A ex-modelo brasileira Amanda Ungaro, de 41 anos, voltou ao centro das atenções internacionais após fazer graves acusações contra o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e a primeira-dama Melania Trump no contexto do escândalo envolvendo Jeffrey Epstein. Em publicações nas redes sociais, Amanda afirmou que conviveu com o casal por cerca de 20 anos e prometeu “derrubar o sistema corrupto”, dizendo estar disposta a ir até as últimas consequências.
Segundo Amanda, Melania teria conhecimento de episódios ligados à sua prisão e posterior deportação pelos agentes de imigração dos EUA, em 2025. A brasileira, que viveu mais de duas décadas no país, afirma que foi prejudicada por influência política do ex-companheiro, o empresário italiano Paolo Zampolli, nome historicamente próximo a Trump e ao universo das agências de modelos em Nova York.
O caso ganhou ainda mais repercussão após Amanda relatar uma viagem feita em 2002 no chamado “Lolita Express”, avião associado ao financista Jeffrey Epstein, morto em 2019 enquanto respondia por crimes sexuais e tráfico humano. Segundo a ex-modelo, cerca de 30 jovens muito novas estavam na aeronave, em uma cena que ela classificou como estranha e perturbadora.
Amanda também afirmou que poderá prestar depoimento ao Comitê de Supervisão do Congresso dos Estados Unidos, que investiga conexões políticas, empresariais e sociais envolvendo o caso Epstein. As declarações colocam novamente o nome de Trump no centro de uma crise internacional de imagem, justamente em meio à tensão política nos EUA.
As novas revelações aumentam a pressão sobre o círculo próximo do ex-presidente americano e reacendem debates sobre o alcance das relações mantidas por Epstein com empresários, políticos, agentes de modelos e celebridades ao longo de décadas.







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