internacional para o território palestino. Segundo informações divulgadas pela agência Reuters, o cargo pode se tornar vitalício mediante o pagamento de US$ 1 bilhão, valor equivalente a cerca de R$ 5,37 bilhões.
De acordo com o projeto de estatuto do conselho, os integrantes terão mandato inicial de três anos. No entanto, países que desejarem estender a participação por tempo indeterminado deverão contribuir com o valor bilionário no primeiro ano de funcionamento do órgão, como forma de garantir filiação permanente.
A Casa Branca, porém, negou oficialmente a existência de uma taxa obrigatória para adesão ao conselho. Em comunicado, o governo dos Estados Unidos afirmou que a contribuição financeira não é uma exigência formal, mas uma possibilidade para países que demonstrem compromisso profundo com a paz, a segurança e a reconstrução da região.
Lula ainda não decidiu se aceitará o convite e deve avaliar a proposta nos próximos dias. Além do presidente brasileiro, líderes como o argentino Javier Milei também foram convidados para integrar o grupo, que será presidido por Donald Trump e terá como missão discutir governança, reconstrução, investimentos e segurança em Gaza.




