A atriz francesa Brigitte Bardot morreu neste domingo (28), aos 91 anos. Considerada um dos maiores símbolos do cinema europeu do pós-guerra, Bardot ganhou projeção mundial a partir da década de 1950, especialmente após o filme “E Deus Criou a Mulher” (1956), que rompeu padrões morais da época e a consolidou como ícone de liberdade feminina e símbolo sexual.
Ao longo da carreira, atuou em 56 filmes e colaborou com grandes diretores europeus. Em 1973, no auge da fama, decidiu abandonar o cinema e passou a viver de forma reclusa em Saint-Tropez, dedicando-se integralmente à defesa dos animais por meio de sua fundação.
Sua trajetória também foi marcada por polêmicas, incluindo declarações controversas e condenações por insultos raciais, além de aproximação com a extrema direita francesa.
Bardot tinha forte ligação com o Brasil: esteve em Búzios em 1964 e ajudou a projetar o balneário internacionalmente, que hoje abriga a Orla Bardot e uma estátua em sua homenagem.
A Fundação Brigitte Bardot confirmou a morte, mas não divulgou a causa. O presidente francês, Emmanuel Macron, lamentou a perda e a classificou como “uma lenda do século”.





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