O Governo do Distrito Federal (GDF) iniciou a ocupação gradual do Centro Administrativo do DF (CAD-DF), em Taguatinga, após mais de uma década de espera. A mudança busca reunir parte da estrutura administrativa em um único espaço, facilitar a integração das equipes e agilizar o atendimento à população. O projeto também promete gerar economia de até R$ 168 milhões por ano em aluguéis, recursos que poderão ser direcionados para áreas como saúde, educação, segurança pública e infraestrutura .
Nova centralidade e mobilidade
Especialistas destacam que a ocupação do CAD-DF pode reduzir a concentração histórica de atividades no Plano Piloto, criando novas centralidades e aproximando serviços, empregos e atividades econômicas da população. A região Oeste, formada por Taguatinga, Ceilândia e Águas Claras, ganha protagonismo na dinâmica urbana da capital. A governadora Celina Leão ressaltou a importância estratégica da localização, próxima a transporte público e infraestrutura viária .
Serviços e infraestrutura
A primeira fase da transferência ocupará cerca de 31% da estrutura e inclui secretarias como Obras, Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh), Mobilidade, Meio Ambiente e DF Legal. O GDF executou reformas no complexo, incluindo impermeabilização de coberturas, recuperação de infiltrações, pintura, substituição de vidros e adequação das redes elétrica e lógica para garantir funcionamento adequado dos órgãos públicos .
Impacto econômico
Com cerca de 1,6 mil a 2 mil servidores circulando diariamente, a ocupação deve movimentar o comércio, serviços e transporte da região. Especialistas avaliam que a medida transforma o patrimônio público subutilizado em instrumento de economia e dinamização econômica, além de reduzir custos operacionais sem comprometer serviços essenciais .
Fonte: Correio Braziliense













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