Após a rejeição de seu nome para o Supremo Tribunal Federal, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu que o advogado-geral da União, Jorge Messias, permaneça no governo federal.
Futuro em definição
O destino de Messias deve ser decidido no início da próxima semana, após reunião com o presidente no Palácio do Planalto.
Nos bastidores, há duas possibilidades:
- permanência no comando da AGU
- eventual mudança para o Ministério da Justiça
Rejeição e impacto político
A rejeição do nome de Messias no Senado foi considerada histórica e gerou desgaste político para o governo.
Segundo interlocutores, o jurista ficou abalado com o resultado e chegou a cogitar deixar o Executivo, mas foi convencido por aliados a reconsiderar.
Possível ida ao Ministério da Justiça
Uma das alternativas discutidas seria a nomeação de Messias para o Ministério da Justiça.
A medida, segundo fontes, poderia:
- fortalecer a atuação da Polícia Federal
- dar continuidade a investigações sensíveis, como o caso envolvendo o Banco Master
Apesar disso, o próprio Messias estaria resistente à mudança para evitar novos desgastes políticos.
Decisão final
Lula deve ouvir membros do governo antes de definir o futuro do auxiliar.
A situação também reflete tensões entre Executivo, Legislativo e Judiciário após a rejeição da indicação ao STF.







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