Um militar foi parado em uma blitz da Polícia Militar em Taguatinga (DF) e estava com uma arma atribuída ao ex-presidente Jair Bolsonaro, segundo apuração da GloboNews. A abordagem ocorreu na noite de segunda-feira (15/6) e o militar foi levado à 21ª Delegacia antes de ser liberado. A ocorrência foi enviada ao Supremo Tribunal Federal (STF).
Propriedade da arma
A arma foi identificada por meio do sistema SIGMA do Exército Brasileiro. O militar, identificado como Estácio Leite da Silva Filho, estava com duas armas: uma institucional e outra sem documentação. A posse irregular da segunda arma caracteriza infração conforme a Lei 10.826/2003.
Contexto legal
O ex-presidente Bolsonaro cumpre pena em regime domiciliar humanitário, autorizado pelo STF devido ao estado de saúde. O advogado Gustavo Sampaio afirmou que, legalmente, Bolsonaro poderia ter uma arma em casa, desde que regularizada.
Detalhes da abordagem
Durante a blitz na DF-001, Km 79, Estácio conduzia veículo oficial do Exército e informou que a arma pertencia a Bolsonaro. Ele relatou que retirou o armamento para reparo devido a uma pane, com previsão de devolução no dia seguinte.
Posição da PM e do GSI
A Polícia Militar ressaltou que conduziu o militar à delegacia e apreendeu a arma irregular. O GSI informou que não realiza segurança de ex-presidentes e que os servidores que atendem ex-presidentes são indicados por eles, sem vínculo operacional com o órgão.
Investigação
A análise sobre a propriedade, origem e vinculação da arma será conduzida pelas autoridades competentes, incluindo a Polícia Civil e o STF.













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