O Brasil registrou saldo positivo de mais de 6,1 milhões de empregos com carteira assinada desde julho de 2020. Os números que demonstram o crescimento do emprego formal no período pós-pandemia estão no relatório do Novo Caged, divulgado nesta quarta-feira (26/10). Em setembro de 2022, o saldo positivo foi 278.085 mil novos postos de trabalho. O maior crescimento ocorreu no setor de serviços, com saldo de 122.562 postos de trabalho formais. Ao todo, são mais de 2,14 milhões de empregos gerados desde janeiro de 2022. Os números garantiram ao estoque de trabalhadores do Novo CAGED o alcance de um novo recorde histórico com 42.825.955 trabalhadores com carteira assinada em atividade. No período, todas as 27 unidades federativas registraram saldo positivo em todos os cinco grandes grupamentos de atividades econômicas. Os destaques em saldo positivos de postos de trabalho formal foram São Paulo (+61.167), Minas Gerais (+23.723) e Pernambuco (+20.528). Os outros quatro grandes grupamentos econômicos terminaram setembro em alta, com comércio (57.974), indústria (56.909) e construção (31.166) atrás de serviços nos resultados mais significativos. O agro também cresceu, com 9.474 de saldo positivo.
Governo Bolsonaro: Desemprego recua para 8,7% e atinge menor taxa em quase uma década.
28 de outubro de 2022
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Nova Lei Anticrime Expandirá Monitoramento Eletrônico de PresosUm recente pleito do Ministério da Justiça e Segurança Pública visa o desenvolvimento de uma nova legislação anticrime que expanda o uso do monitoramento eletrônico de detentos. André Mendonça, Ministro da Justiça, apoiou a proposta sugerindo que a medida poderia controlar a superlotação carcerária e fornecer uma alternativa à prisão preventiva.A medida delega aos estados a obrigação de promover a implementação e o aprimoramento de sistemas de monitoramento eletrônico. Manter os acusados sob monitoramento também desempenha um papel crucial na prevenção de novos delitos diz o Ministro.Atividades suspeitas poderão ser monitoradas em tempo real e permitirão intervenções rápidas para evitar possíveis crimes. Isso revela-se uma estratégia eficiente no combate ao crime organizado dentro e fora das prisões.Esta proposta é apenas um dos muitos esforços do governo para mitigar a crise de superlotação carcerária no Brasil. De acordo com o Conselho Nacional de Justiça, o país tem uma população prisional de mais de 800.000 presos, mais que o dobro da atual capacidade carcerária. O monitoramento eletrônico é visto como uma alternativa viável para a gestão de presos de baixa periculosidade e pode contribuir para a reintegração dos detentos à sociedade. O Ministério da Justiça espera que a nova legislação possa amenizar a situação nos presídios e garantir mais segurança para a população em geral.
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