A crise no Oriente Médio entrou em um novo nível de tensão nesta segunda-feira após o Irã prometer uma resposta “devastadora” às ameaças feitas por Donald Trump sobre possíveis ataques à infraestrutura do país.
O republicano elevou o tom ao afirmar que poderá atingir pontes, usinas de energia e outras instalações estratégicas caso o Estreito de Ormuz não seja reaberto até terça-feira, ampliando o temor de uma escalada militar sem precedentes na região.
Em resposta, líderes militares iranianos classificaram a fala como uma ameaça “desesperada, nervosa e estúpida”, alertando que os “portões do inferno” poderão se abrir para os Estados Unidos caso novos bombardeios sejam autorizados.
A tensão já provocou reflexos imediatos na economia global. O barril do petróleo Brent voltou a subir e ultrapassou a casa dos US$ 110, impulsionado pelo risco de bloqueio prolongado do Estreito de Ormuz, rota por onde passa cerca de 20% do petróleo mundial.
Nos bastidores, a possibilidade de ataques conjuntos entre Estados Unidos e Israel contra instalações de energia iranianas aumentou o alerta entre analistas internacionais, que enxergam risco direto de impacto sobre combustíveis, inflação e mercados globais.
O novo ultimato também reacende o temor de uma guerra regional ampliada, envolvendo países do Golfo, Israel e aliados ocidentais, em um momento em que drones, mísseis e ataques a refinarias já elevam a instabilidade no setor energético.
A nova escalada entre Washington e Teerã promete dominar o noticiário internacional nas próximas horas e pode provocar forte repercussão diplomática, militar e econômica em todo o mundo.
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