O colesterol é essencial para o funcionamento do organismo, mas se torna um risco quando o LDL, conhecido como colesterol “ruim”, permanece elevado e passa a se acumular nas artérias, aumentando as chances de infarto e AVC. O grande desafio é que o colesterol alto não apresenta sintomas diretos, o que faz com que muitas pessoas descubram o problema apenas em exames de rotina ou após complicações cardiovasculares.
Segundo especialistas ouvidos pelo Metrópoles, alguns sinais indiretos podem indicar maior risco, como acúmulo de gordura abdominal, resistência à insulina, diabetes, aparecimento de xantomas e xantelasmas, além de níveis muito elevados desde a juventude, o que pode apontar predisposição genética. A rotina alimentar também oferece pistas: consumo frequente de frituras, ultraprocessados, gorduras saturadas e carnes vermelhas favorece a elevação do LDL.
Para reduzir o colesterol, a principal estratégia é a mudança alimentar, com maior ingestão de fibras, verduras, legumes e gorduras boas, como azeite, castanhas e peixes, além de hidratação adequada. Resultados costumam surgir entre quatro e doze semanas. Em casos de alto risco cardiovascular ou histórico de doenças, a medicação pode ser necessária. O acompanhamento profissional e a detecção precoce são fundamentais para evitar complicações a longo prazo.





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