O desaparecimento de Breno Barbosa Diniz, de 24 anos, ganhou novos contornos na investigação da Polícia Civil do Rio de Janeiro. O ferro-velho do jovem foi incendiado por criminosos na Cidade de Deus, em uma ação que, segundo a apuração, teria sido tratada pelo tráfico como uma “comemoração” pela morte do rapaz.
A coluna de fumaça preta chamou atenção de moradores e motoristas na Linha Amarela no dia 19 de março, exatamente um mês após o desaparecimento de Breno na comunidade. De acordo com a investigação, o incêndio foi criminoso e destruiu completamente o estabelecimento do jovem.
O caso passou a ser tratado pela Polícia Civil como homicídio e ocultação de cadáver, reforçando a suspeita de que Breno tenha sido executado por integrantes do Comando Vermelho, facção que atua na região.
As investigações apontam que o ato de incendiar o ferro-velho teria sido uma mensagem direta do tráfico, em um gesto simbólico de ruptura e eliminação de qualquer vestígio ligado ao jovem dentro da comunidade.
A polícia segue reunindo imagens, depoimentos e informações de inteligência para identificar os envolvidos e localizar o corpo da vítima.







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